Setor de imóveis troca estande pelo mouse

9 janeiro, 2009

Há um ano, a gerente comercial Daniela Camarinha, de 35 anos, não aguentava mais procurar apartamento. Com um filho recém-nascido e um marido cujo tempo livre era difícil de conciliar com o seu, ela se viu obrigada a procurar uma solução alternativa para encontrar um novo lar para a família. Decidiu iniciar a compra do imóvel pela internet. “Eu já conhecia a marca Tecnisa, descobri que eles tinham um site bastante completo, que permitia visualizar com detalhes o estágio das obras, e me senti segura para comprar”, diz Daniela, que escolheu um apartamento em Moema, de cerca de R$ 550 mil.

tecnisa3Todo o processo, que durou cerca de dez dias, foi encaminhado on-line, com direito a tira-dúvidas em tempo real, altas horas da noite. Por meio de chat e e-mail, Daniela e o marido elucidaram desde questões básicas, como os serviços oferecidos, até a documentação necessária e as formas de pagamento. Mesmo a contraproposta do marido, que preferia quitar o imóvel em pouquíssimas parcelas, foi aceita on-line. Até a assinatura no cartório, só uma visita foi feita ao empreendimento.

O mercado imobiliário está cada dia mais disposto a fisgar compradores que estejam ao alcance do mouse, como Daniela. Principalmente neste momento de crise econômica, as incorporadoras vêem na internet a chance de diminuir os custos de venda. “Vender pela internet custa 70% menos do que no ‘mundo real’”, afirma Romeo Busarello, diretor de marketing da Tecnisa. Os principais ganhos são no custo do estande e dos telefones à disposição dos corretores.

A Tecnisa é uma das construtoras mais adiantadas em venda on-line, que hoje representa mais de um quarto (27%) das suas vendas totais. No acumulado de 2008, até 30 de novembro, 480 apartamentos tiveram sua compra encaminhada via internet. A expectativa é de que 30% das aquisições em 2009 tenham início a partir do site da empresa.

Hoje, a equipe on-line da Tecnisa soma 52 corretores, que atendem 24 horas por dia. Há seis anos, quando o site foi lançado, eram apenas dois vendedores. “Quando está em obra, o empreendimento não tem estande, o que faz o consumidor perder o interesse em visitar o local. Nesses casos, a tecnologia torna-se uma ferramenta bem mais eficaz para atraí-lo”, diz Busarello.

Não por acaso, a internet vai receber mais investimentos de marketing em 2009. “Vamos redirecionar nossas verbas: dos atuais 20%, a propaganda on-line passará a receber 24% do orçamento total, enquanto o jornal, que concentra 45% dos recursos, deve ficar com 42%”, diz Busarello. Ao todo, a previsão é de que o investimento em marketing da Tecnisa em 2009 vai somar R$ 30 milhões, mesmo patamar de 2008.

Outra grande incorporadora, a Rossi, pretende manter neste ano o mesmo patamar de investimentos em marketing de 2008, cujo valor não é revelado. A verba investida destinada aos links patrocinados, porém, vai dobrar. Os links são anúncios que aparecem ao lado dos resultados das buscas dos usuários de internet. “Trata-se de uma ferramenta que oferece grande retorno”, diz Viviane Cukiero, gerente de marketing institucional. Atualmente, a Rossi patrocina cerca de 90 mil palavras em links dos portais de busca Google e Yahoo.

Na opinião do diretor de vendas da Rossi, Klaus Monteiro, o melhor é que a web permite filtrar o interesse do cliente. “O tempo para que ele se decida sobre a compra cai para um terço, uma vez que o consumidor não precisa visitar todos os empreendimentos”, diz o executivo, que mantém 50 corretores – o equivalente a um quinto da sua equipe de vendas – exclusivamente para o atendimento on-line. Hoje, são 120 mil acessos ao mês.

Em 2009, a projeção é de que o número total de corretores vai subir de 250 para 350, sendo que 120 desses profissionais estarão voltados para as vendas on-line. “No ano passado, cerca de 20% dos imóveis vendidos tiveram sua aquisição encaminhada pela web e a nossa expectativa é de que, em 2009, esse índice atinja 30%”, afirma Monteiro.

Na Cyrela, a venda iniciada pela internet representou cerca de 12% das vendas globais da incorporadora no ano passado. “Em 2009, esse total deve ficar entre 15% e 20%”, diz Ubirajara Spessotto, diretor geral da Cyrela. Em relação à verba de marketing, o executivo avalia que a web permite uma medição de retorno sobre investimentos (ROI, na sigla em inglês) melhor do que as mídias tradicionais. Isso porque é possível saber com precisão quais caminhos o consumidor trilhou até chegar ao site da incorporadora, algo mais difícil de descobrir em relação a quem chega ao estande.

“Para nós, em 2009, não é a audiência que vai determinar os investimentos em mídia, e sim os hábitos do público-alvo, algo que pode ser acompanhado com eficiência pela internet”, diz Spessotto. Ele também reforça a aposta em mídias alternativas, como espaços em academias de ginástica e restaurantes próximos dos projetos da Cyrela.

Dos atuais 280 clientes da NetCallCenter-Orbium – fornecedora de software de gestão de relacionamento com o consumidor -, mais de 30 são do mercado imobiliário, que despontou nos últimos dois anos como um dos principais setores atendidos pela empresa de tecnologia. “As incorporadoras vêm percebendo que o velho modelo do corretor sentado no estande, à espera dos clientes, é pouco produtivo”, afirma Marcelo Amorim, presidente da NetCallCenter-Orbium. Hoje, o consumidor quer resolver boa parte da sua vida on-line, para ganhar tempo, diz ele. “Se uma ferramenta permite visualizar, pelo computador, o quarto em três dimensões para saber se cabe a cama do filho, por exemplo, por que o consumidor rodaria de estande em estande para conferir essa informação?”, questiona.

Amorim, que tem a construtora Even entre os clientes do setor de imóveis, lembra que o rápido avanço das conexões em banda larga nos lares brasileiros tem incentivado as incorporadoras a tornar sua abordagem on-line mais sofisticada. “Os consumidores podem conversar com o corretor virtual, tirar dúvidas por meio de chats ou videoatendimento”, diz o executivo. Dessa forma, conclui, só visita o estande quem está realmente disposto a comprar. “A incorporadora não gasta tempo e dinheiro com quem não está interessado”.

Fonte: Valor


Afinal, o que é uma Techno House?

31 dezembro, 2008

POR LUCIANA MATIUSSI

E por que cargas d’água as incorporadoras inventam termos esquisitos como esse para turbinar as campanhas de seus empreendimentos

dicionario

“Lançamento exclusivo! Apartamentos de três dormitórios com área interna de 200 metros quadrados em condomínio com lazer completo e itens exclusivos para você e sua família: piscina aquecida, fitness center, garage band, mall boutique, pet place, espaço gourmet, game station e techno house. Venha nos fazer uma visita e descubra o jeito mais inteligente de morar em São Paulo.”

Esse texto não é do anúncio de um empreendimento específico. Nem mesmo se trata de um enunciado verdadeiro, mas tem muito em comum com o de inúmeros panfletos e encartes publicitários encontrados hoje em dia em jornais e revistas. As incorporadoras não poupam esforços para atrair clientes e adoram enaltecer as áreas de lazer – ainda que às vezes usem expressões um tanto enigmáticas para fazer isso.

Para se diferenciar da concorrência, elas rebatizam velhos espaços com novos nomes, preferencialmente em inglês. Termos como garage band e fitness center, que poderiam ser substituídos sem nenhum problema por estúdio de som e sala de ginástica, começaram a aparecer há cerca de oito anos, junto com a tendência dos condomínios-clubes, como explica o diretor de marketing da Tecnisa, Romeo Busarello. “É uma tendência recente. O mercado começou a adotar essas denominações do ano 2000 para cá, justamente quando começaram a se multiplicar os condomínios que são verdadeiros clubes, com áreas comuns mais generosas e cheias de itens de lazer.”

E quem escolhe esses termos, normalmente, são as mesmas pessoas que decidem o que o condomínio oferecerá. “É um time que trabalha junto, formado pelo incorporador, pelo arquiteto do projeto, pelo arquiteto de interiores e pelo paisagista. Esse time primeiro decide que áreas o prédio terá, depois escolhe os nomes”, explica Silvio Chaimovitz, diretor de incorporação da Klabin Segall. “Todos os lançamentos são guiados por pesquisas quantitativas e qualitativas, que nos mostram o que o cliente em potencial deseja ter na sua área comum e com qual denominação”, completa Carla Fernandes, gerente-geral de comunicação da Cyrela.

Apesar da tentativa constante de inovação, muitos nomes já são comuns a empreendimentos de diferentes construtoras. Caso do terraço gourmet (eufemismo para churrasqueira na varanda), do home office (escritório em casa, em bom português) e do tradicional playground. “O mercado adota a nomenclatura mais bem consolidada entre os clientes. Já no caso dos espaços destinados a cachorros, nenhum nome pegou ainda e, por isso, cada incorporadora utiliza um. Mas a tendência é mesmo consolidar um nome, aquele com o qual o cliente se familiarizar”, fala Chaimovitz.

 Reprodução

Quando o batismo dá certo, é motivo de orgulho para a construtora. Busarello, por exemplo, se vangloria do fato de a Tecnisa ter lançado o termo pet care. Mas, dependendo do condomínio, o morador poderá cuidar do seu bichinho de estimação e se divertir com ele em um pet playground ou em um pet place. Ou ainda levá-lo para se exercitar em uma agility track ou agility dog, que nada mais é do que uma pista de corrida para cães.

Explicações à parte, a dúvida que fica agora é: o que o inglês tem que o português não tem? “Acredito que os termos americanizados têm mais atrativo, apelo internacional e, por isso, as pessoas acham mais legais. O brasileiro tem essa mania de utilizar expressões em inglês, já faz parte do cotidiano”, opina a arquiteta Ana Marinho. “As pesquisas mostram que, muitas vezes, são os próprios clientes que pedem termos em inglês”, completa Carla.

Silvio Chaimovitz, da Klabin Segall, também argumenta que o mercado imobiliário não é o único a se ‘beneficiar’ dos termos de origem anglófila. “Quando a pessoa vai comprar um carro, ela não faz um teste com ele, mas sim um test drive”, diz. Busarello, por sua vez, cita o charme do idioma. “O inglês tem valor agregado. É mais charmoso, mais sofisticado, mais cool, soa melhor e valoriza a área. Sem contar que às vezes é mais pragmático para explicar o que o espaço significa. O local para cuidar do cachorro é diferente de canil, e ‘lugar de cachorro’ soa estranho. Por isso, adotamos a expressão pet care.”

Por mais diversas que sejam as justificativas, há quem recomende moderação no uso de estrangeirismos. “A presença de estrangeirismos é natural e, a princípio, enriquecedora se não existem termos parecidos em português”, afirma o professor Sérgio Nogueira, consultor de português da TV Globo. “Há palavras já consagradas, como playground, e não adianta querer trocar. Mas é necessário tomar cuidado com modismos. Usar expressões em outros idiomas sem necessidade, na verdade, é o que eu chamo de ‘bobismo’. A pessoa acha que está falando bonito, mas na verdade não está dizendo nada.”Além de não transmitir nada, muitas vezes corre o risco de não saber o que está dizendo. “Nem sempre o cliente sabe exatamente o que significa aquela expressão”, reconhece a arquiteta Ana Marinho. “A nomenclatura aguça a curiosidade da pessoa, e ela pensa: ‘O que será isso?’ E essa curiosidade a faz conhecer o produto”, arremata Carla Fernandes. Ou seja, para o mercado imobiliário, o uso de termos “diferenciados” é considerado uma boa estratégia de marketing, como já deu para perceber.

O ponto contraditório é que a maioria dos especialistas acredita que as vendas não sofreriam influência se fossem utilizados termos mais comuns, em nosso próprio idioma. “Não acredito que haveria influência. O grande atrativo não está no nome que é dado para cada espaço, mas no espaço em si. Oferecer uma área totalmente nova em um empreendimento é o que faz a diferença”, opina a gerente da Cyrela. O colega da Klabin Segall, Chaimovitz, concorda com ela: “A escolha dos termos é uma questão de marketing, mas no fundo o que pesa mesmo é o local, o espaço, o diferencial. O nome é um complemento, e não um fator fundamental”.

A oposição fica por conta de Busarello. “O comprador leva, sim, o termo em consideração na decisão final, que é tomada com base no conjunto de serviços oferecidos, incluindo os nomes dos espaços. Mas é importante ressaltar que a escolha dos nomes também leva em conta a que público o empreendimento se destina. Se for um apartamento de R$ 40 mil, é melhor usar mais termos em português; nos lugares mais chiques, apelamos mais para o inglês”, diz.

A resposta final, porém, fica mesmo para o potencial comprador, independentemente de sua classe social. O que é melhor? Fazer exercícios em uma sala de ginástica ou em um fitness center? Será que há realmente alguma diferença? Você escolhe.

 Divulgação  Divulgação

A próxima onda: “criar” e “esticar” bairros

Além de criarem novos termos para velhos itens de seus lançamentos, os marqueteiros das incorporadoras e imobiliárias também gostam de inventar bairros ou rebatizar algumas cercanias com novos nomes.

As motivações para essas novas designações são as mais diversar. Esse recurso serve para expandir um bairro de alto padrão ou encolher uma região pouco valorizada; serve ainda para criar uma ilha de sofisticação em uma área já consolidada ou simplesmente excluir uma denominação pouco atraente e transformá-la em algo mais “mercadologicamente inteligente”.

Exemplos disso são nomes como Jardim do Golfe, Consoleta, Villa-Lobos e Jardim Sul. Se anunciar que em um determinado empreendimento se situa no bairro de Campo Grande ou em Jurubatuba não ajuda muito na hora de vendê-lo, por que não mudar o nome da vizinhança para Jardim do Golfe, já que grande parte dos prédios terá vista para os gramados do pomposo São Paulo Golf Club? Essa foi a estrátegia adotada por vários lançamentos ali na região, Zona Sul.

Já a Consoleta é uma microrregião de Higienópolis, cheia de restaurantes, que ganhou esse nome por sua proximidade com o Cemitério da Consolação e por seu perfil semelhante ao da Recoleta, sofitiscação bairro de Buenas Aires.

E, vamos combinar, se o seu prédio fica na Rua Quatá ou na Avenida Dr. Cardoso de Melo, soa bem melhor dizer que ele fica na Vila Olímpia do que na Vila Uberabinha, certo? Ninguém vai se opor a essa “esticadinha” no vizinho famoso.

Da mesma forma, alguns prédios lançados na Vila Leopoldina e na Vila Hamburguesa são anunciados como novidades do Alto da Lapa ou da região do Villa-Lobos, mesmo estando a quilômetros de distância do parque homônimo. E um empreendimento a poucos metros da Marginal do Rio Pinheiros ganhou o pomposo nome de Riverside Residence.

Não se surpreenda se o Campo Limpo virar em breve Clean Fields e alguns bairros passarem a receber denominações em francês, como Village Madaleine, ou de siglas em inglês, como WePa (West Panamby) ou SoMo (South Morumbi)…

Fonte: Revista Época


Diante da crise, Tecnisa não diminui verba e aumenta investimento de Marketing em internet

19 novembro, 2008

Um dos mercados que foram mais afetados com a crise financeira mundial é o de construtoras e incorporadoras. As empresas deste setor colecionam quedas recordes na Bolsa de Valores de São Paulo nos últimos tempos como conseqüência direta do freio na concessão de crédito. Todas estão revendo seus lançamentos para 2009. E, com isso, seus planos de investimento em Marketing também sofrerão mudanças.

Na Tecnisa, mesmo se houver alteração no cronograma dos empreendimentos no ano que vem – o que ainda não está definido – a verba de Marketing será mantida. Em outros mercados, como telecomunicações e automobilístico, onde atuam Nextel e Land Rover, também há casos em que não haverá mudança no que diz respeito a investimento para 2009.

O que vai mudar para a construtora, e para outras companhias com estratégias de Marketing mais maduras, é o foco das ações. A Tecnisa vai tirar parte da verba de jornais, revistas e ponto-de-venda (stands) para alocar no Marketing Digital. Ao todo, aumentará o investimento de R$ 4,4 milhões, feito este ano, para R$ 5,6 milhões em 2009. “O investimento agora será mais racional. A internet é a mídia mais eficiente do nosso portfólio de comunicação”, afirma Romeo Busarello, Diretor de Marketing da Tecnisa, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Investimento inteligente
Até este ano, a verba da construtora destinada à internet representava 18% do total. Para 2009, aumentará para 23%. Só nas ações relacionadas ao Google, como links patrocinados, a Tecnisa investirá R$ 1,4 milhões. “A Tecnisa está sendo mais eficaz em investir mais na Internet”, aponta Pedro Waengertner, professor de e-commerce da ESPM. Os investimentos em redes sociais e Mobile Marketing também serão ampliados.

Em tempos de incerteza, investir em ações de Marketing que terão um retorno mensurável é ainda mais importante, aponta Waengertner. “Há uma limitação para medir o impacto das vendas geradas pelo jornal e pela TV. Em tempos de crise, todos os meios que não mensurarem de forma eficaz sofrerão uma diminuição”, diz. “Outras empresas também estão seguindo o caminho da Tecnisa. Não é um caminho corajoso. É inteligente e pragmático”, completa.

Outra forma inteligente utilizada para não perder mercado é manter os investimentos, mesmo com a queda na demanda. “É claro que o momento é difícil e por isso as empresas precisam se sofisticar e inferir o que vai acontecer de acordo com os resultados do passado e do futuro. É preciso que o profissional de Marketing saiba da importância de quantificar os resultados”, analisa Ricardo Araujo, professor de finanças do MBA de Marketing da Fundação Getúlio Vargas do Rio.

Vendas ditarão mudança
No quesito mensuração, a internet ganha ainda mais importância neste momento. “A crise está fazendo com que as empresas pensem de uma maneira diferente. Elas estão tendo que reinventar as suas apostas em mídia e, com isso, a internet está ganhando destaque”, explica Waengertner, da ESPM. “Hoje é complicado ser 100% eficiente e a internet é um meio muito interessante porque a mensuração é um diferencial”, acrescenta Araujo, da FGV.

As vendas da Tecnisa pela internet representam 27,5% do total do faturamento. No terceiro trimestre de 2008, as vendas totais – incluindo outros canais – somaram R$ 257 milhões, representando um crescimento de 52% em comparação com o terceiro trimestre de 2007, mas 23% menor que no segundo trimestre deste ano.

Num cenário de desaceleração, muita coisa vai mudar. “Vamos sentir o reflexo da crise, mas quanto ninguém sabe. Ainda estamos estudando o que vai acontecer em 2009. Até setembro vivíamos num cenário de euforia com todo mundo crescendo a mais de 100% e há quatro meses o nosso discurso seria outro. Iríamos investir em novas coisas”, constata Romeo Busarello, da Tecnisa. “Mas também não podemos estar com este excesso de cautela que se vê no mercado”, sentencia. “Se o cenário mudar, vamos pensar em investir ainda mais”, conclui.
Fonte: Mundo do Marketing


Gafisa ajuda consumidor a escolher o imóvel certo

14 novembro, 2008

A Gafisa lançou o Guia Compra Segura com o objetivo de ajudar o consumidor a escolher o seu imóvel. Para divulgar o serviço, a agência Giovanni+DraftFCB desenvolveu peças para jornais, material para ponto-de-venda, displays e ainda distribuiu versões menores do guia para o público.

Porém, a novidade é o programa “Momento Gafisa da Compra Segura”, que terá duração de 1 minuto na rádio CBN em São Paulo, Curitiba, Goiás e Belém, de segunda a sexta. Para tirar as dúvidas dos consumidores sobre o Guia Compra Segura, a Gafisa criou ainda uma ação de Endomarketing para os corretores. Quem assina a ação é a agência Giovanni+DraftFCB. Para saber mais sobre o Guia clique aqui.

Fonte: Mundo do Marketing


Apolar distribui Gazeta Imobiliária

7 novembro, 2008

A Apolar Imóveis realizou um ação de blitz em Curitiba, entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro, para comemorar seus 39 anos de atuação e lançar sua nova ferramenta de comunicação: a Gazeta Imobiliária. O material é um tablóide com informações sobre o mercado de imóveis e novidades da empresa. Durante as blitze, foram distribuídos 100 mil exemplares da primeira edição da Gazeta Imobiliária, que tem projeto gráfico criado pela Lausac Grupo de Comunicação, e conteúdo jornalístico elaborado pela Ieme Comunicação.

Fonte: clickmarket


Apolar comemora aniversário com blitz

7 novembro, 2008

Para celebrar seus 39 anos, a Apolar Imóveis realizou uma ação com blitz promocional em Curitiba. Do dia 30 de outubro até 2 de novembro foram distribuídos 100 mil exemplares do informe publicitário “Gazeta Imobiliária”, com informações sobre a Apolar e sua história de sucesso e também sobre o mercado imobiliário, além de mostrar aos consumidores as vantagens dos produtos oferecidos pela empresa. O material teve conteúdo jornalístico produzido pela IEME Comunicação e projeto gráfico da Lausac Grupo de Comunicação.

Fonte: CCPR


Tecnisa incorpora o twitter na estratégia de divulgação de empreendimentos

15 outubro, 2008
O twitter é o novo aliado da Tecnisa para gerar vendas e apresentar empreendimentos ao mundo virtual. O público alvo são potenciais compradores que querem estar por dentro dos lançamentos da construtora. “O twitter cumpre o papel de passar aos interessados, de forma rápida e totalmente autorizada, informações sobre as novidades da empresa, principalmente sobre os lançamentos de imóveis”, informa Romeo Busarello, diretor de marketing da Tecnisa.
O twitter foi criado para acompanhar a vida de amigos pela web e começa a se popularizar entre empresas brasileiras como ferramenta de relacionamento com clientes. Trata-se de um micro blog que viraliza informações simples e rápidas de, no máximo, 140 caracteres para seguidores de um perfil, seja uma pessoa ou empresa. Com mais esta ferramenta, a Tecnisa quer conquistar ainda mais o consumidor 2.0. “A idéia é que o twitter seja mais uma ferramenta que estimule as visitas ao site, já que é possível incluir links nas mensagens, remetendo para o flick ou youtube, também usados pela Tecnisa”, reforça Busarello.

Viagens, móveis e condomínio grátis. Vale tudo para vender imóveis

12 setembro, 2008

Construtoras recorrem ao marketing de varejo e trocam os tradicionais plantões de venda por lojas em shoppings

Na disputa por espaço dentro do aquecido mercado imobiliário, algumas construtoras têm adotado estratégias próprias do varejo para fisgar clientes. Para alavancar as vendas, algumas têm investido no formato loja, em vez dos tradicionais plantões de venda, e oferecido brindes caprichados, como móveis e até viagens internacionais aos clientes.

No dia 29 de agosto, por exemplo, a construtora Goldfarb, que produz unidades voltadas ao segmento econômico, inaugurou sua primeira loja dentro do Shopping Metrô Itaquera, na zona leste de São Paulo. No local, serão oferecidos produtos a partir de R$ 70 mil.

Recentemente, a empresa ofereceu um ano de taxa de condomínio grátis para quem fechasse negócio. Segundo o gerente de marketing da empresa, Marcelo Abbud, das 130 unidades de valor médio de R$ 110 mil postas à venda nessas condições, 60 foram vendidas em trinta dias. O resultado da estratégia ajuda a engrossar os índices de crescimento do grupo PDG Realty, que detém 80% da Goldfarb. No primeiro semestre de 2008, as vendas contratadas da companhia cresceram 109% em relação a igual período do ano passado, de R$ 752,2 milhões para R$ 1,568 bilhão.

LOCAIS ESTRATÉGICOS

Assumidamente, a inspiração da construtora Tenda para vender produtos vem do varejo. “O cliente é atraído pelas Casas Bahia. A gente sempre usou esse tipo de marketing”, diz André Vieira, diretor-executivo da companhia especializada em imóveis econômicos. Desde que surgiu, a construtora trabalha com lojas no lugar dos plantões de vendas nos empreendimentos. Para ele, pontos-de-venda em locais estratégicos convidam o cliente a entrar, conhecer o produto e saber das condições de compra.

Quem fecha negócio ainda tem chance de levar brindes como cozinhas planejadas, pisos, e móveis. No primeiro semestre, a empresa vendeu 9.741 unidades, num total de R$ 724 milhões.

“A gente tem feito várias promoções nesse sentido. Tem sido um argumento de venda bastante interessante para nós”, diz Ricardo Laham, diretor de incorporação da construtora Company, que sorteou adegas climatizadas e viagens para Punta del Este, no Uruguai, com direito a hospedagem no badalado Hotel Conrad. Os sortudos estão entre os compradores de um empreendimento de alto padrão no Brooklin, na zona sul de São Paulo.

A estratégia, porém, funciona para compradores de unidades de todos os padrões. “Para cada perfil de produto, pensamos numa ação compatível.”

Clientes de um empreendimento na Mooca, zona leste da cidade, por exemplo, foram sorteados para uma viagem a Buenos Aires. E todos que fizeram a pré-reserva de um empreendimento em Cajamar, na grande São Paulo, foram levados este fim de semana para assistir de camarote a um rodeio na cidade. Tudo por conta da construtora.

Pelos números que a companhia ostenta relativos ao fechamento do primeiro semestre, tudo indica que as iniciativas têm dado certo. De janeiro a junho, as vendas da empresa cresceram 261,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Foram vendidas 1.966 unidades, num valor total de R$ 209,4 milhões.

NÚMEROS

109%
foi o crescimento das vendas da PDG Realty, controladora da
Goldfarb, no primeiro semestre do ano em relação ao mesmo
período de 2007

261%
foi quanto cresceram as vendas da Company no primeiro semestre, na mesma base de comparação

Fonte: Estadão


Imobilien é destaque na Feira de Imóveis de Curitiba

20 agosto, 2008

Houve momentos em que algumas pessoas até se assustaram. Um barulho de sirene de navio e muita gente aplaudindo chamavam a atenção de todos os visitantes e expositores da Feira de Imóveis de Curitiba: era hora de mais um usuário ser premiado com o pendrive do Imobilien. Mesmo com um stand pequeno, o Imobilien certamente foi um dos que mais chamou a atenção na feira.

Além dos prêmios, foi uma oportunidade de as pessoas navegarem pelo mapa do Imobilien e conhecerem as facilidades de se procurar imóveis usando a localização como principal critério. Tarefa que ficou ainda mais fácil numa tela de 32 polegadas. Como o mapa do Imobilien é auto-ajustável, era possível navegar por quase toda a cidade.

Para construtoras e imobiliárias, o Imobilien também mostrou a sua força. Mostrou que veio para ficar e para liderar o mercado de divulgação de imóveis pela internet não apenas em Curitiba, mas em todo o Brasil.

Veja algumas fotos do evento e o vídeo que flagrou um dos momentos em que o visitante ganhou o pendrive.


Grupo Thá rejuvenesce sua marca

19 agosto, 2008

Para escrever os próximos passos de sua história a diretoria do Grupo Thá tomou a importante decisão de mudar sua identidade corporativa, adotando nova logomarca institucional (e também uma específica para cada unidade de negócios) e se posicionar, definitivamente, como uma empresa de mercado, aberta para novos desafios.

De acordo com Deni Belotti, diretor de marketing e novos negócios do Grupo Thá, a antiga logomarca foi responsável pela condução da identidade da empresa por muitos anos, além de imprimir, nas mentes de corações de todos, características de força, lealdade e tradição. Sua tipografia, porém, já não reflete os ousados planos que a companhia vem traçando para o futuro. “Nossa nova logomarca reflete movimento, segurança e modernidade. Mantivemos alguns fatores importantes, como o matiz vermelho e a letra T estilizada. O resultado é leve e ao mesmo tempo ousado, permitindo flexibilidade no uso dos elementos. A mudança visa compartilhar com nossos clientes, parceiros e acionistas o rejuvenescimento, a evolução e conseqüente perpetuação da marca”, afirma o executivo.

Ao longo de sua trajetória de 113 anos, o Grupo registrou quatro logomarcas. “Com esta mudança, estamos respeitando a tradição do caminho percorrido, comemorando nossas recentes conquistas e exaltando nossa vitalidade, visando assegurar a todos que outros cem anos estão por vir”, completa Deni.

O projeto de identidade da marca Thá é assinado pela Sun Branding + Design.

Fonte: Thá