Venda de imóveis em SP dá sinais de retomada, diz Fecomercio

29 setembro, 2009

No terceiro trimestre do ano, a média de imóveis vendidos em São Paulo deve saltar de 2,3 mil unidades para 3 mil unidades mensais, segundo projeção da Fecomercio-SP divulgada nesta terça-feira. O estoque de unidades prontas atualmente é de 12,5 mil unidades. Se as vendas continuarem nesse ritmo esse estoque vai ser liquidado em até seis meses, o que vai estimular as empresas do setor para novos lançamentos no curto prazo.

“No final de 2009, as empresas já estarão preparadas para lançamentos mais ousados, voltando a padrões semelhantes a 2007 e 2008″, afirma Fabio Pina, economista da Fecomercio. Segundo ele, a retomada do mercado imobiliário vai alavancar a economia, já que o setor de construção civil privado representa mais de 60% da construção do País.

“O segmento movimenta toda uma cadeia produtiva (serviços de arquitetura, engenharia, materiais de construção, serviços de advocacia, móveis e decoração, entre outros) e é intensivo em mão-de-obra”, explica Pina.

O crescimento da atividade também movimenta um volume grande de financiamento de longo prazo, que modifica toda a atuação do sistema financeiro. Além disso, o aumento de lançamentos e de vendas mostra que os consumidores parecem dispostos a voltar a se endividar no longo prazo com bens de maior valor.

De acordo com a federação, no início do ano, o estoque de imóveis estava acima do desejado, acumulando mais de 21 mil unidades, devido à crise e a redução nas vendas. Na época, foi feito ajuste, o que elevou à redução do estoque.

Daqui para frente, a tendência é que esse estoque volte a aumentar, com os sinais de crescimento das vendas e com lançamentos de novas unidades em uma velocidade um pouco maior. Para o economista da Fecomercio, a partir do final deste ano, a economia deve crescer a um ritmo mais rápido e em grande parte disso se deverá ao setor imobiliário.

Com informações da Investimentos e Notícias.

Fonte: Redação Terra


Banco de terrenos garante investimentos em alto padrão

24 agosto, 2009

SÃO PAULO – O programa “Minha Casa, Minha Vida” do governo federal tem mexido com os ânimos do setor de construção, tendo em vista que várias empresas, depois da divulgação de seus resultados do segundo trimestre de 2009, disseram-se empenhadas em investir nos projetos para a classe econômica. Na outra ponta, porém, o alto padrão não perderá força se depender de algumas construtoras e incorporadoras conveniadas com o programa federal.

O que garante a continuidade de investimentos nesse braço forte do setor imobiliário é o banco de terrenos que as grandes empresas do setor possuem. Para o presidente da consultoria de mercado imobiliário Newmark Knight Frank, Sérgio Negro, “quem tem estoque de terrenos para a alta renda não deixará de investir nesse segmento”.

O diretor comercial da Rossi Residencial, Leonardo Diniz, assegura que a empresa “está com um grande volume no banco de terrenos”. O executivo diz que a empresa pretende investir fora do Estado de São Paulo, mas afirma que não deixará de “aproveitar as oportunidades em São Paulo”.

Dos R$ 20,9 bilhões de valor geral de vendas (VGV) em banco de terrenos da Rossi, R$ 1,089 bilhão é destinado aos próximos lançamentos, com unidades acima de R$ 500 mil, na região metropolitana de São Paulo.

A Cyrela Brazil Realty também mostrou em seus resultados do segundo trimestre deste ano que está pronta para investir em alto padrão. A companhia acumula um VGV de R$ 4,7 bilhões em banco de terrenos, com permutas, em todo o País.

O último lançamento da Cyrela no bairro do Morumbi, no último dia 18, o Menara by Cyrela, mostra que a procura por apartamentos de luxo continua. Em três dias, foram vendidos seis apartamentos do empreendimento, que tem 18 coberturas. Cada unidade tem um valor de venda médio de R$ 1,3 milhão.

“Ninguém quer perder seu share”, afirma o vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins. Para ele, interessados por imóveis luxuosos “dificilmente sofrem com a crise como os compradores da classe média”. Diniz defende a tese de que a procura pelo luxo se manterá estável. “O público de alto poder aquisitivo continua comprando, mas em menor número que a classe econômica.”

Os resultados do trimestre passado da Rossi demonstram a confiança de Diniz. Está registrado o lançamento de 245 unidades de alto padrão, com VGV de R$ 163 milhões. Valor considerável se comparado com os R$ 211 milhões de VGV de lançamentos econômicos. Diniz não divulga o valor que a Rossi investirá em lançamentos no segundo trimestre, mas ressalta que o objetivo é aumentar a produção em relação ao segundo. “Como nossos estoques vêm caindo desde o fim do ano, pretendemos aumentar o número de lançamentos nos próximos meses. Estamos muito otimistas quanto ao mercado.”

Conforme o diretor do Grupo Bueno Netto, João Antônio Mattei, o mercado de alto padrão “tinha freado, mas começou a melhorar no segundo trimestre”. Ele comenta que poucas pessoas visitavam os lançamentos de médio e alto padrão no primeiro trimestre, e completa dizendo que “as vendas estão voltando ao que acontecia antes da crise”.

A Bueno Netto é especializada em projetos para médio e alto padrão. Mas agora arrisca um “mix de produtos” com dois lançamentos econômicos até o final do ano. “O segmento imobiliário de baixa renda tem aproximadamente um déficit de 7 milhões de habitações”, pontua Martins. Ele exemplifica os incentivos fiscais e a alta demanda como “bons motivos” para os empresários investirem na baixa renda. Mas critica a falta de infraestrutura de determinadas regiões afastadas. “Isso inviabiliza os investimentos.”

Fonte: DCI -Comércio, Indústria & Serviços


Apartamentos de dois quartos lideram procura

24 agosto, 2009

Ofertas na faixa dos R$ 65 mil atraíram mais interessados.

Imóveis com até dois quartos e valor não superior ao teto de R$ 65 mil foram as vedetes do 16º Salão do Imóvel e Construfair/SC que terminou, ontem, em Florianópolis.

Dos cerca de 300 clientes por dia que a Imobiliária Serietatte atendeu durante o Salão do Imóvel, 90% procuravam por apartamentos ou casas neste perfil, afirmou o gerente Fabrício Alex Lopes.

– Por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, a gente consegue fazer uma entrada de R$ 2 mil ou R$ 3 mil e prestações que giram em torno dos R$ 400 – disse.

Era exatamente um apartamento de dois quartos que Rodrigo Ribeiro e Viviane Dutra procuravam, ontem, na feira. Juntos há oito anos, eles pretendem oficializar a união depois da compra do imóvel.

– Não temos um valor fixo, mas procuramos algo cuja prestação não ultrapasse os R$ 600 – disse Ribeiro.

O funcionário federal Jorge Luiz da Silva, por sua vez, foi ao Salão em busca de um apartamento de dois ou três quartos e que tivesse um valor máximo de R$ 160 mil.

– Tenho uma casa na praia e vou vendê-la para adquirir o apartamento. É por questão de segurança mesmo – revelou ele.

Mais de 36 mil visitantes em seis dias de evento

Embora a procura maior seja por imóveis de valor mais baixo, Nivaldo Derner, da Imobiliária Fenix Aguiar e Construtora GSS, disse que os negócios também estão aquecidos em outros segmentos.

– Atendi pessoas em busca de apartamentos de R$ 70 mil, outras R$ 100 mil e quem procurava imóveis com valor acima de R$ 750 mil.

Um dos lançamentos da Debortoli Construtora no Salão, o Victória Residence, no Bairro Barreiros, em São José, na Grande Florianópolis, ainda está em construção, mas já tem 80% das unidades negociadas, segundo o gerente de vendas, Antônio Adilson Peters. Prova de que o momento é realmente bom para a construção civil, segmento apontado pelos economistas como a mola propulsora da recuperação econômica do país.

Os números do 16º Salão do Imóvel e Construfair/SC também reafirmam o aquecimento do setor.

Em seis dias de evento, mais de 36 mil pessoas passaram pelos corredores do CentroSul, na Capital.

Fonte: Diário Catarinense por Graziele Dal-Bó


Cresce importância da internet na venda de imóveis

19 agosto, 2009

Tecnisa informa que 27% das vendas no ano passado foram iniciadas pela rede de computadores. Na MRV, o percentual é de 20%.

A internet vem ganhando importância nas vendas de imóveis. Além de informações sobre as próprias empresas, está cada vez mais comum que os sites das incorporadoras e imobiliárias ofereçam serviços de corretores online que ajudam a esclarecer dúvidas de potenciais consumidores e, muitas vezes, agendam visitas aos plantões de vendas ou imóveis prontos. Embora os consumidores, na imensa maioria dos casos, não comprem a casa própria pela internet, o uso da rede para comparar os imóveis oferecidos por diferentes empresas, para buscar informações sobre as incorporadoras e imobiliárias tem sido recorrente. As companhias têm utilizado também redes sociais como Orkut para direcionar internautas para seus sites. Segundo representantes do setor imobiliário, a tendência é de um aumento das vendas de imóveis iniciada pela internet.

No ano passado, a Tecnisa registrou venda de 508 imóveis originadas pela internet em São Paulo, o correspondente a 27% do total comercializado no estado no período. As vendas da empresa iniciadas na internet aumentaram 43% em 2008, comparando-se com 2007. A companhia tem apostado nas chamadas redes sociais para direcionar visitas ao seu site. No primeiro semestre deste ano, 15% das visitas ao site da Tecnisa partiram do blog da empresa, de mensagens no Twitter e de conteúdos postados, por exemplo, no Orkut e Facebook. Os clientes que buscam informações online são atendidos por corretores por meio de chat, e-mail, videoconferência ou ainda pelo telefone. A Tecnisa espera que o formato de videoconferência responda por 10% do atendimento online no fim deste ano.

As vendas originadas pela internet respondem por 20% dos negócios da MRV Engenharia, e a expectativa é que esse porcentual aumente, conforme o gestor executivo de Marketing da companhia, Rodrigo Resende. A empresa deu início ao sistema de venda online em 1996, focando brasileiros que viviam no exterior e estavam interessados em comprar um imóvel no País. Nos últimos cinco anos, o foco das atenções das vendas da MRV pela internet passou a ser o consumidor que vive no Brasil. Atualmente, a MRV possui 140 corretores online, que acompanham os potenciais compradores nas visitas físicas ao imóvel ou, se necessário, direcionam os clientes para profissionais da empresa baseados em outras regiões. Segundo o executivo da MRV, mais de 70% dos clientes visitam o site para buscar informações sobre os produtos oferecidos. Assim como a Tecnisa, a MRV faz uso de redes sociais para atrair potenciais compradores para seu site.

Acesso é feito no horário comercial

A classe C responde pela maior fatia das 2.000 pessoas que a MRV atende online por dia, de acordo com Resende. O diretor de lançamentos e de marketing do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), Fabio Rossi, destaca que parte de quem busca imóveis pela internet não tem acesso em casa à rede mundial de computadores. No caso da Itaplan, imobiliária da qual Rossi é diretor de marketing, o site é mais acessado por potenciais compradores de imóveis entre 7h e 8h30, no horário de almoço e no final do expediente. Cerca de 38% das vendas da Itaplan são iniciadas pela internet.

Segundo a diretora de Marketing da Tenda, Dirce Amaral, 80% dos acessos ao site da companhia são feitos pelos potenciais consumidores durante o dia no trabalho. Parte das pré-vendas da Tenda é feita no site da empresa. Até abril, os corretores tradicionais também atendiam a demandas dos clientes pela internet, mas, desde então, passaram a oferecer atendimento online exclusivo. A oferta do serviço começou pelo Rio de Janeiro e é hoje nacional, com foco nos mercados fluminense, de São Paulo e de Porto Alegre. A empresa conta com 24 pontos de atendimento, sendo dez deles somente para o Rio. Os consumidores podem conversar com atendentes pelo chat, fazer agendamento para tirar dúvida pelo telefone ou marcar horário para serem recebidos em uma loja da Tenda.

No caso da Gafisa, os negócios iniciados na internet respondem por 25% do volume comercializado pela Gafisa Vendas, braço de vendas da companhia. A grande maioria dos consumidores apenas dá início ao processo de compra pela internet, mas há, por exemplo, investidores que vivem no exterior e já conhecem a companhia que concluem o processo de decisão pela rede, segundo o diretor de vendas e marketing da Gafisa, Luiz Carlos Siciliano. Conforme o executivo, praticamente toda a comercialização dos imóveis da companhia passa de alguma forma pelo site de vendas da Gafisa ou da imobiliária que está responsável pela negociação do empreendimento.

Fonte: Por Chiara Quintão – Essa reportagem foi originalmente publicada no AE Empresas e Setores, serviço de informações e análises sobre o setor corporativo da Agência Estado.


Feira de Imóveis 2009 foi adiada para novembro

10 agosto, 2009

Em virtude do momento atual, o lançamento da Feira de Imóveis 2009 será adiado para o período de 04 a 08 de novembro.

De acordo com o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-PR), Gustavo Selig, a decisão de adiar o evento não acarretará impacto nas vendas dos imóveis, uma vez que o setor da construção civil está aquecido e com grande potencial mercadológico. “Como entidade ética, temos de nos preocupar com o bem-estar e a saúde da população, mesmo que tenhamos prejuízos em relação a uma mudança de data do evento”, ressaltou.

“Queremos manter a percepção de confiança e segurança que a comunidade sempre depositou nos expositores da Feira de Imóveis, nestes 18 anos de realização, traduzindo nossa preocupação com o momento e dando exemplos com atitudes concretas de sustentabilidade”, explica o presidente da Ademi-PR, entidade responsável pela organização da Feira de Imóveis.

Considerado o maior evento imobiliário do Paraná, e um dos principais do Brasil, a feira deve impulsionar o setor como um todo, onde serão oferecidos mais de 15 mil imóveis, entre novos, usados e na planta (apartamentos, casas, sobrados, terrenos, salas comerciais e outros), para venda e locação.

Participarão do evento aproximadamente 60 expositores, as principais construtoras, imobiliárias e empresas ligadas ao setor, bem como entidades parceiras da Ademi-PR. Entre elas, o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Paraná (SINDUSCON-PR), a Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (ASBEA –PR), o Instituto de Engenharia do Paraná (IEP-PR), o Conselho Regional de Corretores de Imóvel do Paraná (CRECI) e a Câmara de Valores Imobiliários do Paraná (CVI-PR).

A feira ocupará uma área de três mil metros quadrados, com infraestrutura de ponta e uma série de serviços disponíveis aos visitantes, tais como estacionamento coberto com mais de 1.700 vagas.

Quem está pensando em aproveitar a oportunidade para realizar o sonho da casa própria, ou comprar um novo imóvel, com financiamentos da CAIXA, terá à disposição um serviço específico de atendimento na feira, onde os gerentes do banco farão simulações e um pré-cadastro para a viabilização de linhas de crédito e participação em consórcios imobiliários. São várias opções, para todas as faixas de renda e para pagamentos em até 30 anos.

Serviço:
Local: Estação Embratel Convetion Center, Piso Poty, em Curitiba (PR). Entrada franca.
Horários de funcionamento: na quarta-feira (04/11) das 18h às 22h; na quinta e sexta-feira (05 e 06/08) das 17h às 22h; no sábado (07/11) das 14h às 22h e no domingo (08/11) das 14h às 20h.
Para mais informações acesse o link www.ademipr.com.br/feira.php.

Fonte: ADEMI PR


Imóveis corporativos de luxo voltam a atrair os empresários

7 agosto, 2009

SÃO PAULO – A volta da confiança no desempenho da economia brasileira começa a estimular novamente empresários brasileiros e estrangeiros aos investimentos no mercado imobiliário corporativo. É o que mostra levantamento da Colliers International sobre o segundo trimestre de 2009, em São Paulo. No estudo, empresas de várias áreas voltaram a enfocar a expansão de suas infraestruturas, o que provocou aumento nas consultas e decisões imobiliárias no fim do período, principalmente entre empreendimentos de alto padrão, afirma André Strumpf, da divisão de escritórios da Colliers.

Segundo os dados da Colliers, o mercado de escritórios em edifícios A e A+ (considerados de alto padrão) ocupa, hoje, 1.123.112 metros quadrados em São Paulo. As áreas disponíveis representam 83.562 metros quadrados, distribuídas nas principais regiões de escritórios da capital, e respondem a vacância de 5,3% nos edifícios A+ e de 6,9% nos edifícios A.

A consultoria estima que até o final de 2009 se dê o incremento de quase 160 mil m² de novas áreas de escritórios, número sustentado pela entrega de cinco empreendimentos, com destaque para as torres do International Plaza II (Itaim) e do Grupo Santander (Vila Olímpia). Para André Strumpf, tais dados permitem estimar para o final deste ano estoque de 1.366.430 m² e vacância não superior a 11%, denotando um mercado saudável e resistente.

“Percebemos que em razão da crise financeira mundial, muitas empresas, principalmente aquelas que são ligadas ao setor imobiliário, como as da indústria automobilística e de autopeças, foram mais cautelosas nas tomadas de decisão. Antes, elas não vislumbravam um horizonte de mudança. Porém, tais medidas se reverteram no final de junho, quando este horizonte passou a existir e os processos de mudança e expansão aconteceram de novo”, declarou o executivo da Colliers.

Recorde

Um exemplo de negócio bem-sucedido no segmento de imóveis corporativos de luxo são os complexos urbanísticos de alto padrão desenhados pela AlphaVille Urbanismo, que com 14 anos de existência já contabiliza mais de 35 milhões de metros quadrados de urbanização, número que saltará para cerca de 140 milhões até 2012, como afirma Fábio Valle, diretor comercial da empresa.

O desempenho de vendas do segmento surpreende quando vem a notícia de que o AlphaVille Granja Viana, lançado no mês passado pela corporação, e que consumiu aporte de R$ 30 milhões, viu nas primeiras quatro horas de abertura do estande 80% dos lotes do empreendimento comercializados, o que gerou um VGV (valor geral de vendas) de R$ 80 milhões. Os lotes comerciais vendidos saem a R$ 800 o m².

“Percebemos um mercado bastante otimista e clientes cada vez mais seletivos na escolha dos empreendimentos. Eles estão em busca de conceitos diferenciados, imóveis ecologicamente corretos e sustentáveis, justamente por perceberem ser uma grande oportunidade de investimento, de alta liquidez e grande aceitação e valorização comercial”, disse Valle.

Projetado em uma área de mais de 600 m², dos quais 380.241 m² correspondem a áreas verdes, o AlphaVille Granja Viana reunirá 304 lotes residenciais e 29 lotes comerciais. Valle explica que estes lotes comerciais localizam-se junto a entrada do empreendimento, do lado externo, o que possibilita que serviços como farmácias, padarias, lojas de confecção e escolas de inglês lá instalados, se beneficiem da boa localização e de toda a infraestrutura do complexo urbanístico.

A perspectiva da retomada do crescimento da economia também traz expectativas de negócios a shopping centers, a escritórios pequenos, de 30m² a 40 m², e a galpões industriais de grande porte. Afirmativa que vem ao encontro do otimismo observado nas palavras de João Crestana, reeleito recentemente presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) que também crê no potencial do mercado corporativo.

“Os investidores estão ativos na procura por imóveis desta categoria porque acreditam que o Brasil está andando, sem nenhuma euforia, é claro, mas bem melhor do que vem acontecendo lá fora. Isto significa novos negócios todos os dias e novas empresas à procura de sede”, diz o presidente da entidade, afirmando que tal momento de euforia pode ser comparado ao de 2000, quando empreendimentos dirigidos às classes média e média alta cresciam cerca de 10% ao ano.

Fábio Rossi, diretor de Marketing da Itaplan Imóveis, também engrossa o coro e reforça que o ” melhor investimento ainda é o mercado imobiliário”. A Itaplan prevê o lançamento de 56 empreendimentos comerciais e residenciais. Entre eles encontram-se imóveis que vão de R$ 150 mil a R$ 1 milhão. Eles esperam vender 7,8 mil unidades até o final de 2009, o que contabiliza um retorno de R$ 1,2 bilhão à companhia.

Fonte: DCI – Diário Comércio, Indústria & Serviços.


Galvão Vendas vai quadruplicar o número de empreendimentos para a Feira de Imóveis 2009

3 agosto, 2009

Mais de 20 lançamentos e de 250 imóveis, entre novos e usados. Com um número de empreendimentos quatro vezes maior do que no ano passado, a Galvão Planejamento Imobiliário e Vendas acredita em um aumento significativo no número de negócios realizados na Feira de Imóveis do Paraná 2009, que será realizado de 12 a 16 de agosto, no Estação Embratel Convention Center, em Curitiba.

De acordo com o diretor de contas da imobiliária, Emiliano Galvão, a grande procura neste ano deve ser pelos imóveis econômicos, motivada principalmente pelo programa Minha Casa, Minha Vida. “Com o afastamento da ameaça da recessão causada pela crise econômica do fim do ano passado, com a ampliação das linhas de crédito disponíveis para aquisição de imóveis e com a redução dos juros, que esperemos reflita logo nas taxas dos financiamentos, a expectativa é que tenhamos um aumento na visitação da feira e consequentemente das vendas”, prevê Galvão. A empresa vai levar para o evento imóveis com valor a partir de R$ 65 mil.

O diretor de contas da imobiliária conta que o estande será um dos grandes diferenciais da empresa na feira. “Tivemos um cuidado especial no planejamento do estande que terá como conceito a tecnologia, desde o design dos móveis até a iluminação. Em vez dos tradicionais banners, os empreendimentos serão apresentados ao público em telões”, explica Galvão.

Serviço:
Feira de Imóveis do Paraná 2009
Data: 12 a 16 de agosto
Horário: 12/8 – das 18 às 22 horas; 13 e 14/8 – das 17 às 22 horas; 15/8 – das 14 às 22 horas; 16/8 – das 14 às 20 horas.
Local: Estação Embratel Convention Center – Piso Poty – (Avenida Sete de Setembro, 2.775) – Curitiba/PR.
Informações: (41) 3253-6233 ou www.ademipr.com.br
Entrada franca.

Fonte: Paranashop


Classi Imóveis – Venda de imóveis

1 agosto, 2009

Pesquisa do Creci Em maio foram vendidos 1095 casas e apartamentos, em 37 cidades pesquisadas no Estado.

Depois de ter registrado ligeira queda de 5,12% em abril, o mercado de imóveis usados no Estado de São Paulo reagiu em maio. Segundo pesquisa feita pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-SP) com 1.599 imobiliárias de 37 cidades, foram vendidos 1.095 casas e apartamentos, 7,6% a mais que em abril. O índice estadual de vendas evoluiu de 0,6364 para 0,6848.

As vendas cresceram no período em três das quatro regiões do Estado em que a pesquisa é dividida – Capital (+11,52%), Litoral (+ 27,59%) e as cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco (+ 94,83%). No Interior, houve queda de 30,11%. Venderam-se mais casas (52,51%) que apartamentos (47,49%).

A pesquisa Creci-SP também mostra que as vendas à vista predominaram sobre as outras formas de pagamento em três das quatro regiões do Estado. Na Capital, responderam por 51,04% dos contratos assinados nas imobiliárias pesquisadas. No Litoral, somaram 61,84% do total das vendas e, nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco, representaram 52,17%. No Interior, os financiamentos da CEF foram responsáveis por 49,43% das vendas efetivadas nas imobiliárias pesquisadas.

“O resultado do período, por si só, não indica reversão ou definição de tendência futura, porque ainda não sabemos como fecharão os números de junho e de julho, sendo julho um mês especialmente difícil por causa das férias, quando a atividade imobiliária costuma se reduzir”, afirmou o presidente do Creci, José Augusto Viana Neto. Mas ele se mantém otimista diante dos sinais gerais que indicam estar a economia deixando a crise financeira para trás.

Fonte: Gazeta de Piracicaba


Universe Life Square começa a ser construído

1 agosto, 2009

Rossi e Thá iniciam as obras do empreendimento com 90% das unidades residenciais vendidas.

A Rossi, uma das maiores construtoras e incorporadoras do País, anuncia, em parceria com a Thá, o início das obras do Universe Life Square e ressalta um excelente resultado: 90% das unidades residenciais já foram vendidas.
O Universe Life Square, que será o prédio mais alto de Curitiba, investiu no conceito que alia unidades comerciais e residenciais a um espaço com lojas, serviços, restaurantes e café. As unidades residenciais possuirão um ou dois dormitórios, com área total de 104 a 172 metros quadrados, respectivamente.
O lazer será diferenciado, com bar, pista de dança, salão de jogos, salão de festas com terraço, spa, espaço mulher, sauna, fitness, piscina com raia e lounge externo. Já o Universe Office terá entrada independente do setor residencial e será composto por conjuntos multifuncionais, com 86 a 1.093 metros quadrados de área total, mais auditório com capacidade para 173 lugares e quatro salas de reunião modulares.
No andar térreo, espaços de 154 a 1837 metros quadrados de área total estão sendo comercializados a lojistas.

“O empreendimento inicia suas obras como um case de sucesso de vendas por ser diferente e completo. Com uma arquitetura bastante moderna, ele se distingue dos outros prédios comercializados na região”, diz o diretor comercial da Regional Sul da Rossi, Patrick Lucchese.
Este é o último final de semana para visitar o estande do Universe Life Square, que, a partir de agosto, dará lugar ao canteiro de obras. O ponto de vendas está localizado no futuro terreno do empreendimento, na Rua Comendador Araujo, 252, região central de Curitiba. Em breve, uma central de vendas, em novo espaço, será preparada para receber os clientes e prospects das construtoras Rossi e Thá.

Sobre a Rossi

A Rossi é hoje uma das principais construtoras e incorporadoras do Brasil. Presente em 61 cidades, atua em diversos segmentos do mercado imobiliário e tem no seu portfólio inúmeros sucessos de vendas de imóveis residenciais e comerciais, nos mais variados perfis de renda.

Com base em valores como inovação, valorização das pessoas e sustentabilidade, a empresa acredita na construção de relacionamentos de longo prazo com colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros e acionistas. A Rossi acredita que seu trabalho vai além da construção de residências e locais de trabalho. Seu compromisso é com projetos de vida.

Fonte: PLANIN Worldcom – Assessoria de Comunicação e de Imprensa da Rossi


Construtoras retomam vendas para classe média

28 julho, 2009

Num momento em que as incorporadoras voltam cada vez mais suas atenções para o segmento de econômico, principalmente por causa do programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”, o mercado começa a se deparar também com o início da retomada da demanda por imóveis destinados às faixas de renda média e média-alta. Essa tendência já aparece no desempenho, no segundo trimestre, das vendas contratadas de incorporadoras que não têm foco nas faixas de renda contempladas no pacote e que já divulgaram prévias operacionais.

Um dos principais estímulos para a demanda de unidades pelo segmento médio foi a ampliação do limite do valor máximo do imóvel a ser financiado com recursos da poupança e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), de R$ 350 mil para R$ 500 mil. “A velocidade de vendas de imóveis na faixa de R$ 350 mil a R$ 500 mil aumentou no segundo trimestre”, afirma o diretor Comercial da Tecnisa, Douglas Duarte.

A melhora do cenário macroeconômico também contribui para a tomada de decisão de compra pelos consumidores. “As empresas pararam de demitir e estão percebendo a necessidade de começar a admitir de novo”, diz Duarte. No segundo trimestre, as vendas contratadas da Tecnisa somaram R$ 298,5 milhões (parte da companhia), 10% a menos que no mesmo período do ano passado, mas 10% acima do valor vendido no primeiro trimestre. A Tecnisa lançou R$ 40,5 milhões no trimestre, cifra 86,6% menor que a do mesmo intervalo de 2008. Os estoques responderam por 93% das vendas.

“Houve impacto positivo da ampliação do limite do financiamento do SFH (Sistema Financeiro da Habitação) e do FGTS. Não temos visto postergação da decisão de compra”, afirma o diretor executivo de Investimentos da Brookfield Incorporações, Alessandro Vedrossi. A Brookfield registrou vendas contratadas de R$ 568,5 milhões no segundo trimestre, 77% a mais que no mesmo período do ano passado e 86% maiores que as do primeiro trimestre. Do total, o segmento residencial foi responsável por R$ 387 milhões, e o de escritórios, por R$ 181 milhões.

No segmento econômico (imóveis residenciais até R$ 130 mil), a Brookfield vendeu R$ 13,9 milhões, 37% a menos que no segundo trimestre de 2008. Na faixa de renda média-baixa (R$ 130 mil a R$ 350 mil), as vendas cresceram 80%, para R$ 188,3 milhões. No segmento médio (R$ 350 mil a R$ 500 mil), houve expansão de 17%, para 44,1 milhões. Na classe média-alta (R$ 500 mil a R$ 1 milhão), as vendas caíram 24%, para 54,2 milhões. Na alta renda (acima de R$ 1 milhão), o aumento foi de 61%, para 79,3 milhões. A companhia lançou R$ 587,5 milhões no segundo trimestre, sendo R$ 351,3 milhões para o segmento residencial, com todas as unidades até R$ 500 mil.

CONDOMÍNIOS-CLUBE
A Even Construtora e Incorporadora registrou vendas contratadas de R$ 252,9 milhões no segundo trimestre (parte da companhia), 100,8% a mais que no primeiro trimestre. Do total, R$ 99,5 milhões foram vendas de lançamentos do próprio trimestre e R$ 153,4 milhões de estoques. Os segmentos médio, médio-alto e alto responderam por 82% das vendas de estoque. “No primeiro trimestre, houve retração por parte da média e média-alta renda, pois o consumidor estava receoso de perder o emprego”, diz o diretor de Incorporação da Even, João Azevedo.

Com a ampliação do financiamento com recursos da poupança e do FGTS, a demanda foi retomada por unidades de R$ 350 mil a R$ 500 mil, principalmente de condomínios-clube, de acordo com Azevedo. A Even não fez lançamentos nessa faixa no segundo trimestre, dando prioridade à venda de estoques, mas pretende lançar projetos para o médio padrão no terceiro trimestre. Dos seis lançamentos da Even no segundo trimestre, quatro foram no segmento econômico (até R$ 200 mil) e dois na faixa média-alta.

A EZ Tec, que atua em todas as faixas de renda, com foco em empreendimentos para média e média-alta renda, vendeu R$ 243,5 milhões no segundo trimestre, 70,6% a mais que no mesmo período do ano passado. Do total vendido, a maior parte se concentrou no segmento comercial, cujas vendas foram impulsionadas pelo lançamento, em maio, do Capital Corporate Office, maior projeto que a EZ Tec já desenvolveu. No trimestre, a companhia lançou também um projeto residencial de alto padrão, com valor médio das unidades de R$ 1,4 milhão. Segundo o vice-presidente e diretor de Incorporação da EZ Tec, Silvio Zarzur, houve retomada da demanda por unidades de médio e alto padrão desde o início do ano.

Fonte: Último Segundo – Agência Estado