Mudanças no FGTS beneficiam construtoras de imóveis populares

2 outubro, 2009

O aumento do limite para o financiamento do programa Minha Casa, Minha Vida deve beneficiar empresas como Rossi e Cyrela.

O aumento do limite para o financiamento do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida aprovado pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) deve beneficiar as construtoras voltadas para atender as classes sociais mais baixas do país, segundo avaliação do banco britânico Barclays. Para os analistas, entre as companhias que mais serão beneficiadas estão a Rossi, Cyrela e Brookfield.

O conselho do FGTS, que é a principal fonte de financiamento do pacote governamental, elevou o valor dos imóveis que podem se enquadrar no programa em cidades com mais de 250 mil habitantes de 80 mil reais para 100 mil reais. Para as cidades com mais de um milhão de habitantes, o limite de financiamento passou de 80 mil reais para 130 mil reais. Antes, apenas moradores do Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro poderiam ter acesso a um financiamento, no âmbito do programa, de 130 mil reais.

A partir desse aumento, de acordo com o Barcalys, é esperado uma valorização dos terrenos, uma vez que as construtoras vão poder vender com preços mais elevados sem abrir mão dos subsídios do governo.

Os analistas do banco apontam, ainda, que o programa deve beneficiar, além das empresas, os próprios moradores de baixa renda, principalmente, das regiões distantes dos grandes centros, como São Paulo e Rio de Janeiro.

A mudança será implementada pela Caixa Econômica Federal, mas ainda não se sabe quando.

Fonte: Exame/Negócios


Rossi e Gafisa são ações preferidas do Barclays entre construtoras

25 setembro, 2009

Analistas também apostam na valorização de papéis de baixa liquidez.

A recente melhora no ambiente de mercado para as empresas de construção civil brasileiras fez a área de análise do banco Barclays atualizar suas recomendações. Dentre as ações com maior liquidez, o banco destaca os papéis de Rossi e Gafisa como os melhores, ambos bem avaliados e com potencial de alta de 50% e 34%, respectivamente.

O relatório dos analistas do Barclays diz que as duas construtoras têm um portfólio diversificado de produtos e, portanto, são menos dependentes de um único segmento de renda para seu crescimento.

No caso da Rossi, um problema apontado é seu histórico negativo de comunicações com o mercado, o que tende a trazer uma volatilidade desnecessária às ações da companhia. Na opinião dos analistas do Barclays, essa característica tende a dar a injusta percepção de que a Rossi não é uma boa incorporadora.

Entretanto, os analistas enfatizam que estão confiantes quanto ao fato de a empresa ocupar uma posição de liderança em alguns mercados, ser competitiva e estar capitalizada para aproveitar a melhora do mercado. O Barclays estabeleceu para os papéis da Rossi um preço-alvo de 21 reais, o que significa uma potencial alta de 50%.

As expectativas dos analistas são igualmente boas para a Gafisa. Após divulgar um bom volume de vendas nos últimos trimestres, com surpresas positivas quanto às margens da companhia, espera-se a continuidade da melhora dos resultados. A construtora está bem posicionada para se beneficiar nos segmentos de alta e baixa renda e deve continuar apresentando vendas fortes em 2009.

O preço-alvo estabelecido pelo Barclays para as ações da Gafisa, é de 38 reais, o que representa uma alta de 34%.

Menor liquidez

As ações de Cyrela e MRV, de acordo com o relatório, não devem ter muito espaço para valorização, ainda que estas companhias carreguem altas expectativas de crescimento. Os potenciais de alta estimados pelos analistas são de 9% e 11%, respectivamente.

No caso da Cyrela, o Barclays acredita que os anúncios de lançamentos e metas de venda agressivas para 2010 já foram precificados, deixando aos investidores um pequeno potencial de alta.

Na visão dos analistas do banco, há um razoável potencial de alta no preço de ações de menor liquidez, de construtoras expostas aos segmentos de renda média e alta. Nessa categoria, as empresas preferidas são Agra, Even, Brookfield e Tecnisa. “Essas companhias estão operando abaixo, ou muito perto, de seu valor de liquidação, com um desconto de 83% em relação aos papéis de maior liquidez”, diz o relatório.

As ações da Rossi (RSID3) fecharam o pregão desta terça-feira (22/09) em alta de 8,27%, a 15,17 reais, enquanto os da Gafisa (GFSA3) encerraram em alta de 0,07%, negociados a 28,39 reais. Ações da Cyrela. (CYRE3), em alta de 3,10%, fecharam o pregão negociadas a 24,58 reais, e as da MRV (MRVE3), em baixa de 0,12%, encerraram a negociação a 32,25 reais. O Ibovespa fechou em alta de 0,93%, aos 61.493 pontos.

Fonte: Portal Exame


Thá e Rossi iniciam as obras do primeiro Praças Residenciais de Curitiba

25 setembro, 2009

Com mais de 5.700 unidades lançadas, em diversos Estados brasileiros, o primeiro empreendimento da linha Praças Residenciais em Curitiba começa a ser erguido pelas construtoras e incorporadoras Thá e Rossi. As obras do Vida Bella Praças Residenciais iniciam-se com 65% das unidades vendidas.

Com previsão de entrega da primeira fase em março de 2011, o empreendimento leva o conceito de vida em comunidade, priorizando segurança e o planejamento das áreas comuns e oferecendo uma estrutura completa de condomínio por um valor acessível. Composto por torres de cinco pavimentos, com elevador, os apartamentos possuem dois e três dormitórios, com 52 e 66 metros quadrados de área privativa, respectivamente. Todas as unidades possuem sacada e uma vaga na garagem.

O Vida Bella será construído em um terreno de 72 mil metros quadrados, com piscina adulto e infantil, quiosque com churrasqueira, quadra poliesportiva e quadra gramada, salão de jogos juvenil, espaço fitness e pista de skate. Para as crianças, haverá playground, brinquedoteca e playbaby. Todas as áreas serão entregues equipadas e decoradas.

A linha de empreendimentos Praças Residenciais une segurança, lazer e conforto, com foco nas famílias que buscam seu primeiro imóvel. Os apartamentos são projetados para terem uma boa ventilação e iluminação natural. O paisagismo também é parte dos projetos e está alinhado a questões de sustentabilidade. Os empreendimentos têm, em média, 30% da sua área permeável, o que garante a boa absorção de água e a qualidade urbanística do condomínio.

O Vida Bella Praças Residenciais está localizado em Atuba, na Rua Abel Scuissiato. Mais informações estão disponíveis em www.rossiresidencial.com.br.

Sobre a Rossi

A Rossi é hoje uma das principais construtoras e incorporadoras do Brasil. Presente em 61 cidades, atua em diversos segmentos do mercado imobiliário e tem no seu portfólio inúmeros sucessos de vendas de imóveis residenciais e comerciais, nos mais variados perfis de renda.

Com base em valores como inovação, valorização das pessoas e sustentabilidade, a empresa acredita na construção de relacionamentos de longo prazo com colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros e acionistas. A Rossi acredita que seu trabalho vai além da construção de residências e locais de trabalho. Seu compromisso é com projetos de vida. Visite: www.rossiresidencial.com.br ou acesse pelo celular o portal mobile da Rossi: www.rossiresidencial.com.br/mobile.

Sobre o Grupo THÁ

O Grupo Thá, constituído por incorporadora, engenharia e imobiliária, possui 114 anos de tradição e mais de 5 milhões de metros quadrados construídos. Desde 1895, a Thá é responsável pela construção de inúmeras edificações que hoje compõem o cenário da capital. Sinônimo de vanguarda e alto padrão, está posicionada como uma empresa de mercado, aberta para novos desafios.

A partir de 1997, a segurança transmitida pela marca possibilitou ao Grupo diversificar suas atividades, abrindo o leque para o setor de obras industriais. Esta decisão pela diversificação de negócios conferiu à empresa projeção nacional. Hoje, o Grupo Thá tem como o maior patrimônio da companhia a filosofia de satisfação total do cliente e a qualidade técnica incorporada há mais de um século pela marca. Para mais informações, visite: www.tha.com.br. (juliana@planin.com)

Fonte: Paran@Shop


Imóveis comerciais são opção de investimento

22 setembro, 2009

Além da localização, a disponibilidade de comércio, moradia e prestação de serviços no mesmo edifício são características que valorizam os novos empreendimentos comerciais. As incorporadoras e construtoras Thá e Rossi têm seguido esta tendência e atraído compradores que procuram empreendimentos comerciais como opção rentável de investimento.

O Universe Life Square, a torre mais alta de Curitiba, tem como conceito aliar unidades comerciais e residenciais a um espaço com lojas, serviços, restaurantes e café. O objetivo é que o empresário tenha tudo que precisa próximo a ele e não gaste tempo desnecessário deslocando-se para outros bairros.

A localização também agrega bastante valor aos escritórios. O Universe Life Square fica na região central de Curitiba, ao lado do Batel, o bairro mais valorizado da cidade.

O Universe Office tem entrada independente do setor residencial e é composto por conjuntos multifuncionais, que têm entre 70 a 750 metros quadrados de área privativa. As opções de metragem e plantas permitem que os espaços adaptem-se a profissionais e empresas dos mais variados ramos. O prédio comporta um auditório, com capacidade para mais de 170 pessoas e quatro salas de reunião.

Serão dez elevadores para atender aos escritórios, que foram projetados para a implantação de piso elevado e serão entregues com todas as áreas comuns equipadas e decoradas. Para mais informações sobre o Universe Life Square, acesse www.rossiresidencial.com.br/universe/.

Sobre a Rossi

A Rossi é hoje uma das principais incorporadoras e construtoras do Brasil. Presente em 61 cidades, atua em diversos segmentos do mercado imobiliário e tem no seu portfólio inúmeros sucessos de vendas de imóveis residenciais e comerciais, nos mais variados perfis de renda.

Com base em valores como inovação, valorização das pessoas e sustentabilidade, a empresa acredita na construção de relacionamentos de longo prazo com colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros e acionistas. A Rossi acredita que seu trabalho vai além da construção de residências e locais de trabalho. Seu compromisso é com projetos de vida. Visite: www.rossiresidencial.com.br ou acesse pelo celular o portal mobile da Rossi: www.rossiresidencial.com.br/mobile.

Sobre o Grupo THÁ

O Grupo Thá, constituído por incorporadora, engenharia e imobiliária, possui 114 anos de tradição e mais de 5 milhões de metros quadrados construídos. Desde 1895, a Thá é responsável pela construção de inúmeras edificações que hoje compõem o cenário da capital. Sinônimo de vanguarda e alto padrão, está posicionada como uma empresa de mercado, aberta para novos desafios.

A partir de 1997, a segurança transmitida pela marca possibilitou ao Grupo diversificar suas atividades, abrindo o leque para o setor de obras industriais. Esta decisão pela diversificação de negócios conferiu à empresa projeção nacional. Hoje, o Grupo Thá tem como o maior patrimônio da companhia a filosofia de satisfação total do cliente e a qualidade técnica incorporada há mais de um século pela marca. Para mais informações, visite: www.tha.com.br. ( juliana@planin.com).

Fonte: Paran@ Shop – Redação, com colaboradores.


Universe Life Square começa a ser construído

1 agosto, 2009

Rossi e Thá iniciam as obras do empreendimento com 90% das unidades residenciais vendidas.

A Rossi, uma das maiores construtoras e incorporadoras do País, anuncia, em parceria com a Thá, o início das obras do Universe Life Square e ressalta um excelente resultado: 90% das unidades residenciais já foram vendidas.
O Universe Life Square, que será o prédio mais alto de Curitiba, investiu no conceito que alia unidades comerciais e residenciais a um espaço com lojas, serviços, restaurantes e café. As unidades residenciais possuirão um ou dois dormitórios, com área total de 104 a 172 metros quadrados, respectivamente.
O lazer será diferenciado, com bar, pista de dança, salão de jogos, salão de festas com terraço, spa, espaço mulher, sauna, fitness, piscina com raia e lounge externo. Já o Universe Office terá entrada independente do setor residencial e será composto por conjuntos multifuncionais, com 86 a 1.093 metros quadrados de área total, mais auditório com capacidade para 173 lugares e quatro salas de reunião modulares.
No andar térreo, espaços de 154 a 1837 metros quadrados de área total estão sendo comercializados a lojistas.

“O empreendimento inicia suas obras como um case de sucesso de vendas por ser diferente e completo. Com uma arquitetura bastante moderna, ele se distingue dos outros prédios comercializados na região”, diz o diretor comercial da Regional Sul da Rossi, Patrick Lucchese.
Este é o último final de semana para visitar o estande do Universe Life Square, que, a partir de agosto, dará lugar ao canteiro de obras. O ponto de vendas está localizado no futuro terreno do empreendimento, na Rua Comendador Araujo, 252, região central de Curitiba. Em breve, uma central de vendas, em novo espaço, será preparada para receber os clientes e prospects das construtoras Rossi e Thá.

Sobre a Rossi

A Rossi é hoje uma das principais construtoras e incorporadoras do Brasil. Presente em 61 cidades, atua em diversos segmentos do mercado imobiliário e tem no seu portfólio inúmeros sucessos de vendas de imóveis residenciais e comerciais, nos mais variados perfis de renda.

Com base em valores como inovação, valorização das pessoas e sustentabilidade, a empresa acredita na construção de relacionamentos de longo prazo com colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros e acionistas. A Rossi acredita que seu trabalho vai além da construção de residências e locais de trabalho. Seu compromisso é com projetos de vida.

Fonte: PLANIN Worldcom – Assessoria de Comunicação e de Imprensa da Rossi


Rossi assina contrato para primeira loja planejada em uma estação de trem

24 julho, 2009

O ponto de vendas levará corretores e apartamentos decorados à estação Canoas/LaSalle do Trensurb.

Uma loja de 400 metros quadrados, dentro de uma estação de trem, será o novo ponto de vendas dos produtos Rossi Ideal, o segmento econômico da Rossi, uma das maiores construtoras e incorporadoras do País.
O espaço, com inauguração prevista para a segunda quinzena de agosto, no sul do País, deixará corretores e apartamentos decorados mais perto dos cerca de 40 mil passageiros que frequentam diariamente a estação Canoas/LaSalle, do Trensurb.

O contrato para o início do funcionamento da loja foi assinado esta semana, na sede da Trensurb. Estiveram presentes o diretor do conselho de administração da Trensurb, Marco Prates da Cunha, e o diretor de vendas da Regional Sul da Rossi Vendas, Vitor Capun.

A loja, em um primeiro momento, será um ponto de informações e vendas do Rossi Ideal Canoas, empreendimento da construtora voltado ao segmento econômico. Alinhado ao programa do governo “Minha Casa, Minha Vida”, o projeto é composto por unidades de dois e três dormitórios, com valor a partir de R$ 70 mil.

Outros projetos da linha Rossi Ideal previstos para serem lançados ainda neste ano no Rio Grande do Sul também passarão pela loja. A estação Canoas/LaSalle do Trensurb está localizada na Av. Guilherme Schell, n° 5.670, região central de Canoas.

Sobre a Rossi

A Rossi é hoje uma das principais construtoras e incorporadoras do Brasil. Presente em 61 cidades, atua em diversos segmentos do mercado imobiliário e tem no seu portfólio inúmeros sucessos de vendas de imóveis residenciais e comerciais, nos mais variados perfis de renda.

Com base em valores como inovação, valorização das pessoas e sustentabilidade, a empresa acredita na construção de relacionamentos de longo prazo com colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros e acionistas. A Rossi acredita que seu trabalho vai além da construção de residências e locais de trabalho. Seu compromisso é com projetos de vida.
Visite: www.rossiresidencial.com.br ou acesse pelo celular o portal mobile da Rossi: www.rossiresidencial.com.br/mobile

Fonte: PLANIN Worldcom – Assessoria de Comunicação e de Imprensa da Rossi


Rossi lança marca direcionada ao segmento super econômico

10 junho, 2009

A Rossi Ideal terá linha de produtos a partir de R$ 64 mil, com abrangência nacional

Com base na vasta experiência no mercado imobiliário e em projetos inovadores, a Rossi, uma das principais construtoras e incorporadoras do País, amplia seu portfólio e cria marca para o segmento super econômico, Rossi Ideal. A linha de produtos oferecerá unidades a partir de R$ 64 mil, que serão construídas em todas as regiões do Brasil.

A nova marca da empresa está alinhada para atender o público beneficiado pelo programa habitacional do governo “Minha Casa, Minha Vida”, que é direcionado a famílias com renda de até dez salários mínimos por mês. “Dentro desta estratégia, a Rossi deve lançar 15 mil unidades neste ano e 20 mil, em 2010”, diz Rodrigo Martins, diretor do segmento econômico da Rossi.

A Rossi possui um banco de terrenos para oferta de 80 mil unidades para o segmento econômico, um número expressivo diante do potencial deste mercado. A expectativa da empresa para este ano é lançar entre 13 mil e 15 mil unidades, nas linhas Rossi Ideal, Praças e Villa Flora. Para isto, será utilizado 41% do banco de terrenos da empresa (R$ 8,6 bilhões), um dos maiores do País, com R$ 20,7 bilhões em futuros lançamentos. “A busca para novos terrenos não pára”, afirma Martins.

A empresa também acaba de apresentar para a Caixa Econômica Federal seu plano de atuação no segmento econômico. “A Rossi possui relacionamento com a Caixa há mais de dez anos e é classificada com rating A, podendo utilizar todas as linhas de financiamento. Com isso, tem condições de agilizar o processo de contratação”, diz Cassio Audi, CFO e diretor de Relações com Investidores da Rossi.

Há quase 30 anos, a Rossi trabalha para oferecer opções de moradia com qualidade, boa localização e preço justo para todos os segmentos de renda. O anúncio da linha Rossi Ideal é possível graças à experiência da Rossi na construção de imóveis de qualidade a baixo custo, a exemplo do Plano 100, sucesso de vendas na década de 90. Em meio a um cenário de grande carência de financiamentos imobiliários, a Rossi lançou o Plano 100 e o Projeto Vida Nova, moradias com autofinanciamento e preços competitivos. Desde então, a Rossi diversificou sua carteira de produtos, expandiu sua atuação nacional, desenvolveu produtos customizados em parceria com fornecedores e ampliou suas fontes de financiamento.

A base para esta estratégia é a tecnologia e a experiência no processo de construção. Há dez anos, a empresa iniciou uma ampla modernização interna que levou à aquisição de tecnologias de última geração, como o sistema de gestão empresarial SAP. Os benefícios obtidos a partir dessa decisão de investimento estão sendo colhidos atualmente, pois a Rossi tem melhor gestão de todo o fluxo de suas obras, incluindo planejamento e projeto, orçamento por completo das obras, visão consolidada dos melhores terrenos em conformidade com o perfil dos futuros empreendimentos, interligação com sistemas financeiros e de fluxo de caixa, análises regionais de performance e acompanhamento em tempo real dos projetos.

Além disso, para viabilizar imóveis com baixo custo de produção com qualidade, a Rossi trabalha de forma integrada com equipes de arquitetura, engenharia, paisagismo e urbanismo. Tem atuação nacional agregada ao conhecimento local, operando por meio de uma estrutura matricial que conta com seis escritórios regionais, presentes em 61 cidades em 15 Estados, e suportados pela estrutura da matriz.

Sobre a Rossi

A Rossi é hoje uma das principais construtoras e incorporadoras do Brasil. Presente em 61 cidades, atua em diversos segmentos do mercado imobiliário e tem no seu portfólio inúmeros sucessos de vendas de imóveis residenciais e comerciais, nos mais variados perfis de renda.

Com base em valores como inovação, valorização das pessoas e sustentabilidade, a empresa acredita na construção de relacionamentos de longo prazo com colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros e acionistas. A Rossi acredita que seu trabalho vai além da construção de residências e locais de trabalho. Seu compromisso é com projetos de vida. Visite: www.rossiresidencial.com.br ou acesse pelo celular o portal mobile da Rossi: www.rossiresidencial.com.br/mobile

Fonte: Planin Worldcom – Assessoria de Imprensa da Rossi


Rossi lança site para iPhone com objetivo de vender mais

26 fevereiro, 2009

A construtora Rossi contratou a Tesla para desenvolver seu primeiro feito para usuários de iPhone. O meio eletrônico, entretanto, também pode ser acessado pela maioria dos smartphones com navegadores para a Internet e até mesmo pelo iPod Touch, quando conectado à web.

A principal funcionalidade do site é o sistema de busca por imóveis de acordo com critérios como estado, cidade, bairro e fase da obra. Encontrado o empreendimento, o internauta pode ver imagens do imóvel decorado, plantas e ficha técnica com informações detalhadas como preço, metragem, vagas e o número de suítes, entre outros. O Portal Mobile da Rossi oferece a localização dos empreendimentos por meio da integração com o Google Maps e também disponibiliza o link “Click to Call”. Ao selecionar essa opção, o usuário poderá conversar por telefone com o corretor, agilizando a troca de informações, agendamento de visitas e, consequentemente, futuras compras.

A razão que levou a Rossi a investir num site mobile foi para estimular vendas e estreitar o relacionamento com o cliente.

O projeto, ainda, considerou a crescente tendência dos novos aparelhos celulares, a chamada geração touch, de navegação mais simples, rápida e intuitiva. Estima-se hoje que existam por volta de 500 mil aparelhos no Brasil com essa tecnologia e que 2009 terminará com esse número na faixa entre um milhão e cinco milhões de aparelhos. Outro dado interessante do mercado é que pelo menos 4,5 milhões de pessoas usaram o celular para acessar a Internet nos últimos três meses.

Fonte: Decision Report


Negócios da Rossi recuaram no quarto trimestre, mas subiram no ano

9 fevereiro, 2009

A Rossi Residencial apresentou hoje dados preliminares do seu desempenho operacional e informou que o Valor Geral de Vendas (VGV) de seus lançamentos atingiu R$ 650 milhões no quarto trimestre do ano passado, o que representa queda de 27% sobre o volume do mesmo período de 2007, de R$ 890 milhões. No ano, os lançamentos mostraram alta de 10%, para R$ 2,723 bilhões.

As vendas contratadas nos empreendimentos em que a empresa participa como incorporadora somaram R$ 348 milhões entre outubro e dezembro, montante 35% menor que o registrado em igual período do ano precedente. No acumulado do ano, as vendas alcançaram R$ 2,176 bilhões, avanço de 38% sobre 2007.

Fonte: Valor Online


Espanhol arquiteta holding imobiliária

11 dezembro, 2008
Empresário valenciano, dono da Astroc, desistiu da compra do Complexo Costa do Sauipe no dia da assinatura do contrato.

Empresário valenciano, dono da Astroc, desistiu da compra do Complexo Costa do Sauípe no dia da assinatura do contrato.

Ele já foi chamado de Donald Trump espanhol e “senhor dos tijolos”, como são conhecidos na Espanha os magnatas da construção. Dono de uma trajetória nada invejável de ascensão e queda – uma fortuna de mais de US$ 7 bilhões quase evaporou depois de denúncias de operações que inflaram os papéis da sua empresa imobiliária na Espanha – o valenciano Enrique Bañuelos é o homem que está arquitetando, nos bastidores, a tacada mais ousada do mercado imobiliário brasileiro. O polêmico empresário está em contato com pelo menos seis companhias do setor – e estaria em conversas mais avançadas com Agra e Abyara – para montar uma holding, que já ganhou até um nome: Veremonte. A grande dúvida do mercado é se a proposta é factível e se Bañuelos, que já desistiu de outros negócios aqui, conseguiria levá-la adiante.

Além de Agra e Abyara, o Valor apurou que Bañuelos já sondou a Inpar, Even, Klabin Segall, Tecnisa e Rossi. A bordo de seu jato particular, avaliado em mais de US$ 8 milhões – que usa para levar os empresários brasileiros para visitar terrenos e empreendimentos no Nordeste em uma única tarde – Enrique tem mostrado uma habilidade invejável para discorrer sobre seu plano de negócios. E, em função da complicada situação não só do mercado, como de várias empresas, tem encontrado ressonância nas empresas. “Ele tem pouca credibilidade, mas é sedutor e muitas companhias, que estão praticamente sem saída, viram nessa holding uma promessa de salvação”, diz uma fonte do setor.

O Valor teve acesso ao plano de negócios da holding, que se vende como a plataforma líder de “real estate” no país. A apresentação impressiona pela complexidade e pela ambição. Para reduzir os custos operacionais e conseguir economia de escala, a idéia é criar uma empresa única centralizada, com uma sede e uma única estrutura financeira, administrativa, de marketing, construção e vendas. Uma companhia saudável, não contaminada pelas dívidas das companhias abertas, que fica com parte dos ativos das empresas, e que a médio prazo abriria capital lá fora: 40% nas bolsas de Londres e Nova York (sendo 20% de oferta secundária e 80% de oferta primária). “Os recursos da oferta primária serão destinados preferencialmente para o pagamento dos ativos adquiridos das S.A listadas e para eliminar as dívidas corporativas das companhias”, discorre o plano.

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As companhias se especializarão, na baixa renda, média, alto padrão, comercial, ficando com pelo menos 65% da atividade no segmento específico. A holding, segundo o plano de negócios, entrará em novas atividades, como corretagem – será proposto aos principais bancos do país a criação de um instrumento de corretagem que usaria as agências para captação de vendas. Também pretendem criar um companhia hipotecária, uma seguradora e montar um patrimônio para ser alugado. Promete, ainda, alianças internacionais e para isso teria escritórios em Nova York, Londres, Madri, Moscou e Dubai. Mas a ousadia não termina aí. O plano de negócios diz que “é objetivo prioritário da empresa que suas controladas criem novas cidades, desenhem a expansão de grandes cidades do Brasil em colaboração com grandes grupos internacionais.”

O empresário espanhol está apresentando aos empresários brasileiros uma estrutura de empresas em cascata, com um modelo complexo de participações cruzadas (ver tabela acima). Os donos de companhias abertas brasileiros, que no plano de negócios são chamados de fundadores, teriam 40% da nova empresa, mas continuariam com as suas respectivas empresas, que se mantém independentes e listadas em bolsa. O plano de negócios foi montado de tal forma a evitar o disparo de “poison pill” (mecanismo que protege a empresa de uma compra hostil) e tag along (direito do minoritário de receber o que foi pago ao controlador ) já pensando no efeito que a possível montagem de uma estrutura desse porte poderia causar sobre os minoritários.

A questão é que, além de um escândalo envolvendo a empresa que fundou, a Astroc, na Espanha, o empresário teve problemas recentes no Brasil. No dia da assinatura do contrato e pagamento de 70 milhões de euros pela aquisição do Complexo da Costa do Sauípe, na Bahia, Enrique Bañuelos desistiu do negócio. A crise e o acerto do valor em euros, antes da desvalorização do real, teriam sido os motivos para a desistência do negócio.

Relatório do terceiro trimestre da Afirma, nome atual da Astroc, diz que a empresa participa em 55% da Brasil Real Estate New Project Participações, S.A, cujo objetivo é desenvolver um projeto turístico no Brasil de longo prazo.

Todas as empresas citadas foram procuradas. Segundo assessoria de imprensa da Tecnisa, a empresa recebeu a visita dos investidores espanhóis, porém a conversa não evoluiu. A Abyara informou que “está aberta a negociações, mas por questões estratégicas prefere não comentar sobre rumores de mercado”. A Rossi informou que não esteve em contato com o investidor espanhol Enrique Bãnuelos, assim como Klabin Segall e Even.

Fonte: Valor