Em seis meses, ‘Minha Casa, Minha Vida’ cumpriu apenas 8,9% da meta

11 outubro, 2009

Relatório mostra que 89 mil moradias estão em fase de construção.
Objetivo é fazer 1 milhão de moradias populares até o final de 2010.

Lançado em 25 de março com a missão de construir 1 milhão de moradias populares até o final do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o programa “Minha Casa, Minha Vida” completa seis meses na próxima terça-feira (13) – data do início das operações comerciais do programa – com apenas 8,9% de casas encaminhadas para construção.

O G1 teve acesso ao último balanço elaborado pelo governo, segundo o qual 89,3 mil casas tiveram a construção contratada pelo governo junto às construtoras. Os empresários do setor avaliam que o baixo percentual de realização do programa está ligado ao modelo de financiamento da infraestrutura básica de cada projeto.

No começo da semana, eles se reuniram com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, para tratar do assunto. Os empresários argumentam que a Caixa Econômica Federal (CEF) só recebe os projetos das empreiteiras depois que a previsão de investimentos em infraestrutura está garantida.

“Temos que considerar que desses seis meses de execução tivemos dois meses de greve dos técnicos da Caixa. Hoje, a Caixa está analisando projetos que prevêem a construção de cerca de 355 mil moradias”

Atualizados em 5 de outubro, os dados mostram que a Caixa já recebeu 1.856 propostas de financiamentos. Essas medidas prevêem a construção de aproximadamente 355 mil habitações.

O balanço mostra ainda que a maioria dos contratos já assinados – cerca de 44 mil – são destinados a mutuários com renda de até três salários mínimos. Já na faixa de renda entre três e seis salários foram liberadas para construção 33 mil habitações e para quem tem renda superior a seis salários mínimos foram financiadas pouco mais de 11 mil moradias. Todos esses contratos somam pouco mais de R$ 22 bilhões.

Quando o programa foi lançado, no final de março, a governo anunciou que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) teria uma linha de financiamento de R$ 5 bilhões para atender as construtoras nessa questão. Contudo, seis meses após a operacionalização do programa, o BNDES ainda não abriu oficialmente essa linha de crédito. A previsão é que ao longo da próxima semana isso seja feito.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) informou que as 13 maiores construtoras de imóveis no país pretendem financiar até 389 mil habitações usando as regras do programa “Minha Casa, Minha Vida”. Desse total, 125 mil unidades estão em processo de análise pela Caixa.

No entanto, a maior parte dos empreendimentos contratados pelo banco até agora foi a pedido das pequenas e médias construtoras. Das 89,3 mil moradias contratadas, pouco mais de 10 mil são provenientes de projetos de grandes construtoras.

Empresas comemoram

Apesar de ainda ser um percentual pequeno considerando a meta total, o governo e as construtoras comemoram o resultado. Para o presidente da CBIC, Paulo Simão, o programa está com uma execução dentro do esperado e a expectativa do setor é de que até o final do ano a Caixa já tenha contratado cerca de 400 mil unidades.

“Fizemos uma reunião na quarta-feira com a ministra Dilma e os resultados do programa são muito bons. Temos que considerar que desses seis meses de execução tivemos dois meses de greve dos técnicos da Caixa. Hoje, a Caixa está analisando projetos que prevêem a construção de cerca de 355 mil moradias. Se tudo der certo, devemos terminar o ano com 500 mil no sistema e 400 mil já contratadas”, comemora Simão.
“Depois de julho teremos as dificuldades que sempre acontecem nos anos eleitorais”

Segundo ele, as construtoras já têm projetos que englobam cerca de 112 mil moradias que aguardam apenas alguns detalhes para serem analisados pela Caixa. Mesmo assim, Simão diz acreditar que será difícil atingir a meta de um milhão de moradias. Ele estima que até julho do ano que vem o banco já tenha aprovado a contratação de 750 mil habitações. “Depois de julho teremos as dificuldades que sempre acontecem nos anos eleitorais”, analisa.

O empresário explicou também que em alguns lugares do país é muito difícil financiar imóveis para pessoas com renda de até três salários mínimos. “Em cidades como São Paulo e Belo Horizonte, por exemplo, é mais difícil viabilizar moradias para essa faixa de renda, porque há poucos terrenos ou os terrenos são muito caros”, conta.

Simão afirmou ainda que o atual estágio do programa “Minha Casa, Minha Vida” já está fazendo com que o governo pense em ampliar as metas do programa e sua previsão de investimentos federais para os próximos anos.

Fonte: Jeferson Ribeiro Do G1, em Brasília


São José dos Pinhais desperta para o mercado imobiliário

4 outubro, 2009

Os imóveis da terceira cidade mais rica do Paraná valorizaram entre 20% e 25% do ano passado para cá e o volume de crédito para a compra da casa própria até o mês de setembro ultrapassa 2008.

A vinda de montadoras para São José dos Pinhais, no fim da década de 1990, e as mudanças que vieram dessa industrialização continuam a provocar transformações profundas no município. Só nos últimos nove anos a população de pouco mais de 204 mil habitantes passou para 279,2 mil, segundo estimativas do Instituto Paranaense de Desen­­volvimento Econômico e Social, o Ipardes, e demanda por moradia precisa ser suprida.

De 2007 para 2008 o número de alvarás concedidos para novas construções residenciais passou de 1.162 para 1.822, segundo a Secretaria de Urbanismo de São José dos Pinhais. De janeiro a agosto deste ano já somam 524.

O volume de crédito para a compra da casa própria no município supera todo o ano de 2008. De acordo com a Caixa Econômica Federal, no ano passado foram liberados R$ 41 milhões em recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para 826 contratos e R$ 17 milhões em recursos da poupança para 236 contratos, somando 1.062 contratos para casa própria em São José dos Pinhais, em um total de R$ 55 milhões.

Até 28 de setembro deste ano, a CEF já contabilizava 1.123 contratos no total, referentes a R$ 77 milhões em crédito liberado – uma parte pelo Programa Minha Casa, Minha Vida, lançado em mar­­­ço pelo governo federal.

Fonte: Por Fabiane Ziolla Menezes / Gazeta do Povo


Mudanças no FGTS beneficiam construtoras de imóveis populares

2 outubro, 2009

O aumento do limite para o financiamento do programa Minha Casa, Minha Vida deve beneficiar empresas como Rossi e Cyrela.

O aumento do limite para o financiamento do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida aprovado pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) deve beneficiar as construtoras voltadas para atender as classes sociais mais baixas do país, segundo avaliação do banco britânico Barclays. Para os analistas, entre as companhias que mais serão beneficiadas estão a Rossi, Cyrela e Brookfield.

O conselho do FGTS, que é a principal fonte de financiamento do pacote governamental, elevou o valor dos imóveis que podem se enquadrar no programa em cidades com mais de 250 mil habitantes de 80 mil reais para 100 mil reais. Para as cidades com mais de um milhão de habitantes, o limite de financiamento passou de 80 mil reais para 130 mil reais. Antes, apenas moradores do Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro poderiam ter acesso a um financiamento, no âmbito do programa, de 130 mil reais.

A partir desse aumento, de acordo com o Barcalys, é esperado uma valorização dos terrenos, uma vez que as construtoras vão poder vender com preços mais elevados sem abrir mão dos subsídios do governo.

Os analistas do banco apontam, ainda, que o programa deve beneficiar, além das empresas, os próprios moradores de baixa renda, principalmente, das regiões distantes dos grandes centros, como São Paulo e Rio de Janeiro.

A mudança será implementada pela Caixa Econômica Federal, mas ainda não se sabe quando.

Fonte: Exame/Negócios


Valor do imóvel financiado sobe

2 outubro, 2009

Em reunião extraordinária do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o governo conseguiu ampliar o teto do valor do imóvel financiado com dinheiro do trabalhador no programa “Minha Casa, Minha Vida”. Agora, o valor do imóvel que poderá ser financiado em cidades com mais de 250 mil habitantes passou de R$ 80 mil para R$ 100 mil.

Já nos locais com mais de 1 milhão de pessoas, saltou de R$ 100 mil para R$ 130 mil.

Antes, apenas nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal os trabalhadores poderiam financiar imóveis de até R$ 130 mil. O conselho autorizou ainda o aumento de 30% para 100% da participação do Fundo de Investimento do FGTS (FI-FGTS) em empreendimentos de infraestrutura geridos pela Caixa Econômica Federal.

Com as mudanças, o governo poderá acelerar o programa “Minha Casa, Minha Vida” e as obras de infraestrutura, principalmente no próximo ano, de eleição presidencial. O “Minha Casa, Minha Vida” é uma das apostas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para angariar votos para a sua favorita à sucessão em 2010, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.

O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, tentou desvincular o aumento dos financiamentos habitacionais com a disputa eleitoral de 2010. Ele disse que a medida foi necessária porque, com os valores estipulados anteriormente, estava praticamente impossível encontrar imóveis que se enquadrassem no programa. “Não podemos nos pautar com o fato de ter ou não eleições. Essa é uma demanda da sociedade, porque há um grande déficit habitacional no País. Vamos fazer independentemente das eleições”

O Conselho Curador do FGTS aprovou ainda que o valor do imóvel financiado em todas as capitais brasileiras passe para R$ 130 mil a partir de janeiro de 2010. “A ideia é que todas as capitais passem a ter o mesmo tratamento de cidades com mais de 1 milhão de habitantes”, ressaltou Lupi. Com a medida, um número maior de famílias poderá se enquadrar nas regras do programa.

O governo Lula pretende construir 1 milhão de moradias nos próximos anos e reduzir em 14% o déficit habitacional, que atualmente é de 7,2 milhões de moradias. Mais de 90% do déficit habitacional está concentrado em famílias com renda de até 10 salários mínimos.

Fonte: Agência Estado


Caixa analisa 1.836 propostas de construtoras para o Minha Casa, Minha Vida

2 outubro, 2009

O Ministro das Cidades, Márcio Fortes, foi o entrevistado do programa Bom Dia Ministro, transmitido nesta quinta-feira (1) dos estúdios da EBC Serviços. Ele respondeu, ao vivo, a perguntas de radialistas de todo o país. O tema principal foi a oportunidade para moradores de municípios com menos de 50 mil habitantes participarem do programa Minha Casa, Minha Vida. O Ministro detalhou a novidade do programa, abordou a importância de apoio dos governos locais, o investimento em infraestrutura para a Copa do Mundo e novas campanhas relacionadas ao trânsito e ao uso de ciclovias. Informações adicionais sobre os temas da entrevista podem ser obtidas em www.cidades.gov.br. O programa Bom Dia Ministro é transmitido ao vivo pela NBR TV todas as quintas-feiras, das 8 às 9 horas. Abaixo, a síntese dos principais trechos.

Propostas envolvem 352.689 unidades
O Minha Casa, Minha Vida é um programa para a construção de um milhão de unidades habitacionais. Quando foi aprovada a legislação, um item específico foi colocado no Congresso e sancionado pelo presidente Lula, para a reserva de R$ 1 bilhão para cidades com menos de 50 mil habitantes. Há um leilão dos agentes financeiros. Os municípios com população de até 20 mil habitantes podem apresentar três projetos de, no máximo, 30 unidades habitacionais cada. Entre 20 mil e 50 mil habitantes, o máximo é de 60 unidades habitacionais por projeto. O estado, caso apresente, também contrapartida, pode apresentar proposta para município. Haverá especial atenção para as situações de populações em áreas de risco, situações de calamidade reconhecida ou lugares que tenham sofrido migrações intensas em função de grandes investimentos na região.

A Caixa Econômica Federal criou uma estrutura específica para atender o Minha Casa, Minha Vida. Estão sendo analisadas 1.836 propostas das construtoras. Isso envolve 352.689 unidades em estudo, cerca de um terço do total. Temos 76.201 unidades contratadas. As construtoras, a maioria habituada a atuar numa faixa de renda mais alta, tiveram que reprogramar ações e logística de insumos.
Muitas delas estavam acostumadas a trabalhar apenas em capitais ou em centros de maior população. A Caixa está ampliando, por meio da abertura de habilitações, o total das empresas credenciadas para trabalhar em construção civil e em projetos habitacionais. Hoje, há cerca de 2,4 mil empresas aprovadas e analisamos de nove mil a dez mil empresas novas. Com isso, será suprida a questão de ter construtora disponível em cidades de média ou baixa população.
A preocupação, agora, é com o volume de projetos. A Caixa vai ter que analisar rapidamente – porque tem que dar resposta em 30 dias, ou, no máximo, 45 dias. Os projetos estão sendo analisados com velocidade impressionante.

Prefeituras e
governos estaduais
devem participar
O recurso não vai para o governo ou para a prefeitura. A Caixa contrata diretamente. É importante para agilizar, mas não tira ou diminui a importância da participação do prefeito e do governador. Ao contrário, o prefeito e o governador participam intensamente com a doação de terrenos e redução de impostos, organizam o cadastro, atraem as construtoras num ambiente empresarial para que a Caixa selecione os projetos e construa as unidades.
O prazo para o envio de propostas para os municípios de menos de 50 mil habitantes no Minha Casa Minha Vida vai até 28 de outubro. Neste período liberaremos os normativos relativos ao leilão dos agentes financeiros. Assim que terminar este prazo, teremos a seleção dos agentes e, com isso, vamos fazer o cruzamento entre agente e proposta selecionada, para que, o mais rápido possível, comece a implementação.

Obras do PAC
Muitas pessoas já tinham se esquecido dos sonhos de ter casa, água encanada, esgoto tratado na sua rua, que o programa está propiciando e que passou a ser possível com o PAC. Eu distribuo o meu telefone celular e ninguém liga reclamando por estar ruim, atrasada a obra. Todo mundo quer pedir o seguinte: ministro, por que minha rua não tem PAC? Por quê não tem um PAC no meu bairro? Todo mundo quer PAC, água, esgoto… e vamos entrar mais profundamente na questão de transporte urbano.
Para financiamento, existe a necessidade de análise do risco da operação e da capacidade de endividamento do município ou do estado. É a ação do agente, que, no caso, pode ser o BNDES ou a Caixa. Também temos a Secretaria do Tesouro Nacional para definir a capacidade de endividamento.

R$ 5 bilhões para as
cidades-sede da Copa
Nós estamos em uma seqüência muito boa de eventos. Fizemos o Panamericano, depois o Para-Pan. Estamos, agora, com os jogos militares e, em 2014, teremos a Copa do Mundo, com investimentos já definidos. Os investimentos estão em curso e o aprendizado passa pelos três níveis: município, estado e União. Recebemos governadores, prefeitos e secretários, que trouxeram projetos atualizados na área de mobilidade urbana, para que analisássemos e víssemos a possibilidade de destinar financiamento para a Copa do Mundo. Temos R$ 5 bilhões a serem destinados a cidades-sede. E os projetos estão sendo recebidos. Mas não adianta ter um projeto muito bonito, se não ficar pronto até a Copa. Tem que ser sustentável pós Copa. Trazer a Olimpíada de 2016 seria um marco para todo o país.

Campanhas de trânsito
Tivemos a Semana Nacional do Trânsito, de 18 a 25 de setembro, e marcamos a retomada da nossa atividade de conscientização nos meios de comunicação. Já temos as agências de publicidade atuando e recursos liberados do Funset e do Dpvat que muita gente pensa que é apenas uma taxa para pagar. Uma das campanhas programadas vai esclarecer que qualquer pessoa que esteja na rua e venha a sofrer um acidente de trânsito faz um boletim de ocorrência, entra com a documentação e recebe o que tem direito, sem intermediário. Atualmente, as mortes de trânsito estão na faixa de 35 mil por ano e temos que diminuir com campanhas, mudança de comportamento e também da legislação, como foi com a chamada Lei Seca. O mote da campanha que está no ar agora é: ‘Eu sou legal no trânsito’: legal porque obedeço a lei, mas também porque sou educado, tolerante, respeitoso, solidário e carinhoso. Os filmes estão na televisão, cinemas e internet, além do mobiliário urbano, ou seja, banners, outdoors. Vai estar também em folhetos, revistas, jornais, rádios. Outra campanha é a relacionada a ciclovias. Temos programas para aumentar os quilômetros de ciclovias, uma alternativa muito boa para a saúde humana e para o meio ambiente. Quanto menos veículos nas ruas, menos poluição. E quanto mais bicicleta, mais saúde. É importante que haja investimento em ciclovias e bicicletários.

FGTS amplia valor de financiamento de imóveis

O Conselho Curador do FGTS ampliou ontem o valor de financiamento dos imóveis de cidades com mais de um milhão de habitantes para R$ 130 mil. Esse teto abrangia apenas os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e o Distrito Federal. Cidades com mais de 250 mil habitantes passam a ter teto financiável com recurso do FGTS de até R$ 100 mil reais. Atualmente esse valor é de R$ 100 mil para todas as capitais, regiões metropolitanas e cidades com mais de 500 mil habitantes. Para as restantes esse teto máximo é de R$ 80 mil. A partir de janeiro de 2010 o teto de R$ 130 mil vai valer para todas as capitais brasileiras.

Fonte: Por Redação Pantanal News/Governo Federal


Salão vai trazer 100 mil imóveis

17 setembro, 2009

SÃO PAULO – O Salão Imobiliário de São Paulo, que começa no dia 24, vai oferecer cem mil imóveis, dos quais 48% se enquadram no programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”, com preços a partir de R$ 52 mil. A maioria das unidades (60%) custa entre R$ 60 mil e R$ 200 mil. O evento será realizado no pavilhão de exposições do Anhembi até o dia 27. Participam 270 empresas, de construtoras, incorporadoras e consórcios a bancos.

Segundo Eduardo Sanovicz, diretor de feiras da Reed Exhibitions Alcantara Machado, promotora do evento, são esperados 50 mil visitantes.

A entrada será de R$ 15, mas quem se cadastrar pelo site www.sisp.com.br não paga. Até terça-feira, 22 mil já haviam feito inscrição.

- Isso demonstra a tendência do consumidor exercer o poder de compra – anuncia.

Para João Crestana, presidente do Sindicato da Habitação (Secovi), a quarta edição do salão tem a facilidade de oferecer uma grande oferta de imóveis novos, usados, comerciais, na praia e até lotes num só lugar.

- Os compradores também poderão consultar as linhas de crédito nos estandes dos bancos, avaliar o potencial de comprometimento de renda, simular financiamentos e até fechar negócio na hora – ressalta.

Os expositores estarão preparados para atender quem se enquadra no projeto “Minha Casa, Minha Vida”.

A construtora Tenda, que atua somente no segmento econômico, oferecerá 1.700 imóveis residenciais, entre casas e apartamentos na Grande São Paulo e nos municípios do interior paulista. O visitante, segundo a empresa, terá opções entre R$ 52 mil e R$ 180 mil.

Já a Goldfarb vai oferecer cinco mil unidades em todo o Brasil, entre R$ 75 mil a R$ 240 mil. Na Grande São Paulo, há empreendimentos de dois e três dormitórios. Para quem procura casa em Guarulhos, a Vegus vende 480 unidades de dois dormitórios a partir de R$ 99 mil, com prestações de R$ 347 mensais.

Já o banco HSBC vai reduzir em um ponto percentual os juros dos financiamentos fechados no salão. Por exemplo, na compra de imóveis entre R$ 50 e R$ 150 mil, as taxas caem de 10% para 9% ao ano; entre R$ 150 mil e R$ 500 mil, juro de 10%; e acima de R$ 500 mil, taxas de 11% ao ano.

Queda de 41,5% em junho

O mês de julho marcou um recuo de 41,5% no total de imóveis novos vendidos na capital. Segundo o Secovi, foram vendidas 2.092 unidades, contra 3.574 em junho.

Para João Crestana, presidente da entidade, a queda foi provocada por alguns fatores: julho é mês de férias; algumas construtoras decidiram dar uma parada nos projetos e suspender as negociações de terrenos e, por fim, a demora para se conseguir aprovar projetos na prefeitura.

- O mercado deverá se recuperar a partir deste semestre, com a previsão de terminar o ano com 32 mil unidades vendidas – disse Crestana.

Fonte: O GLOBO


Mercado imobiliário retoma lançamentos de imóveis

3 setembro, 2009

O setor imobiliário brasileiro foi um dos primeiros a cortar nesta crise. Foram cancelados R$ 2,1 bilhões em lançamento de imóveis entre meados de setembro e o fim de dezembro. Isso porque o crédito para construção de apartamentos e escritórios desapareceu no auge da crise. Mas o mercado começa a dar sinais de melhora.

Segundo pesquisa da Fator Corretora, com base nos balanços das empresas, os lançamentos cresceram 95% na passagem do primeiro para o segundo trimestre deste ano. Elas colocaram na praça R$ 3,8 bilhões em novos projetos.

O problema é que o mercado cresce a partir de uma base pequena. Isso fica claro quando avaliamos os resultados do primeiro semestre. Houve queda de 58% frente ao mesmo período de 2008.

O analista Eduardo Silveira, da Fator, prevê um futuro melhor no curto prazo. Ele explica que o novo ritmo de crescimento permite ao setor zerar seus estoques de imóveis em 12 meses. No primeiro trimestre, isso ocorreria em 18 meses. Os lançamentos tendem, portanto, a ser intensificados.

— O consumidor está mais confiante, o crédito retornou e o programa Minha Casa Minha Vida contribui para acelerar a retomada do setor nos últimos meses. Esses fatores também vão ajudar na melhora daqui para frente — afirma Silveira.

Fonte: O GLOBO – Enviado por Bruno Villas Bôas


O mapa da mina

27 agosto, 2009

Com a retomada das vendas no mercado imobiliário, construtoras voltam a analisar regiões potenciais para o lançamento de novos projetos. Cerca de 30 bairros da Grande Vitória devem crescer e ocupar posições de destaque no cenário dos próximos três anos.

A previsão é que até 2012 cerca de 38 mil novas unidades estejam em produção em toda a Região Metropolitana. “Essa projeção de mercado vem baseada no Censo Imobiliário e também no programa ?Minha Casa, Minha Vida?, que traz um crescimento muito grande na produção”, observa o diretor da Indústria Imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Espírito Santo (Sinduscon-ES), Constantino Dadalto.

Com um preço médio girando em torno de R$ 120 mil, em virtude do crescimento de ofertas de imóveis populares, a variação nos valores de imóveis deve oscilar de R$ 50 mil para bairros com projetos econômicos a R$ 300 mil, em regiões destinadas a empreendimentos para a classe média alta.

“A valorização de novos bairros vai acontecer com a consolidação dos já existentes, que devem expandir ao seu redor. E cada município possui vetores definidos e perfis com bastante clareza”, avalia o presidente da Associação das Empresas de Mercado Imobiliário do Estado do Espírito Santo (Ademi-ES), Juarez Soares.

Serra permanece em evidência diante da perspectiva de crescimento do mercado, com Valparaíso, Nova Manguinhos e Jacaraípe como destaque. Vila Velha vem em segundo lugar, diversificando a produção em bairros como Itaparica, Jóquei de Itaparica e áreas no entorno da Rodovia Carlos Lindenberg.

Já Vitória deve ir ao encontro da consolidação de bairros como Jardim Camburi, Enseada do Suá e Bento Ferreira, além de análises em regiões periféricas, como São Pedro e as margens da Rodovia Serafim Derenzi. E Cariacica terá como foco o crescimento de bairros como São Conrado e Dona Augusta, próximos a Campo Grande.

Bairros que vão crescer nos próximos três anos:

VITÓRIA
Bento Ferreira. Com terrenos maiores que a Praia do Canto e ruas mais largas, é a continuidade do crescimento da região nobre de Vitória. Deve abrigar empreendimentos comerciais e residenciais de padrão médio alto.

Enseada do Suá. De acordo com o diretor da Vitória imóveis, Moacyr Brotas Netto, o bairro vai continuar com vocação comercial, principalmente na Praça do Papa.

São Pedro e Serafim Derenzi. Há potencial para empreendimentos econômicos, mas questões ambientais e de documentação ainda são um entrave.

Jardim Camburi. Junto com Santa Terezinha, tem potencial para empreendimentos comerciais e residenciais.

Barro Vermelho. O diretor da RS Construtora, Renato Sandri, observa que a sede da Petrobras vai continuar atraindo projetos comerciais, mas unidades residenciais também vão ter vez.

VILA VELHA
Centro. Segundo o diretor da Vix imóveis, Enrico Rocha Barbosa, o prolongamento da Av. Luciano das Neves, em direção ao Shopping Barra Sol, deve abrigar mais empreendimentos comerciais de salas, em virtude dos incentivos da prefeitura.

Rodovia do Sol. Em direção ao Shopping Barra Sol, a tendência maior é de atração de empreendimentos comerciais (salas e lojões) às margens da rodovia.

Santa Inês. Deve continuar chamando atenção para projetos de empreendimentos econômicos, em virtude da localização e dos espaços disponíveis.

Barra do Jucu. Há espaço para lançamento de empreendimentos de baixa renda e também de condomínios de casas de alto padrão, em direção a Interlagos.

Jóquei de Itaparica. A localização e as áreas disponíveis para construção indicam o lançamento de projetos econômicos .

Rodovia Carlos Lindenberg. Bairros no entorno (como Cobilândia e Ibes) têm potencial para receber empreendimentos populares. Já nas margens da rodovia a tendência é construção de lojões e galpões.

Rodovia Darly Santos. A área retroportuária e a Zona de Processamento de Exportação, aliadas à nova via que vai ligar Cariacica a Vila velha, vão influenciar o surgimento de empreendimentos comerciais às margens da rodovia e residenciais nos bairros próximos.

Coqueiral de Itaparica. De acordo com o diretor da Francisco Rocha Imóveis, Francis Rocha, o bairro ainda possui áreas para abrigar empreendimentos residenciais de médio padrão.

Glória e Cristóvão Colombo. A região entre esses bairros terá crescimento de projetos residenciais, alavancado pela presença do Hospital Vila Velha e das novas vias de acesso aos bairros.

SERRA
Grande Laranjeiras. A região deve aproveitar o crescimento de Laranjeiras para receber novos lançamentos, tanto comerciais quanto residenciais.

Valparaíso. De acordo com o diretor de Novos Negócios da Lorenge, Celso Siqueira Júnior, o bairro já ocupa destaque no mercado imobiliário, em virtude de sua proximidade com o Parque da Cidade, acesso fácil à BR 101 e ao Shopping Laranjeiras.

Nova Manguinhos. De acordo com o diretor da Morar Construtora, Rodrigo Gomes de Almeida, o bairro, por estar no caminho de Jacaraípe, que é outro vetor de crescimento, já palco de lançamentos.

Jacaraípe. Apesar da proximidade com o mar, deve receber empreendimentos de padrão econômico e supereconômico.

Bairro de Fátima. A proximidade com Vitória vai ajudar a alavancar empreendimentos residenciais voltados para o padrão econômico.

Sede e Jardim Limoeiro. O foco são imóveis de padrão econômico e supereconômico. A proximidade com grandes empresas são um chamariz para essas regiões.

CARIACICA
Campo Grande. O bairro é o mais valorizado do município e ainda vai continuar apresentando alta nos preços nos próximos anos. A tendência é para empreendimentos comerciais (lojas) e residenciais. Também deve alavancar o crescimento de bairros próximos.

São Conrado e Dona Augusta. De acordo com a corretora da Imobiliária universal Lucimar Batista Pinto, os dois bairros já registram movimento de empresas comprando terrenos e comércio intenso. Devem abrigar empreendimentos de médio padrão, na faixa de R$ 120 mil.

Morada de Campo Grande. O pólo industrial de Castelo Branco, bairro próximo, deve incentivar a chegada de projetos residenciais para empresários e futuros trabalhadores

Construção de novos bairros

Ainda este ano, o mercado deve presenciar pelo menos o lançamento de dois grandes empreendimentos nos bairros de Valparaíso e Nova Manguinhos, ambos na Serra. A Rossi lança na região de Nova Manguinhos o Vila Geribá, com 403 unidades e valor de até R$ 100 mil.

Primeiro condomínio do Rossi Vilas do Mar, ficará em um terreno de 25 mil metros quadrados, que deve receber mais outros cinco condomínios independentes e e um centro comercial.

Já a Lorenge lança o Villagio Laranjeiras Condomínio Clube, cujo investimento chega a R$ 120 milhões, em Valparaíso, atrás da antiga fábrica de pastilhas e pisos Eliane. Será um empreendimento misto, com 752 apartamentos, 17 lojas e 162 salas comerciais, distribuídos em uma área de mais de 24 mil metros quadrados.

Também está em estudo o lançamento de um condomínio às margens da Rodovia Serafim Derenzi pela InPar. Já em Vila Velha, o foco é no bairro Jóquei de Itaparica, onde a Sá Cavalcante estuda o lançamento de um condomínio com imóveis que se enquadram no padrão supereconômico.

Evolução

28 mil imóveis em produção em 2010

32 mil imóveis em produção em 2011

38 mil imóveis em produção em 2012

Obs.: Projeção baseada no Censo Imobiliário, com perspectivas dos projetos em andamento dentro do “Minha Casa, Minha Vida”.

Fonte: Gazeta On-line por Karina Nobre


Rossi Ideal chega a Porto Alegre

26 agosto, 2009

Rossi Ideal Parque Belo é o segundo empreendimento da Rossi alinhado ao plano “Minha Casa, Minha Vida”, no Rio Grande do Sul.

A Rossi, uma das maiores incorporadoras e construtoras do Brasil, realiza o pré-lançamento do segundo empreendimento da linha Rossi Ideal, no Rio Grande do Sul. O Rossi Ideal Parque Belo é um empreendimento voltado a famílias com renda a partir de R$ 1.800, alinhado ao programa do governo “Minha Casa, Minha Vida”.
Na primeira fase do projeto, serão vendidas cerca de 400 unidades, de dois e três dormitórios. O Rossi Ideal Parque Belo será um condomínio fechado, com segurança 24h por dia, áreas verdes e itens de lazer, como parquinho, piscina adulto e infantil, churrasqueiras e salão de festas.

O lançamento é o segundo no Estado da marca Rossi Ideal. O primeiro deles foi o Rossi Ideal Jardim Figueira, em Canoas, lançado em julho, também com unidades de dois e três dormitórios. Para os próximos meses, outros empreendimentos da linha estão previstos para a região.
“O Rossi Ideal Parque Belo é mais uma oportunidade para um público que exige a qualidade da construtora e quer aproveitar o financiamento e as vantagens do plano habitacional do governo”, afirma o diretor da Regional Sul da Rossi, Gustavo Kosnitzer. O executivo ainda destaca que os lançamentos em Canoas e em Porto Alegre reforçam a ampla atuação da Rossi no Estado.
Mais informações sobre o Rossi Ideal Parque Belo e Rossi Ideal Jardim Figueira estão disponíveis no plantão de vendas da Av. Guilherme Schell, 2750, em Canoas, ou pelo número (51) 3027 3366.

Sobre o Rossi Ideal

Com potencial de lançamento de 92 mil unidades no segmento econômico, os novos produtos Rossi Ideal foram desenvolvidos com auxílio de pesquisas exclusivas, realizadas com o público de renda de até dez salários mínimos.

As unidades do Rossi Ideal irão privilegiar o conforto interno, com iluminação e ventilação natural em todos os cômodos. A construção é feita de forma a reduzir o desperdício, com utilização de materiais sustentáveis e que, a longo prazo, manterão baixo o custo de manutenção do condomínio. A área externa terá um grande espaço verde para propiciar a convivência dos moradores, com itens de lazer básicos como salão de festas, churrasqueira, piscina e parquinho. A implantação foi pensada para garantir a segurança e suprir as necessidades de recreação das famílias, sem encarecer o condomínio.

O primeiro empreendimento desta nova linha é o Rossi Ideal Vila Brasil, lançado em maio de 2009 no Estado do Rio de Janeiro. No Estado do Rio Grande do Sul, além do Rossi Ideal em Canoas e em Porto Alegre, há previsão de empreendimento com as mesmas características no município de Esteio. O Rossi Ideal completa o portfólio da construtora, que possui outras linhas de produtos no segmento, como o Villa Flora e o Praças Residenciais.

Sobre a Rossi

A Rossi é hoje uma das principais incorporadoras e construtoras do Brasil. Presente em 61 cidades, atua em diversos segmentos do mercado imobiliário e tem no seu portfólio inúmeros sucessos de vendas de imóveis residenciais e comerciais, nos mais variados perfis de renda.

Com base em valores como inovação, valorização das pessoas e sustentabilidade, a empresa acredita na construção de relacionamentos de longo prazo com colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros e acionistas. A Rossi acredita que seu trabalho vai além da construção de residências e locais de trabalho. Seu compromisso é com projetos de vida. Seu compromisso é com projetos de vida. Visite: www.rossiresidencial.com.br ou acesse pelo celular o portal mobile da Rossi: www.rossiresidencial.com.br/mobile.

Fonte: PLANIN Worldcom – Assessoria de Comunicação e de Imprensa da Rossi


Banco de terrenos garante investimentos em alto padrão

24 agosto, 2009

SÃO PAULO – O programa “Minha Casa, Minha Vida” do governo federal tem mexido com os ânimos do setor de construção, tendo em vista que várias empresas, depois da divulgação de seus resultados do segundo trimestre de 2009, disseram-se empenhadas em investir nos projetos para a classe econômica. Na outra ponta, porém, o alto padrão não perderá força se depender de algumas construtoras e incorporadoras conveniadas com o programa federal.

O que garante a continuidade de investimentos nesse braço forte do setor imobiliário é o banco de terrenos que as grandes empresas do setor possuem. Para o presidente da consultoria de mercado imobiliário Newmark Knight Frank, Sérgio Negro, “quem tem estoque de terrenos para a alta renda não deixará de investir nesse segmento”.

O diretor comercial da Rossi Residencial, Leonardo Diniz, assegura que a empresa “está com um grande volume no banco de terrenos”. O executivo diz que a empresa pretende investir fora do Estado de São Paulo, mas afirma que não deixará de “aproveitar as oportunidades em São Paulo”.

Dos R$ 20,9 bilhões de valor geral de vendas (VGV) em banco de terrenos da Rossi, R$ 1,089 bilhão é destinado aos próximos lançamentos, com unidades acima de R$ 500 mil, na região metropolitana de São Paulo.

A Cyrela Brazil Realty também mostrou em seus resultados do segundo trimestre deste ano que está pronta para investir em alto padrão. A companhia acumula um VGV de R$ 4,7 bilhões em banco de terrenos, com permutas, em todo o País.

O último lançamento da Cyrela no bairro do Morumbi, no último dia 18, o Menara by Cyrela, mostra que a procura por apartamentos de luxo continua. Em três dias, foram vendidos seis apartamentos do empreendimento, que tem 18 coberturas. Cada unidade tem um valor de venda médio de R$ 1,3 milhão.

“Ninguém quer perder seu share”, afirma o vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins. Para ele, interessados por imóveis luxuosos “dificilmente sofrem com a crise como os compradores da classe média”. Diniz defende a tese de que a procura pelo luxo se manterá estável. “O público de alto poder aquisitivo continua comprando, mas em menor número que a classe econômica.”

Os resultados do trimestre passado da Rossi demonstram a confiança de Diniz. Está registrado o lançamento de 245 unidades de alto padrão, com VGV de R$ 163 milhões. Valor considerável se comparado com os R$ 211 milhões de VGV de lançamentos econômicos. Diniz não divulga o valor que a Rossi investirá em lançamentos no segundo trimestre, mas ressalta que o objetivo é aumentar a produção em relação ao segundo. “Como nossos estoques vêm caindo desde o fim do ano, pretendemos aumentar o número de lançamentos nos próximos meses. Estamos muito otimistas quanto ao mercado.”

Conforme o diretor do Grupo Bueno Netto, João Antônio Mattei, o mercado de alto padrão “tinha freado, mas começou a melhorar no segundo trimestre”. Ele comenta que poucas pessoas visitavam os lançamentos de médio e alto padrão no primeiro trimestre, e completa dizendo que “as vendas estão voltando ao que acontecia antes da crise”.

A Bueno Netto é especializada em projetos para médio e alto padrão. Mas agora arrisca um “mix de produtos” com dois lançamentos econômicos até o final do ano. “O segmento imobiliário de baixa renda tem aproximadamente um déficit de 7 milhões de habitações”, pontua Martins. Ele exemplifica os incentivos fiscais e a alta demanda como “bons motivos” para os empresários investirem na baixa renda. Mas critica a falta de infraestrutura de determinadas regiões afastadas. “Isso inviabiliza os investimentos.”

Fonte: DCI -Comércio, Indústria & Serviços