Programa habitacional do Governo ‘Minha casa, minha vida’

13 abril, 2009

No site da Caixa, você encontra todas as informações sobre o programa habitacional do Governo Federal ‘Minha casa, minha vida’ e também podem fazer uma simulação.

Clique aqui para acessar o site da Caixa, ou clique aqui para buscar o seu futuro imóvel.


Especialistas indicam as regiões do Rio com ofertas de imóveis até R$ 500 mil

30 março, 2009

No anúncio do novo pacote de habitação do governo federal, a classe média foi beneficiada com a ampliação do limite de financiamento de R$ 350 mil para R$ 500 mil, para novos imóveis na planta ou em construção, com recursos do FGTS. No Rio de Janeiro, especialistas em mercado imobiliário indicam que é nos bairros de Jacarepaguá, Campo Grande e Barra da Tijuca que estão as melhores ofertas de imóveis de três ou quatro dormitórios até o valor total disponibilizado pelo fundo garantidor. Segundo levantamento da Ademi, entre os anos de 2007 e 2008, a cidade teve aproximadamente 13.405 novas unidades residenciais à venda, sendo 42% delas com o custo acima de R$ 251 mil.

Com a liberação do FGTS, as pessoas vão poder comprar apartamentos maiores, dependendo do bairro. Em Jacarepaguá, Barra e em áreas do subúrbio você consegue comprar um apartamento sala e três ou quatro quartos. Já em alguns bairros da Zona Sul, você pode conseguir imóveis usados de até dois quartos nesse valor de R$ 500 mil e sem garagem. Um apartamento novo com esse valor você só consegue de no máximo um quarto – destaca Casemiro Vale, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (CRECI – RJ).

A disparidade de oferta de imóveis na Barra, Campo Grande,Vila da Penha e Jacarepaguá em relação aos outros bairros é grande e mostra, segundo a Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), que esta é a tendência natural de crescimento da cidade. Nestas regiões há uma maior disponibilidade de terrenos a menores custos e uma legislação que não impõe tantas limitações quanto às de outras áreas, como a Zona Sul. Além disso, segundo Rodolfo Vasconcelos, conselheiro da Ademi, os lançamentos dessas áreas da cidade oferecem uma boa infra-estrutura, difícil de ser encontrada em outras regiões.

Na Barra, você encontra lançamentos por R$ 3 mil o metro quadrado. Ou seja, você pode conseguir um imóvel de até 140 metros quadrados, com três ou quatro dormitórios e com uma infra-estrutura de lazer que é mais difícil de ser encontrada em outras áreas. No entanto, na área da Península, o o preço total do imóvel do mesmo tamanho vai para R$ 700 mil – explica Rodolpho Vasconcelos.

Para Roberto Kauffmann, presidente do Sinduscon-RJ, o valor do metro quadrado, para compra e venda, tende a sofrer uma redução devido às novas condições anunciadas – como a queda nos custos com seguro e com documentos cartoriais, prevista pelo plano. Por outro lado, os custos de construção devem permanecer inalterados. O preço do metro quadrado da construção (Custo Unitário Básico da Construção Civil – CUB) no Rio, segundo levantamento do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio de Janeiro (Sinduscon-RJ), em fevereiro de 2009, tem uma variação de R$ 583,50 a R$ 1.279,56, de acordo com o padrão de moradia. Ao valor mais alto correspondem os imóveis unifamiliares de alto padrão e, ao menor, os projetos de interesse social.

O aumento do valor dos imóveis a serem financiados para a classe média foi uma medida saudável, que vai possibilitar o acesso do mutuário a apartamentos maiores e mais caros. Com o plano a atual pequena estagnação do mercado imobiliário deverá ser revertida – avalia Roberto Kauffmann.

Imóvel novo ou usado

A nova medida do governo federal permite o financiamento com recurso do FGTS apenas de imóveis na planta ou em construção, no entanto, para muitas pessoas, a compra de um imóvel usado ainda pode ser atrativa, seja pelos valores mais baixos, seja pela disponibilidade imediata do imóvel. Os apartamentos antigos têm a vantagem de já estarem prontos e contarem, algumas vezes, com melhorias como pisos e armários, além de serem mais fáceis de negociar. Por sua vez, os lançamentos geralmente oferecem uma infraestrutura mais moderna. Alguns chegam até a contribuir para a economia de água e energia com a utilização de hidrômetros individuais, equipamentos para energia solar e captação de águas de chuva, além de, é claro, oferecerem um maior número de vagas de automóvel e áreas de uso comum para diversas atividades como salão de festas, ginástica, etc.

Tudo vai depender da urgência do comprador. Em geral, o apartamento novo na planta traz gastos adicionais, pois o mutuário começa a pagar a prestação de obra e acumula este gasto com os custos de moradia, como aluguel, até poder se mudar. Essa é a grande dificuldade para compra de um imóvel em seu lançamento. O apartamento usado não precisa ter uma espera tão grande, pois já está construído – diz Casemiro Vale.

Fonte: O Globo


Mantega diz que pacote habitação sai até dia 18 de março

6 março, 2009

Presidente da Abramat disse que ministro informou que governo tornará pacote habitacional mais amplo

O presidente a Associação da Indústria de Material de Construção (Abramat), Melvyn Fox, disse nesta quinta-feira, 5, que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou, durante a reunião do Grupo de Acompanhamento da Crise (GAC), que o governo vai anunciar o pacote de medidas para o setor habitacional no dia 17 ou 18 de março. Após a reunião, que durou praticamente toda a tarde, Fox elogiou o encontro com o ministro porque, segundo ele, foram apresentados dados mais efetivos, como por exemplo a informação do anúncio do pacote de habitação.

Ele disse que, no encontro, Mantega informou que o governo vai tornar o pacote mais amplo, com subsídio garantidos por recursos do FGTS para famílias com renda de até 10 salários mínimos. Segundo o dirigente, a proposta é mais ampla que a inicialmente previsto, que era para famílias com renda até 5 salários mínimos. “Quem ganha menos terá um subsídio maior”, disse Fox. O governo pretende, segundo ele, fazer um milhão de casas populares em dois anos.

Fox também contou que Mantega disse que vai reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre material de construção, mas o ministro não detalhou quais produtos poderão ter redução de tributo. A Abramat defendeu IPI zero para todos os produtos por um prazo de dois anos. Seria uma ação semelhante ao que o governo fez para o setor automobilístico, dando incentivo por um prazo específico.

O empresário disse que, na reunião, se discutiu a ampliação do teto do valor do imóvel para compra com recursos do FGTS, que hoje está em R$ 350 mil para R$ 600 mil.

Fonte: Estadao


Juro da casa própria no Brasil poderá ser abatido do IR

19 fevereiro, 2009

O governo está prestes a anunciar o pacote de estímulo à construção civil, o que está previsto para o início de março. Para isso, a equipe econômica está fazendo os últimos ajustes no tamanho dos subsídios que serão concedidos a empresas e pessoas físicas que buscam a casa própria.

Na mesa dos técnicos do Ministério da Fazenda, estão ações que vão desde uma desoneração de até R$ 1,1 bilhão para materiais de construção até a possibilidade de abater o pagamento de juros com a compra de imóveis do Imposto de Renda.

Entre os materiais de construção que podem ser beneficiados está o cimento, que representaria renúncia de R$ 358,75 milhões por ano, se fosse zerada a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Ela hoje é de 5%. Outros produtos são azulejos, louças, vidros e telhas.

A avaliação da equipe econômica também inclui estímulos à informatização de cartórios mediante aumento das deduções dos investimentos em informática da base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a definição de um prazo de carência para o pagamento de prestações – durante a construção do imóvel – para compradores de baixa renda.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já anunciou que a ideia do governo é que o pacote resulte na construção de 500 mil casas populares este ano e mais 500 mil em 2010.

O estímulo à construção civil é visto pelo governo como estratégico no combate aos efeitos da crise econômica mundial, pois o setor é considerado grande empregador e motor do crescimento.

Fonte: Gazeta do Povo


Construtoras terão R$ 10 bilhões para capital de giro, diz Fazenda

30 outubro, 2008

Os recursos serão provenientes da caderneta de poupança.
Do valor total, Caixa Econômica disponibilizará R$ 3 bilhões.

O Ministério da Fazenda informou nesta quarta-feira (29) que as empresas que atuam na construção habitacional poderão contar com cerca de R$ 10 bilhões a mais em linhas de capital de giro.

O governo informou que os recursos serão provenientes da caderneta de poupança. A medida foi adotada para facilitar o acesso ao crédito para estas empresas, diz o governo federal.
Segundo o Ministério da Fazenda, para possibilitar a lilberação destes R$10 bilhões da poupança pelos bancos, passará a ser permitida a aplicação de recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) em capital de giro para construtoras, o que era vetado até o momento.

Esta permissão se aplica a todas as instituições financeiras que operam com recursos do SBPE e estará limitada a até 5% do saldo da poupança (R$ 205 bilhões no fim de setembro). Os recursos serão aplicados nas condições atuais do SBPE.

Linha de crédito da Caixa

O Ministério da Fazenda informou que, do valor total, R$ 3 bilhões são da Caixa Econômica Federal e R$ 7 bilhões de outras instituições financeiras. A linha da Caixa contará com um mecanismo de garantias adicionais - com o objetivo de reduzir a percepção de risco.

O governo permitirá que a Caixa mantenha em um fundo de reserva, parte dos dividendos que seriam distribuídos para a União. Com esses recursos, forma-se um lastro que garantirá até 35% do valor das operações realizadas pela Caixa, diz a Fazenda. O valor total dos dividendos que pode ser retido é, portanto, de R$ 1,05 bilhão.

O Ministério da Fazenda salientou que essa reserva só será utilizada em “última instância”, pois serão exigidas as garantias habituais dos proponentes. Ela serve apenas, diz o governo, como “garantia adicional” para reduzir a percepção de risco das operações. Uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) definirá as condições para os financiamentos.

Fonte: G1


Ações de construtoras têm alta após anúncio de crédito

22 outubro, 2008

O anúncio de que o governo destinará até R$ 4 bilhões para a construção civil animou ontem as empresas do setor listadas na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo). Apesar de o Ibovespa (índice de preços médios praticados na Bolsa) ter caído 1,01%, a maioria das construtoras registrou fortes valorização de seus papéis.

As maiores altas ficaram com Abyara (20,12%), Tenda (15,26%) e Agra (10,71%), porém as ações de tais empresas ainda permanecem cotadas a menos de R$ 2. Empresas com papéis mais valorizados também subiram bastante hoje, como a Rossi (11,94%), Klabin Segall (9,71%), Cyrela (9,21%) e PDG Realty (5,40%).

As ações da Gafisa também subiram 7,41%. Além do anúncio do governo, foram impulsionadas pela venda de 5% de seus ADRs (papéis em circulação na Bolsa de Nova York) ao milionário americano Sam Zell. Hoje, o banco Fator melhorou a recomendação dos papéis da Gafisa, classificando-os como atraentes para compra.

O setor de construção civil foi o mais penalizado, mesmo antes de o início da crise. De agosto até a semana passada, as ações das empresas da área tinham perdido, em média, 60% de seu valor.

As construtoras já vinham sofrendo antes porque, segundo analistas, com a abundância de liquidez, muitas empresas pequenas e despreparadas abriram seu capital. Porém, fizeram planejamentos inadequados e, com a restrição ao crédito, não manterão a previsão de lançamentos. Várias delas reviram suas metas nas últimas semanas.

O anúncio feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, anteontem, no entanto, parece ter dado nova injeção de ânimo ao setor, que tem demanda por 8 milhões de moradias. Apesar de não ter entrado em detalhes, o ministro disse que o reforço de R$ 4 bilhões deverá ser feito via BNDES.

O crédito seria liberado, segundo ele, porque as empresas tinham sinalizado com deficiência em capital de giro. “O governo está montando um sistema para viabilizar esses investimentos’’, afirmou Mantega.

Fonte: Jcnet


Pacote de ajuda à construção civil pode chegar a R$ 4 bilhões

21 outubro, 2008

O pacote de medidas de ajuda do governo ao setor da construção civil envolverá o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Caixa Econômica Federal (CEF), num aporte conjunto de recursos para capitalização das construtoras. A Caixa lançará linha de crédito especial voltada a capital de giro; o BNDES subscreverá debêntures e participará do capital de empresas com ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo.

O governo ainda não bateu o martelo em torno do valor total do pacote, que pode ir de R$ 2,5 bilhões a R$ 4 bilhões, para serem desembolsados imediatamente. As medidas, delineadas há uma semana, aguardam a aprovação dos ministérios do Planejamento e da Fazenda e o aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Se o sinal verde for dado até amanhã, as medidas podem ser anunciadas na abertura do 80º Encontro Nacional da Indústria da Construção, em São Luiz (MA). No encontro, Lula será representado pelo presidente do BNDES, Luciano Coutinho.

Caixa e BNDES devem dividir meio a meio o ônus financeiro do programa. Segundo fontes, o objetivo do programa, além de permitir a conclusão de empreendimentos imobiliários já iniciados, é facilitar processos de eventuais fusões e incorporações entre as companhias. De acordo com dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) há em torno de 100 mil construtoras no País, dos mais variados portes. Apenas 25 são listadas em bolsa. Doze são acompanhadas mais de perto pelo mercado financeiro.

A participação do BNDES se restringiria às companhias de capital aberto, com limite de participação acionária. Seria uma linha também de capital de giro, mas por meio de debêntures conversíveis em ações. Na modelagem, há cláusulas que definem a saída do banco e também proteções para que evitar conversão em época de extrema desvalorização dos papéis, como a atual.

O banco não quer ser acionista de construtoras e muito menos ter participação relevante no capital, dizem fontes que participaram da formatação das medidas. O papel do BNDES será o de fortalecer as empresas para a transição entre a crise e a normalidade de mercado, evitando quebradeira no setor. O objetivo emergencial é assegurar a conclusão de projetos previstos para 2009.

Fonte: Gazeta do Povo