Tenda prevê 5 mil unidades do “Minha Casa” em 1 ano

15 julho, 2009

A construtora Tenda pretende lançar, no prazo de 1 ano, 5 mil unidades para o segmento de renda de até três salários mínimos, contemplado no programa habitacional do governo federal “Minha Casa, Minha Vida”. Ainda não há definição de qual parcela das cinco mil unidades será lançada ainda em 2009. Quando esse volume for estimado, a Tenda poderá revisar para cima a projeção das vendas contratadas. A meta de vendas contratadas da Tenda para 2009 vai de R$ 1,4 bilhão a R$ 1,6 bilhão. A companhia tem a expectativa de que as unidades enquadradas na faixa de três a dez salários mínimos (de R$ 1.395 a R$ 4.650) do programa habitacional respondam por parcela de 80% do total projetado para este ano. Segundo o diretor financeiro e de relações com investidores da companhia, Paulo Mazzali, os efeitos do programa de habitação começaram a ser sentidos na segunda metade de abril, mas em menor intensidade. “Em maio e junho, os níveis de vendas aumentaram em relação a março, mês em que foram vendidas 1.200 unidades”, disse Mazzalli. No segundo trimestre de 2009, a Tenda fez o repasse de clientes de 1 mil unidades para a Caixa Econômica Federal (CEF), 100% no escopo do programa habitacional. Segundo o executivo da Tenda, os 80 projetos que serão financiados pelos recursos das debêntures captadas pela companhia se enquadram no “Minha Casa, Minha Vida”. No primeiro trimestre deste ano, a companhia não lançou empreendimentos, dando prioridade à venda de estoques. “No segundo trimestre, fizemos lançamentos pontuais em que os estoques estavam mais baixos”, disse Mazzali, sem citar volumes.

Fonte: Portal Exame


Casa própria, a primeira compra de uma lista

9 julho, 2009

Empresas ligadas a bens duráveis, como fogões e geladeiras, serão beneficiadas por Selic menor e pelo programa “Minha Casa, Minha Vida”

O processo de redução da taxa Selic, a um patamar abaixo de um dígito, traz novas perspectivas para empresas dos setores imobiliário e varejista no longo prazo. Com juros menores e as medidas de estímulo do governo à aquisição da casa própria, através do programa “Minha Casa, Minha Vida”, ampliam-se as expectativas de avanço da venda de bens duráveis, como geladeiras, fogões, micro-ondas e móveis, entre outros produtos, para as novas unidades habitacionais que serão construídas.

Após a última redução da Selic, que recuou a 9,25% ao ano – o menor patamar desde sua criação, em 1986 -, várias instituições financeiras voltaram a assumir postura proativa na concessão de crédito imobiliário, anunciando redução nos juros cobrados nesses financiamentos. Alguns bancos divulgaram também o aumento dos prazos de pagamento. A própria Caixa Econômica Federal, líder nesse mercado e principal agente de execução do programa “Minha Casa, Minha Vida”, baixou os juros.

Segundo o Banco Central, os valores destinados à habitação – referentes às operações de crédito com recursos compulsórios ou governamentais – avançaram 13,1% de janeiro. Em vigor desde 13 de abril, o pacote habitacional prevê a produção de um milhão de moradias para famílias com renda mensal de até dez salários mínimos, mas sem prazo definido. O governo estima que serão erguidas 400 mil moradias para a faixa de até três salários mínimos, 400 mil para o segmento de três a seis salários mínimos e 200 mil unidades para a faixa de seis a dez salários mínimos.

A demanda por imóveis enquadrados no programa aumentou, mas os efeitos das medidas do governo na produção efetiva das unidades habitacionais dependerão do ritmo com que os projetos serão aprovados e as licenças obtidas. Existem projetos credenciados no programa, mas a entrega das unidades enquadradas só deve começar em 2010.

Mais prazo para pagar

Um dos motivos para o foco das atenções ser a classe C é o aumento da representatividade do segmento na população brasileira. De acordo com levantamento da Target Marketing, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a classe C – com renda média de R$ 1.179 – passou a representar 46% da população brasileira em 2008, ante 31% do ano anterior. Dessa forma, a camada populacional localizada entre as classes A, B e C subiu de 48,5% para 74,2%, no período.

Essa faixa, que compra no varejo sobretudo por meio de financiamento, já vem se beneficiando da ampliação dos prazos para aquisição de bens, excluindo veículos, que já avançou cinco dias desde o início do ano, para 202 dias, maior valor desde fevereiro de 2008 (203 dias), segundo o Banco Central. Desde o início do ano, outro indicador que também acompanha a redução da Selic é a taxa anual de juros à pessoa física na aquisição de bens, que fechou maio em 47,3%, o que representou um recuo de 10,6% ante dezembro e de 5,3% nos últimos três meses encerrado em maio na comparação com o trimestre imediatamente anterior.

Justamente esta perspectiva de aumento na comercialização de eletrônicos e eletrodomésticos, a uma taxa média de 14,6% anual entre 2008 e 2013, é que levou o Grupo Pão de Açúcar a se lançar neste mercado, com a compra do controle do Ponto Frio. Segundo o vice-presidente executivo do Pão de Açúcar, Enéas Pestana, o crescimento deste mercado será impulsionado pela expansão da renda dos brasileiros e do crédito, constante renovação tecnológica e a baixa penetração de alguns produtos nos lares brasileiros. Além disso, o executivo destaca a expansão do mercado imobiliário, como um fator adicional de alta.

Pão de Açúcar vende casas

De olho ainda no crescimento do mercado imobiliário, o Pão de Açúcar contará com uma subsidiária para atuar exclusivamente neste ramo. Na região do Jaguaré, na capital paulista, dentro de um terreno ao lado de um hipermercado, por exemplo, a empresa construiu seis prédios, com um total de 390 apartamentos. A ideia de separar as operações de varejo do ramo imobiliário ocorre, sobretudo, para distinguir os ganhos de cada área dentro das operações da companhia aos acionistas. A expectativa é de que a subsidiária, que administrará o aluguel das galerias instaladas nos hipermercados, entre outros negócios, passe a atuar a partir do terceiro trimestre deste ano, com o nome de GPA Malls & Properties.

Para a indústria de painéis de madeira, as expectativas são mais animadoras do que as condições enfrentadas desde o acirramento da crise financeira internacional em outubro do ano passado. A Associação Brasileira da Indústria de Painéis de Madeira (Abipa) está pleiteando junto ao governo federal a desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de painéis de madeira, cuja alíquota atual é de 10%, e móveis, segmento em que a maioria dos produtos tem alíquota de 5%. A Abipa solicitou ao governo também que os imóveis do programa “Minha Casa, Minha Vida” sejam entregues mobiliados. Se aprovadas, essas medidas irão estimular o aumento da demanda por painéis de madeira.

Essa reportagem foi originalmente publicada no AE Empresas e Setores, serviço de informações e análises sobre o setor corporativo da Agência Estado.

Fonte: AE Investimentos


“Minha Casa, minha vida” dá os primeiros sinais de organização.

10 maio, 2009

Os representantes de famílias com renda de até três salários mínimos (R$ 1.395), interessados em financiar imóveis através da Caixa Econômica Federal (Cef), podem fazer suas inscrições ao programa “Minha Casa, Minha Vida” através de serviço telefônico 0800.

Embora mantendo a prática de orientar aos interessados para procurarem as prefeituras de seus municípios, a Cef disponibilizou para inscrições, desde a última quinta-feira (07, maio, 2009), o número 0800 726 0101.

As inscrições processadas através da Cef – por telefone; ou diretamente nas agências – serão repassadas para as secretarias de habitação de prefeituras ou governos de Estados. Estas acrescentarão as inscrições recebidas diretamente, organizarão os cadastros e os retornarão ao banco, para a análise final de concessão de crédito.

Por ora, não há balanço sobre o total brasileiro da demanda representada pela faixa de renda de até três salários mínimos, mas a oferta pode ser estimada. Na última quinta-feira (07, maio, 2009), a Cef informou que, em caráter nacional, recebeu propostas para construção de 11.198 unidades habitacionais, destinadas aos interessados com renda de até R$ 1.395.

Sem esclarecer se o critério vale para as demais faixas de renda previstas no programa “Minha Casa, Minha Vida”, a Cef adiantou que iniciará a análise dos cadastros dos interessados às vésperas (antecedência de três meses) da conclusão das primeiras unidades habitacionais. A previsão é que tal ocorra em 12 meses, a contar deste mês de maio (2009).

Fontes: Ademi-RJ/Jornal Extra-RJ.


Programa habitacional do Governo ‘Minha casa, minha vida’

13 abril, 2009

No site da Caixa, você encontra todas as informações sobre o programa habitacional do Governo Federal ‘Minha casa, minha vida’ e também podem fazer uma simulação.

Clique aqui para acessar o site da Caixa, ou clique aqui para buscar o seu futuro imóvel.


Após pacote habitacional, aumenta procura por imóveis no país

5 abril, 2009

Famílias que ganham até dez salários serão beneficiadas com subsídios. Corretores esperam vender os apartamentos em menos tempo.

Nesta semana, o pacote habitacional anunciado pelo governo aumentou as chances de quem quer sair do aluguel. Famílias que ganham até dez salários mínimos por mês vão ser beneficiadas com subsídios e uma linha de crédito a juros baixos. Muitas famílias aproveitaram este sábado (4) para procurar uma casa para comprar.

O motorista Rodrigo Rinaldi foi um dos que procurou um imóvel. “Se Deus quiser vai fechar negócio. Tô nervoso”, disse. O autônomo Fábio de Lima está esperançoso. “A gente já sai sonhando em mudar né?” “Isso motiva a gente. Atraiu a gente a procurar”, diz a analista contábil Cecília Elói.

“A partir do momento que anunciaram o pacote o nosso volume teve esse aumento expressivo em todas as nossas praças. O cliente está ligando, está mais interessado, quer saber como pode fazer para comprar”, diz Peterson Quirino, diretor regional de construtora.

Em alguns conjuntos residenciais, prédios pequenos sem elevador, de até quatro andares e com apartamentos de dois quartos, com 48 metros quadrados, o prazo para venda era de três a seis meses.

Com as novas medidas, os corretores esperam vender os apartamentos em muito menos tempo.

Em Belo Horizonte, o mercado já sente os efeitos do novo plano. Duzentas e cinquenta unidades de um condomínio foram vendidas em apenas oito horas.

Entenda o pacote

O programa “Minha Casa, Minha Vida”, anunciado na quarta-feira (1) pelo governo federal, pretende construir até um milhão de moradias nos próximos anos. A parcela mínima para quem recebe até três salários mínimos será de R$ 50,00.

Do total de um milhão de moradias, 400 mil serão destinadas para quem tem renda até três salários mínimos. Outras 200 mil para quem recebe entre três e quatro salários mínimos. Cem mil para quem tem renda entre quatro e cinco salários mínimos. Outras 100 mil para quem recebe entre cinco e seis salários mínimos. As 200 mil restantes são para população que recebe entre seis e dez salários mínimos.

Para a faixa da população com menor renda (entre zero e três salários mínimos), a prestação das moradias não pode exceder 10% da renda do proprietário. O financiamento, neste caso, é de dez anos. O mutuário não poderá pagar uma parcela inferior a R$ 50,00.

Para quem recebe entre três e cinco salários mínimos, os financiamentos serão reajustados com taxas de juros de 5% ao ano. Para aqueles que têm renda entre cinco e seis salários mínimos, os juros serão de 6% ao ano.

O valor máximo do imóvel nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal para habitações dessa faixa de renda será de R$ 130 mil. Em municípios acima de 500 mil habitantes, demais capitais e seus municípios limítrofes (vizinhos) o financiamento não pode ultrapassar R$ 100 mil. Nos demais municípios brasileiros, o valor máximo do imóvel deve ser de R$ 80 mil.

Fonte: G1


Especialistas indicam as regiões do Rio com ofertas de imóveis até R$ 500 mil

30 março, 2009

No anúncio do novo pacote de habitação do governo federal, a classe média foi beneficiada com a ampliação do limite de financiamento de R$ 350 mil para R$ 500 mil, para novos imóveis na planta ou em construção, com recursos do FGTS. No Rio de Janeiro, especialistas em mercado imobiliário indicam que é nos bairros de Jacarepaguá, Campo Grande e Barra da Tijuca que estão as melhores ofertas de imóveis de três ou quatro dormitórios até o valor total disponibilizado pelo fundo garantidor. Segundo levantamento da Ademi, entre os anos de 2007 e 2008, a cidade teve aproximadamente 13.405 novas unidades residenciais à venda, sendo 42% delas com o custo acima de R$ 251 mil.

Com a liberação do FGTS, as pessoas vão poder comprar apartamentos maiores, dependendo do bairro. Em Jacarepaguá, Barra e em áreas do subúrbio você consegue comprar um apartamento sala e três ou quatro quartos. Já em alguns bairros da Zona Sul, você pode conseguir imóveis usados de até dois quartos nesse valor de R$ 500 mil e sem garagem. Um apartamento novo com esse valor você só consegue de no máximo um quarto – destaca Casemiro Vale, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (CRECI – RJ).

A disparidade de oferta de imóveis na Barra, Campo Grande,Vila da Penha e Jacarepaguá em relação aos outros bairros é grande e mostra, segundo a Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), que esta é a tendência natural de crescimento da cidade. Nestas regiões há uma maior disponibilidade de terrenos a menores custos e uma legislação que não impõe tantas limitações quanto às de outras áreas, como a Zona Sul. Além disso, segundo Rodolfo Vasconcelos, conselheiro da Ademi, os lançamentos dessas áreas da cidade oferecem uma boa infra-estrutura, difícil de ser encontrada em outras regiões.

Na Barra, você encontra lançamentos por R$ 3 mil o metro quadrado. Ou seja, você pode conseguir um imóvel de até 140 metros quadrados, com três ou quatro dormitórios e com uma infra-estrutura de lazer que é mais difícil de ser encontrada em outras áreas. No entanto, na área da Península, o o preço total do imóvel do mesmo tamanho vai para R$ 700 mil – explica Rodolpho Vasconcelos.

Para Roberto Kauffmann, presidente do Sinduscon-RJ, o valor do metro quadrado, para compra e venda, tende a sofrer uma redução devido às novas condições anunciadas – como a queda nos custos com seguro e com documentos cartoriais, prevista pelo plano. Por outro lado, os custos de construção devem permanecer inalterados. O preço do metro quadrado da construção (Custo Unitário Básico da Construção Civil – CUB) no Rio, segundo levantamento do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio de Janeiro (Sinduscon-RJ), em fevereiro de 2009, tem uma variação de R$ 583,50 a R$ 1.279,56, de acordo com o padrão de moradia. Ao valor mais alto correspondem os imóveis unifamiliares de alto padrão e, ao menor, os projetos de interesse social.

O aumento do valor dos imóveis a serem financiados para a classe média foi uma medida saudável, que vai possibilitar o acesso do mutuário a apartamentos maiores e mais caros. Com o plano a atual pequena estagnação do mercado imobiliário deverá ser revertida – avalia Roberto Kauffmann.

Imóvel novo ou usado

A nova medida do governo federal permite o financiamento com recurso do FGTS apenas de imóveis na planta ou em construção, no entanto, para muitas pessoas, a compra de um imóvel usado ainda pode ser atrativa, seja pelos valores mais baixos, seja pela disponibilidade imediata do imóvel. Os apartamentos antigos têm a vantagem de já estarem prontos e contarem, algumas vezes, com melhorias como pisos e armários, além de serem mais fáceis de negociar. Por sua vez, os lançamentos geralmente oferecem uma infraestrutura mais moderna. Alguns chegam até a contribuir para a economia de água e energia com a utilização de hidrômetros individuais, equipamentos para energia solar e captação de águas de chuva, além de, é claro, oferecerem um maior número de vagas de automóvel e áreas de uso comum para diversas atividades como salão de festas, ginástica, etc.

Tudo vai depender da urgência do comprador. Em geral, o apartamento novo na planta traz gastos adicionais, pois o mutuário começa a pagar a prestação de obra e acumula este gasto com os custos de moradia, como aluguel, até poder se mudar. Essa é a grande dificuldade para compra de um imóvel em seu lançamento. O apartamento usado não precisa ter uma espera tão grande, pois já está construído – diz Casemiro Vale.

Fonte: O Globo


Pacote habitacional terá R$ 12 bilhões do FGTS

24 março, 2009

Para 2009, FGTS disponsibilizará R$ 4 bilhões para plano habitacional. Conselho destinou outros R$ 4 bilhões para saneamento e transportes.

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, anuncia a ampliação do seguro-desemprego (Foto: Marcello Casal JR/Agência Brasil)

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, anuncia a ampliação do seguro-desemprego (Foto: Marcello Casal JR/Agência Brasil)

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, anunciou nesta terça-feira (24) que o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) disponibilizará R$ 12 bilhões para o plano habitacional, cujo objetivo é construir um milhão de moradias populares até o fim de 2010. Do total, R$ 4 bilhões serão destinados já para o ano de 2009, segundo confirmou nesta terça-feira (24) o Conselho Curador do FGTS. Desses R$ 4 bilhões, R$ 1,6 bilhão já havia sido aprovado em outubro do ano passado. O restante, segundo Lupi, será liberado no ano que vem.

“Como um milhão de casas não serão construídas neste ano, ficou parte para este ano, no valor de R$ 4 bilhões, e o restante para 2010″, disse Lupi. O orçamento do FGTS tem de ser aprovado pelo Congresso Nacional posteriormente, informou o ministro do Trabalho.

O ministro do Trabalho informou ainda que, na faixa de zero a três salários mínimos, haverá subsídio do Tesouro Nacional. Os recursos do FGTS, segundo ele, serão aplicados na compra de casa própria para quem ganha mais de três salários mínimos. A expectativa do ministro é que o plano habitacional gere 532 mil novos empregos, e 0,7 ponto percentual a mais de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

O ministro do Trabalho avaliou que não há “desequilíbrio” nas contas do FGTS. Segundo ele, o fundo, que administra recursos dos trabalhadores, tem “saúde financeira forte”. “Tem um patrimônio de R$ 200 bilhões”, acrescentou ele.

Saneamento e transportes

Além dos R$ 12 bilhões para o plano habitacional, o ministro Lupi informou que o Conselho Curador do FGTS também aprovou outros R$ 4 bilhões para saneamento básico e transportes. Deste valor total, R$ 3 bilhões vão para saneamento básico. O restante, R$ 1 bilhão, será destinado ao setor de transportes, mais especificamente para a renovação da frota de ônibus. Estas medidas, disse Lupi, visam gerar mais 260 mil empregos com carteira assinada.

Fonte: G1