Pesquisa revela mudança no perfil do corretor de imóveis e no mercado

5 outubro, 2009

Com mais mulheres atuando na corretagem de imóveis e o nível de escolaridade cada vez mais alto, o perfil do profissional da área mudou significativamente, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Cofeci (Conselho Federal de Corretores de Imóveis).

A mudança marca um novo momento para o mercado imobiliário, com a tendência ativa de relacionamento com os clientes.

Sobre a profissão

A profissão foi criada em 1962, com o reconhecimento do Congresso Nacional, que a regulamentou por intermédio da Lei nº 4.116/62. A partir daí, o diploma passou a ser exigido no mercado de trabalho.

Mais tarde, surgiram os cursos de nível superior nas áreas das Ciências e Gestão de Negócios Imobiliários. Além disso, o Cofeci passou a admitir a inscrição de formandos que se diplomarem nessa graduação nos CRECIs (Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis).

Conhecimento

Os profissionais que atuam nessa área ainda costumam ser formados em Publicidade, Marketing e Engenharia, possuem domínio de ao menos uma língua estrangeira e total conhecimento das redes sociais. A profissão tem mudado de forma contínua. Por exemplo, a internet tornou-se ferramenta fundamental nesse setor.

“Uma importante parte das vendas concretizadas inicia-se por intermédio da internet”, explica Alexandre Melaão, sócio-diretor da Five, empresa que atua com planejamento imobiliário. “Por esse contato virtual, o cliente esclarece suas dúvidas com o corretor e conhece as dependências do imóvel que é oferecido. Somente na hora de concretizar o negócio é que acontece a visita ao local”.

Ainda segundo ele, a prospecção pela internet alcança os clientes certos, com interesse justamente naquele padrão do imóvel à venda.

A internet é uma vantagem no que se refere ao tempo, uma vez que as pessoas têm cada vez menos tempo para visitar as propriedades e avaliá-las. Nesse caso, as redes sociais possibilitam o contato direto com o cliente, além de oferecer um canal eficiente de informações. Porém, é importante que o profissional tenha informações precisas sobre o produto que coloca no mercado. Estar atento às novas tendências do mercado também é fundamental, pois isso pode trazer grandes oportunidades de negócios para o mercado.

Fonte: Por Karin Sato – InfoMoney


São José dos Pinhais desperta para o mercado imobiliário

4 outubro, 2009

Os imóveis da terceira cidade mais rica do Paraná valorizaram entre 20% e 25% do ano passado para cá e o volume de crédito para a compra da casa própria até o mês de setembro ultrapassa 2008.

A vinda de montadoras para São José dos Pinhais, no fim da década de 1990, e as mudanças que vieram dessa industrialização continuam a provocar transformações profundas no município. Só nos últimos nove anos a população de pouco mais de 204 mil habitantes passou para 279,2 mil, segundo estimativas do Instituto Paranaense de Desen­­volvimento Econômico e Social, o Ipardes, e demanda por moradia precisa ser suprida.

De 2007 para 2008 o número de alvarás concedidos para novas construções residenciais passou de 1.162 para 1.822, segundo a Secretaria de Urbanismo de São José dos Pinhais. De janeiro a agosto deste ano já somam 524.

O volume de crédito para a compra da casa própria no município supera todo o ano de 2008. De acordo com a Caixa Econômica Federal, no ano passado foram liberados R$ 41 milhões em recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para 826 contratos e R$ 17 milhões em recursos da poupança para 236 contratos, somando 1.062 contratos para casa própria em São José dos Pinhais, em um total de R$ 55 milhões.

Até 28 de setembro deste ano, a CEF já contabilizava 1.123 contratos no total, referentes a R$ 77 milhões em crédito liberado – uma parte pelo Programa Minha Casa, Minha Vida, lançado em mar­­­ço pelo governo federal.

Fonte: Por Fabiane Ziolla Menezes / Gazeta do Povo


Wall Street abre em alta, impulsionada por dado do mercado imobiliário

2 outubro, 2009

SÃO PAULO – As bolsas de valores dos EUA abriram em alta nesta terça-feira, estendendo os ganhos registrados na sessão de ontem. A notícia de que o mercado imobiliário norte-americano se recupera trouxe ânimo à abertura, enquanto os agentes aguardam os dados de confiança do investidor, calculado pelo Conference Board.

Segundo as informações apresentadas há pouco pela Standard Poor´s, os preços dos imóveis residenciais nas 20 maiores regiões metropolitanas dos Estados Unidos subiram 1,6% em julho, ante junho. Este é o terceiro mês consecutivo de alta e está acima do previsto pelo mercado.

O índice Dow Jones há pouco operava em alta de 0,17%, aos 9.805,84 pontos. O S P-500 ganhava 0,28%, aos 1.065,95 pontos. O Nasdaq, por sua vez, avançava 0,16%, aos 2.134,26 pontos.

Fonte: O Globo


Executivo revela como Plaenge abre as portas no mercado imobiliário

18 setembro, 2009

O sócio-diretor da construtora paranaense Plaenge, Alexandre Fabian, foi o convidado do Estrela da Manhã do último dia 16. No evento, promovido pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Seção Paraná (ADVB-PR) no Hotel Deville Rayon, o executivo e engenheiro de formação demonstrou que uma empresa pode construir uma história de sucesso, trabalhando com os princípios básicos da boa administração e mantendo uma relação próxima com toda sua rede de relações (stakeholders).

Com o título “Como Crescer em um Mercado Altamente Competitivo”, a palestra de Fabian revelou um crescimento planejado, com uma política de gestão que acompanha as rápidas mudanças do mercado imobiliário e os “humores” da economia. ”Um exemplo disto foi a criação da segunda marca, a Vanguard Home, com foco no consumidor que busca o primeiro imóvel, e justificada pela projeção de duplicar a participação deste nicho no mercado brasileiro, nos próximos 10 anos”, revela Fabian.

De acordo com ele, o consumidor brasileiro troca de imóvel em média menos de duas vezes durante a vida, sendo que nos países do G7, este número sobe para 9 a 10 imóveis diferentes. “As projeções para a economia brasileira são muito positivas, impulsionadas pelo crescimento da classe C, a popularização das linhas de financiamento, e outros elementos que tornam mais fáceis a aquisição do imóvel próprio”, reforça Fabian.

Ele destacou, também, que até o aumento da participação da mulher no mercado de trabalho trouxe um novo cenário a este mercado. “Em 1996 as mulheres representavam 5% dos donos de imóveis, em 2008 subiu para 38%”, revela.

A Plaenge nasceu na cidade de Londrina – no Paraná – na década de 70, mas durante a sua história um princípio foi seguido a risca: a manutenção de um relacionamento próximo com consumidores, fornecedores, parceiros e demais stakeholders. Diretriz que abriu muitas portas, literalmente, para a conquista de consumidores em novos mercados, e início do processo de internacionalização neste ano, com a operação no Chile.

O próximo Estrela da Manhã está marcado para o dia 13 de novembro, com Pedro Navio, diretor de marketing da Red Bull. O Estrela da Manhã, que neste ano já recebeu executivos como Marcelo Velloso (HSBC), Romeo Lacerda (Kraft Foods) e Marcel Malczewski (Bematech), tem como objetivo gerar network aos participantes e proporcionar a disseminação de ideias.

Mais sobre o palestrante

Alexandre Fabian, 45 anos, atua na Plaenge desde 1987, ano em que se graduou em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, obtendo o prêmio “Gastão Vidigal” por mérito acadêmico. Atua no mercado imobiliário há 22 anos, tendo sido Presidente da ADEMI – MT , Vice-Presidente imobiliário do SINDUSCON – MT por mais de 10 anos e membro do Conselho Municipal do Desenvolvimento Urbano de Cuiabá por 15 anos.

Participou diretamente da concepção, planejamento e acompanhamento de mais de 50 empreendimentos imobiliários nas cidades de Londrina, Maringá, Curitiba, Campo Grande e Cuiabá. Diretor e sócio do grupo Plaenge, membro da segunda geração na gestão da empresa.

Mais sobre a entidade

Os patrocinacinadores de gestão da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Seção Paraná (ADVB-PR), entidade presidida por Rodrigo Florenzano, são: Amil, HSBC, RPC e Vivo. O Estrela da Manhã conta com o patrocínio de FAE Business School e Flexiv e apoio das seguintes empresas: Canal Marketing Promocional, Central Press, Direct Marketing, DTCom, ENE Mídias, MJ Digital, Redirect, Soft Cine & Vídeo e Tempero Comunicação.

Fonte: Paran@Shop


A bola da vez do mercado imobiliário

15 setembro, 2009

Conjunto de intervenções públicas resgata interesse por empreendimentos comerciais e residenciais na Pampulha.

Depois de décadas de abandono, a Pampulha voltou a receber a atenção do poder público e há cerca de cinco anos vem sendo beneficiada com uma série de intervenções viárias e de revitalização de seu complexo arquitetônico e paisagístico. Reurbanização da orla da lagoa, restauração do patrimônio histórico-arquitetônico e a criação do Parque Ecológico são exemplos de ações já implantadas na região, que aguarda ainda a conclusão das obras de alargamento da Avenida Antônio Carlos para a melhoria de sua principal ligação com a Região Centro-sul e as intervenções para a despoluição do espelho d’água da lagoa, com término previsto para 2012.

Com os investimentos, o mercado imobiliário da região vive momento de pujança, e fatores como a transferência do centro administrativo do governo do estado para o Bairro Serra Verde, no distrito vizinho de Venda Nova e a confirmação de Belo Horizonte como uma das sedes da Copa do Mundo de Futebol de 2014 podem resultar em uma valorização ainda maior dos imóveis da região.

“Essa conjunção de fatores – obras de melhoria de acesso e de revitalização da região, transferência do centro administrativo e a Copa – nos leva a acreditar que a Pampulha será a bola da vez do mercado imobiliário de Belo Horizonte”, diz o vice-presidente das Incorporadoras da Câmara do Mercado Imobiliário e do Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), Evandro Negrão de Lima Júnior, ao lembrar que a região ainda dispõe de grandes terrenos, o que não ocorre nas áreas mais nobres da capital.

Nos últimos quatro anos, observa Evandro, os imóveis na Pampulha estão em ritmo crescente de valorização. “Não há como falar de preço médio dos imóveis na Pampulha, pois a realidade do mercado em cada bairro que compõe a região é diferente. Mas um bom exemplo é o do Bairro Bandeirantes, onde um terreno, há quatro anos, era vendido a R$ 100 o metro quadrado e hoje o preço médio de lote está em R$ 400 o m²”, afirma.

Outro fator que deve contribuir para a valorização dos imóveis, lembra o vice-presidente das Incorporadoras da CMI/Secovi-MG, é a flexibilização de regras de uso dos terrenos na região da Área de Diretrizes Especiais da Pampulha (ADE Pampulha) para a instalação de empreendimentos hoteleiros e ligados ao setor de cultura e entretenimento, aprovada pela Conferência Municipal de Política Urbana e que deve integrar projeto de lei a ser encaminhado pela prefeitura para a apreciação da Câmara Municipal. Segundo ele, como Belo Horizonte será uma das sedes da Copa do Mundo de 2014, e, a Pampulha, que abriga o maior estádio da capital, o Mineirão, deve receber investimentos privados especialmente do ramo hoteleiro.

Fonte: Lugar Certo / Estado de Minas


Mercado imobiliário retoma lançamentos de imóveis

3 setembro, 2009

O setor imobiliário brasileiro foi um dos primeiros a cortar nesta crise. Foram cancelados R$ 2,1 bilhões em lançamento de imóveis entre meados de setembro e o fim de dezembro. Isso porque o crédito para construção de apartamentos e escritórios desapareceu no auge da crise. Mas o mercado começa a dar sinais de melhora.

Segundo pesquisa da Fator Corretora, com base nos balanços das empresas, os lançamentos cresceram 95% na passagem do primeiro para o segundo trimestre deste ano. Elas colocaram na praça R$ 3,8 bilhões em novos projetos.

O problema é que o mercado cresce a partir de uma base pequena. Isso fica claro quando avaliamos os resultados do primeiro semestre. Houve queda de 58% frente ao mesmo período de 2008.

O analista Eduardo Silveira, da Fator, prevê um futuro melhor no curto prazo. Ele explica que o novo ritmo de crescimento permite ao setor zerar seus estoques de imóveis em 12 meses. No primeiro trimestre, isso ocorreria em 18 meses. Os lançamentos tendem, portanto, a ser intensificados.

— O consumidor está mais confiante, o crédito retornou e o programa Minha Casa Minha Vida contribui para acelerar a retomada do setor nos últimos meses. Esses fatores também vão ajudar na melhora daqui para frente — afirma Silveira.

Fonte: O GLOBO – Enviado por Bruno Villas Bôas


O mapa da mina

27 agosto, 2009

Com a retomada das vendas no mercado imobiliário, construtoras voltam a analisar regiões potenciais para o lançamento de novos projetos. Cerca de 30 bairros da Grande Vitória devem crescer e ocupar posições de destaque no cenário dos próximos três anos.

A previsão é que até 2012 cerca de 38 mil novas unidades estejam em produção em toda a Região Metropolitana. “Essa projeção de mercado vem baseada no Censo Imobiliário e também no programa ?Minha Casa, Minha Vida?, que traz um crescimento muito grande na produção”, observa o diretor da Indústria Imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Espírito Santo (Sinduscon-ES), Constantino Dadalto.

Com um preço médio girando em torno de R$ 120 mil, em virtude do crescimento de ofertas de imóveis populares, a variação nos valores de imóveis deve oscilar de R$ 50 mil para bairros com projetos econômicos a R$ 300 mil, em regiões destinadas a empreendimentos para a classe média alta.

“A valorização de novos bairros vai acontecer com a consolidação dos já existentes, que devem expandir ao seu redor. E cada município possui vetores definidos e perfis com bastante clareza”, avalia o presidente da Associação das Empresas de Mercado Imobiliário do Estado do Espírito Santo (Ademi-ES), Juarez Soares.

Serra permanece em evidência diante da perspectiva de crescimento do mercado, com Valparaíso, Nova Manguinhos e Jacaraípe como destaque. Vila Velha vem em segundo lugar, diversificando a produção em bairros como Itaparica, Jóquei de Itaparica e áreas no entorno da Rodovia Carlos Lindenberg.

Já Vitória deve ir ao encontro da consolidação de bairros como Jardim Camburi, Enseada do Suá e Bento Ferreira, além de análises em regiões periféricas, como São Pedro e as margens da Rodovia Serafim Derenzi. E Cariacica terá como foco o crescimento de bairros como São Conrado e Dona Augusta, próximos a Campo Grande.

Bairros que vão crescer nos próximos três anos:

VITÓRIA
Bento Ferreira. Com terrenos maiores que a Praia do Canto e ruas mais largas, é a continuidade do crescimento da região nobre de Vitória. Deve abrigar empreendimentos comerciais e residenciais de padrão médio alto.

Enseada do Suá. De acordo com o diretor da Vitória imóveis, Moacyr Brotas Netto, o bairro vai continuar com vocação comercial, principalmente na Praça do Papa.

São Pedro e Serafim Derenzi. Há potencial para empreendimentos econômicos, mas questões ambientais e de documentação ainda são um entrave.

Jardim Camburi. Junto com Santa Terezinha, tem potencial para empreendimentos comerciais e residenciais.

Barro Vermelho. O diretor da RS Construtora, Renato Sandri, observa que a sede da Petrobras vai continuar atraindo projetos comerciais, mas unidades residenciais também vão ter vez.

VILA VELHA
Centro. Segundo o diretor da Vix imóveis, Enrico Rocha Barbosa, o prolongamento da Av. Luciano das Neves, em direção ao Shopping Barra Sol, deve abrigar mais empreendimentos comerciais de salas, em virtude dos incentivos da prefeitura.

Rodovia do Sol. Em direção ao Shopping Barra Sol, a tendência maior é de atração de empreendimentos comerciais (salas e lojões) às margens da rodovia.

Santa Inês. Deve continuar chamando atenção para projetos de empreendimentos econômicos, em virtude da localização e dos espaços disponíveis.

Barra do Jucu. Há espaço para lançamento de empreendimentos de baixa renda e também de condomínios de casas de alto padrão, em direção a Interlagos.

Jóquei de Itaparica. A localização e as áreas disponíveis para construção indicam o lançamento de projetos econômicos .

Rodovia Carlos Lindenberg. Bairros no entorno (como Cobilândia e Ibes) têm potencial para receber empreendimentos populares. Já nas margens da rodovia a tendência é construção de lojões e galpões.

Rodovia Darly Santos. A área retroportuária e a Zona de Processamento de Exportação, aliadas à nova via que vai ligar Cariacica a Vila velha, vão influenciar o surgimento de empreendimentos comerciais às margens da rodovia e residenciais nos bairros próximos.

Coqueiral de Itaparica. De acordo com o diretor da Francisco Rocha Imóveis, Francis Rocha, o bairro ainda possui áreas para abrigar empreendimentos residenciais de médio padrão.

Glória e Cristóvão Colombo. A região entre esses bairros terá crescimento de projetos residenciais, alavancado pela presença do Hospital Vila Velha e das novas vias de acesso aos bairros.

SERRA
Grande Laranjeiras. A região deve aproveitar o crescimento de Laranjeiras para receber novos lançamentos, tanto comerciais quanto residenciais.

Valparaíso. De acordo com o diretor de Novos Negócios da Lorenge, Celso Siqueira Júnior, o bairro já ocupa destaque no mercado imobiliário, em virtude de sua proximidade com o Parque da Cidade, acesso fácil à BR 101 e ao Shopping Laranjeiras.

Nova Manguinhos. De acordo com o diretor da Morar Construtora, Rodrigo Gomes de Almeida, o bairro, por estar no caminho de Jacaraípe, que é outro vetor de crescimento, já palco de lançamentos.

Jacaraípe. Apesar da proximidade com o mar, deve receber empreendimentos de padrão econômico e supereconômico.

Bairro de Fátima. A proximidade com Vitória vai ajudar a alavancar empreendimentos residenciais voltados para o padrão econômico.

Sede e Jardim Limoeiro. O foco são imóveis de padrão econômico e supereconômico. A proximidade com grandes empresas são um chamariz para essas regiões.

CARIACICA
Campo Grande. O bairro é o mais valorizado do município e ainda vai continuar apresentando alta nos preços nos próximos anos. A tendência é para empreendimentos comerciais (lojas) e residenciais. Também deve alavancar o crescimento de bairros próximos.

São Conrado e Dona Augusta. De acordo com a corretora da Imobiliária universal Lucimar Batista Pinto, os dois bairros já registram movimento de empresas comprando terrenos e comércio intenso. Devem abrigar empreendimentos de médio padrão, na faixa de R$ 120 mil.

Morada de Campo Grande. O pólo industrial de Castelo Branco, bairro próximo, deve incentivar a chegada de projetos residenciais para empresários e futuros trabalhadores

Construção de novos bairros

Ainda este ano, o mercado deve presenciar pelo menos o lançamento de dois grandes empreendimentos nos bairros de Valparaíso e Nova Manguinhos, ambos na Serra. A Rossi lança na região de Nova Manguinhos o Vila Geribá, com 403 unidades e valor de até R$ 100 mil.

Primeiro condomínio do Rossi Vilas do Mar, ficará em um terreno de 25 mil metros quadrados, que deve receber mais outros cinco condomínios independentes e e um centro comercial.

Já a Lorenge lança o Villagio Laranjeiras Condomínio Clube, cujo investimento chega a R$ 120 milhões, em Valparaíso, atrás da antiga fábrica de pastilhas e pisos Eliane. Será um empreendimento misto, com 752 apartamentos, 17 lojas e 162 salas comerciais, distribuídos em uma área de mais de 24 mil metros quadrados.

Também está em estudo o lançamento de um condomínio às margens da Rodovia Serafim Derenzi pela InPar. Já em Vila Velha, o foco é no bairro Jóquei de Itaparica, onde a Sá Cavalcante estuda o lançamento de um condomínio com imóveis que se enquadram no padrão supereconômico.

Evolução

28 mil imóveis em produção em 2010

32 mil imóveis em produção em 2011

38 mil imóveis em produção em 2012

Obs.: Projeção baseada no Censo Imobiliário, com perspectivas dos projetos em andamento dentro do “Minha Casa, Minha Vida”.

Fonte: Gazeta On-line por Karina Nobre


MERCADO IMOBILIÁRIO CONFIANTE PARA VENDAS NO SEGUNDO SEMESTRE DE 2009

27 agosto, 2009

Os juros baixos aquecem o mercado imobiliário cearense. A taxa Selic, considerada a taxa básica de juros da economia, em 2007 e 2008 era praticada em 17% ao ano, aproximadamente. Hoje a Selic está rendendo 8,75%, reduzida quase à metade em comparação com os anos anteriores.

Para quem quer investir, uma das melhores opções no momento é o mercado imobiliário. Juros menores significam a ampliação de compra de quem quer adquirir um imóvel, seja para morar, revender ou alugar.

Para João Carlos Gondim, diretor comercial da A Predial, uma das principais empresas imobiliárias do Ceará, o aumento das vendas já representa 15% e a expectativa para o mercado é continuar crescendo.

Fonte: Ceará Agora


Direitos do consumidor e o mercado imobiliário

14 agosto, 2009

O crescimento do mercado imobiliário no Brasil, tanto em termos do número de unidades comercializadas como em relação ao aumento de valor dos imóveis urbanos, coloca em questão a qualidade do serviço prestado pelas empresas imobiliárias. O Conselho Federal de Corretores de Imóveis estabelece uma taxa de 6%, paga às imobiliárias pelo vendedor da propriedade. Em alguns estados, essas empresas dão desconto e reduzem um pouco a taxa. No Tocantins, por exemplo, a taxa é de 5%.

Uma corretagem de 6% sobre um imóvel popular de R$ 50.000,00, por exemplo, implica em nada desprezíveis R$ 3.000,00, suficientes para pagar uma boa parte das despesas que a família tem com um filho ao longo de todo um ano.

Como o valor dos imóveis tem se elevado em todo o país, na média as corretagens passaram a ser bastante significativas. Em capitais como Brasília, São Paulo ou Rio de Janeiro, é comum transacionar imóveis na faixa de R$ 500.000,00, o que gera uma corretagem de polpudos R$ 30.000,00. Para imóveis de um milhão de reais, valor comum nessas cidades, a corretora cobra R$ 60 mil, valor correspondente a um ano de um salário mensal de R$ 5 mil reais por mês.

Considerando que o imóvel residencial é provavelmente o investimento de valor mais elevado que uma pessoa faz em sua vida, essa é também a maior e mais dolorida comissão paga. Mas quais são os serviços que as empresas imobiliárias fornecem ao consumidor em troca?

Os principais são (ou seriam) a prestação de informações sobre o mercado, o anúncio para a venda, a seleção de interessados e o acompanhamento dos mesmos durante a visita, e finalmente a garantia de que a transação terá lisura para comprador e vendedor. Essas três medidas garantiriam a seleção do público com perfil de compra, maior velocidade de venda (ou aluguel) e uma maior segurança ao se concretizar o negócio. Embora esses serviços estejam sendo prestados, a qualidade dos mesmos é bastante contestável.

A informação de mercado

Infelizmente, quase todas as empresas imobiliárias não sistematizam informações de mercado importantes para que os clientes tomem uma decisão fundamentada. Faltam dados seguros, por exemplo, sobre o valor do metro quadrado, a velocidade de comercialização por bairros, questões de segurança pública na vizinhança, barulhos noturnos, possibilidades de inundações nas proximidades, existência de outros lançamentos (previstos ou possíveis) que podem afetar positiva ou negativamente o valor do móvel desejado, e até mesmo a posição da casa em relação ao sol.

A avaliação que os corretores fazem de um produto tão caro quanto um imóvel não é baseada em uma fórmula clara para o consumidor. Ela é baseada no valor que os corretores dizem ser “de mercado”, ou seja, de outros imóveis que eles conhecem. Sendo assim, o consumidor fica refém do “achômetro” do corretor, para quem é mais interessante reduzir o valor do imóvel e comercializá-lo mais rapidamente do que atribuir a ele o valor correto e demorar mais tempo para embolsar sua comissão.

É interessante que uma rápida pesquisa na Internet revela qual é a verdadeira fórmula de cálculo do valor de imóveis:

Vi = Vam² x AC
CD

Onde:
Vi = Valor do imóvel
Vam² = Valor atualizado do m² de construção nova de igual tipo e acabamento, na sua região

AC = área construída do seu imóvel, em metros quadrados

CD = coeficiente de depreciação, sendo aceitáveis os seguintes coeficientes:

Muito bom = 0,90; bom = 0,70; regular = 0,50; mau = 0,30; péssimo = 0,10.

Faça os cálculos e descubra o valor do seu imóvel. Existe uma grande probabilidade de você ter uma boa surpresa.

O anúncio de imóveis

Os custos de corretagem eram até pouco tempo atrás parcialmente justificados pelas despesas que as imobiliárias incorrem ao anunciar os imóveis nos classificados dos jornais. Mas a ampla divulgação imobiliária na Internet tem limitado esses custos. O consumidor prefere ver fotos em seu computador e economizar tempo evitando visitar imóveis fora do perfil desejado.

Infelizmente é comum encontrar fotos que têm imagens de má qualidade ou que não dão a real dimensão dos ambientes por terem sido mal tiradas. Há casos de uso de lentes grande-angular, que alteram a percepção de espaço, enganando o consumidor.

A seleção de interessados

As imobiliárias levantam o mínimo de informação sobre os interesses dos compradores, antes de levá-los para visitar imóveis. Invariavelmente, ocupam o tempo do proprietário com visitas de pessoas que estão fora do perfil de venda. Pior, pouco sabem sobre a pessoa que aparece na porta da imobiliária: poucas empresas imobiliárias registram o nome completo do interessado comprador e lhe pedem documentos de identidade antes de levar este desconhecido para dentro das casas de outras pessoas.

A garantia da transação

Qual é o risco que uma empresa imobiliária tem ao realizar a transação do imóvel? Aparentemente, nenhum. O primeiro pagamento que o comprador faz é o da comissão da imobiliária, que logo garante o recebimento de sua comissão. Pior é o fato de que, no contrato que o vendedor assina com a imobiliária, esta normalmente se isenta de qualquer responsabilidade caso alguma das partes não cumpra com suas obrigações. Assim, desenvolvem um negócio com um nível baixíssimo de riscos e com uma elevada margem de rentabilidade.

Segundo o Conselho Federal de Corretores de Imóveis, a participação do corretor “também é valiosa na averiguação dos aspectos legais envolvidos na transação, como a aprovação da planta pela Prefeitura, a inexistência de planos de desapropriação, a regularização do titular do imóvel etc. A parte contratual também exige uma grande atenção. É importante certificar-se sobre a qualificação completa do proprietário, a descrição detalhada do imóvel e a declaração da inexistência de débitos, entre outros.” Quem já comprou e vendeu imóvel provavelmente não recebeu este tipo de apoio. Peça, para fazer um teste, um relatório com a descrição detalhada do imóvel, incluindo as características construtivas.

Ainda segundo o Conselho Federal, “se o imóvel for vendido na planta, o consultor deve averiguar todos os dados sobre a construtora (idoneidade), sua aprovação pelo órgão competente (número de alvará) e o contrato (inexistência de parcelas intermediárias além das determinadas pelo contrato)”. Qual seria, então, a responsabilidade do consultor e da imobiliária no caso da venda de um imóvel no qual o proprietário tenha omitido problemas estruturais, ou não tenha sido idôneo ao longo do processo?

Resta esperar que os profissionais da área cumpram as orientações de seu conselho de classe, ou que as instâncias de defesa do consumidor exijam um melhor serviço dessas empresas e seus profissionais.

Fonte: Congresso em Foco – Por Olympio Barbanty


CENTURY 21 Brasil adota novo plano de expansão para a Marca

17 julho, 2009

Com Roberto Menescal à frente da expansão nacional da empresa, crescimento da Marca continua intenso

A expansão da Marca CENTURY 21 para outros Estados do Brasil levou um dos seus sócios, o empresário Roberto Menescal, a se tornar o responsável pela expansão da Marca pelo País, conversando com potenciais Franqueados das principais cidades do País e conduzindo treinamentos online, além de oferecer suporte para os escritórios da Marca.

O Estado de São Paulo, assim como todos os outros Estados do Brasil, tem de fato suas peculiaridades, mas os problemas são quase sempre os mesmos: falta de profissionalismo dos operadores do mercado imobiliário, despreparo dos corretores, insatisfação por parte do consumidor e pouca ou falta de cooperação entre as imobiliárias.

De acordo com Roberto Menescal, desde o lançamento da CENTURY 21 no Brasil, a empresa tem recebido inúmeros contatos de pessoas interessadas em abrir franquias em regiões fora do Estado de São Paulo, e isso, junto com ao interesse da empresa em profissionalizar estes mercados, possibilitou que esta nova estratégia fosse criada. “Em qualquer região, seja no Brasil ou até mesmo no exterior, compradores e vendedores procuram o mesmo: o melhor preço, conveniência no serviço e rapidez e, finalmente, segurança de que o imóvel está livre de problemas e que seja efetivamente pago.” Ele acrescenta que agora será possível visitar todos os lugares e ver as reais necessidades de cada Estado.

Todos os Franqueados do Sistema CENTURY 21 trabalham de forma jurídica e financeiramente independentes, portanto, segundo o Sócio-Diretor da empresa, é importante que as Agências operem sempre com experts locais, que possuem conhecimento e afinidade com o mercado local e utilizam as ferramentas, o suporte e o poder da Marca para maximizar seus resultados.

Menescal acredita que a CENTURY 21 oferece uma Marca poderosa, além de programas de treinamento que, aliados a experiência e competência do Franqueado, consegue rapidamente destacar-se em qualquer mercado. Isso, ainda segundo ele, é essencial para atrair os melhores profissionais e fidelizar clientes, seja em Montes Claros no norte de MG, seja na maior metrópole do hemisfério sul ou até mesmo na bela Balneário do Camboriú: “O fato é que todas estas regiões podem ser bem diferentes entre si, cada uma com suas singularidades, mas que demandam a mesma coisa: Profissionalismo Imobiliário”.

A empresa já possui 25 Franqueados nas regiões de SP, SC, MG, DF, RN e ES e em 29 de julho deste ano comemorará um ano de existência no Brasil.

Sobre a Century 21

A CENTURY 21® é a maior franquia imobiliária do mundo. Atualmente, o Sistema conta com mais de 8.000 imobiliárias franqueadas, Jurídica e Financeiramente independentes, presentes em 68 países. As franquias estão interconectadas internacionalmente, multiplicando sua carteira de produtos, permitindo parcerias em comissões e aumentando as oportunidades de vendas.

Com mais de 120.000 corretores associados, o Sistema CENTURY 21 facilita a aquisição, venda e aluguel de imóveis comerciais e residenciais em qualquer ponto do globo. Desde a sua criação, a CENTURY 21® é reconhecida por seu sistema operacional que prima pela credibilidade, profissionalismo e a cooperação, visando promover a fidelização de clientes.

Em operação no Brasil desde 29 de julho de 2008, com um planejamento audacioso de estruturação do Sistema no país, a CENTURY 21 Brasil já conta com 25 franqueados que, juntos, estão ajudando a construir uma trajetória de profissionalismo imobiliário no mercado brasileiro.

Fonte: www.obv.com.br