Número de lançamentos diminuirá em 2009

28 novembro, 2008

Após excelente desempenho dos últimos dois anos, produção volta ao patamar médio. Preços dos terrenos supervalorizados também poderão sofrer queda

O número de lançamentos imobiliários residenciais na região metropolitana de 2008 deve chegar muito próximo ao observado em 2007, quando o total de 564 projetos lançados bateu o recorde histórico desde 1886, revela dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio). Segundo a pesquisa, nos dez primeiros meses do atual ano corrente, 427 empreendimentos imobiliários foram lançados, somando 53.725 unidades-tipo contra 62.065 unidades postas à venda nos 12 meses do ano passado. “Nossa crença é que até dezembro, esse total chegue a 60 mil unidades lançadas”, diz Luiz Paulo Pompéia, diretor da entidade.

Mas a expectativa não é tão positiva para 2009. “No próximo ano, tudo mostra que o universo de unidades lançadas deverá retornar ao patamar médio dos últimos 23 anos, acima das 30 ou 34 mil unidades com 400 ou 460 empreendimentos”, diz Pompéia, fazendo referência à revisão de metas anunciadas por diversas companhias no último mês.

Segundo ele, a tendência é que os preços dos terrenos também caiam. “A euforia do mercado nos últimos dois anos fez com que os preços disparassem de forma especulativa, sem embasamento de mercado. Agora, com toda essa reviravolta do mercado, as grandes empresas, que forçaram a subida de preços, já começam a vender seu banco de terras com deságios de até 13%, em alguns casos”, explica Pompéia. O diretor afirma que a valorização de algumas terras disputadas pelas incorporadoras em 2007 tenha elevado em até 40% o valor observado nos anos anteriores.

Fonte: PINIWeb


Thá comemora comercialização de 50% do residencial farol de sagres

30 setembro, 2008

O sucesso de vendas deste empreendimento marca a presença definitiva da Thá no mercado imobiliário de Santa Catarina

Apenas dois meses após o lançamento do residencial Farol de Sagres, a Thá Incorporadora comemora a grande aceitação do empreendimento pelo público de Itajaí. Segundo Nelson Queiroz, gerente comercial da Thá em Santa Catarina, mais de 50% do empreendimento já tem novos donos. “Lançamos este produto com a certeza de que seus atributos e diferenciais vão de encontro aos anseios do público local. A prova do acerto foi a velocidade de vendas”, afirma.

Para Deni Belotti, diretor de marketing e novos negócios do Grupo Thá, o sucesso do Farol de Sagres é mais um marco positivo nos planos de expansão da Thá em Santa Catarina. “Queremos compartilhar nossa expertise centenária a fim de contribuir cada vez mais com o crescimento de Itajaí e do Estado”, completa.

Sobre o empreendimento

Localizado num endereço privilegiado – Rua Camboriú, 103 – no centro da cidade, o Farol de Sagres está próximo de serviços essenciais como: bancos, supermercados, instituições de ensino e hospital. De acordo com o arquiteto, José Vicente Lopes, da Doria Lopes Fiúza, o Farol de Sagres será o primeiro empreendimento de Itajaí a aliar a segurança, tranqüilidade e conforto do lar com a infra-estrutura de um clube, no mesmo espaço. “Optamos por projetar espaços charmosos e funcionais para agradar toda família. Os futuros proprietários poderão receber convidados com muito mais estilo no Espaço Gourmet, enquanto as crianças se divertem no espaço lúdico da Brinquedoteca ou no playground. Para os finais de semana, outras possibilidades de lazer são o Terraço com Churrasqueira ou, ainda, em torno da piscina, do Salão de Jogos ou do Salão de Festas infanto-juvenil”, afirma. Todos os espaços serão entregues equipados e decorados.

O Farol de Sangres terá apartamentos de dois e três dormitórios, com metragem variando entre 75m² e 92m² e contam com suíte e churrasqueira na sacada. Já as coberturas destacam áreas entre 119 e 143m². O pavimento térreo abrigará o hall de entrada e os três primeiros pisos serão de estacionamento, com 120 vagas de garagem.

Serviço:
Stand de Vendas e Apartamento Decorado
Endereço: Rua Camboriú, 103
Para maiores informações: (47) 3246-3501


Classe média busca apartamento pequeno, mas com lazer.

28 agosto, 2008

Este tipo de imóvel atrai clientes que ganham até dez salários mínimos. Grande número de apartamentos ajuda a diluir custo do condomínio.

Quem ganha entre cinco e dez salários mínimos está buscando um novo tipo de imóvel: pequeno, mas com “mordomias”. Além do bom preço, os prédios de metragem pequena oferecem também boas opções de lazer. A professora universitária Rosi Garcias diz que, da janela do quarto, vai poder o filho na piscina e na pista de skate. E já faz planos para o espaço da varanda. “Um banquinho para ficar bem aconchegante, uma fonte para ter aquele barulhinho de água”, diz ela.

Com 54 metros quadrados, o apartamento da professora fica em um condomínio de 384 unidades e mais de 20 itens de lazer. “Você tem vista de rico em um empreendimento de R$ 70 mil, R$ 80 mil, com parcelas muito competitivas. Aqui, em três meses vendemos cem por cento”, diz Fábio Romagnoli, gerente de marketing de uma construtora.


Mais benefícios

O mercado está entusiasmado com esse novo segmento. São clientes que ganham até dez salários mínimos (R$ 4.150), mas buscam muito mais do que os antigos condomínios de classe média ofereciam – nos anos 80, por exemplo, alguns deles não tinham sequer elevador.

Assista o video

Os novos proprietários desse tipo de imóvel só precisam lembrar de um detalhe: como cada condomínio tem centenas de apartamentos, pequenas piscinas vão parecer menores ainda num dia de sol, quando todos os vizinhos podem querer mergulhar ao mesmo tempo.

Por outro lado, se não fosse assim, o “clube em casa” iria pesar no bolso depois da mudança. Isso porque o maior número de unidades ajuda a diluir o preço do condomínio.


Incorporadoras de todo país invadem Curitiba com lançamentos imobiliários.

25 agosto, 2008

Em crise por um longo período que durou até 2006, quando desapareceram do mercado local boa parte das construtoras e incorporadoras mais tradicionais, Curitiba enfrenta um “boom” sem precedentes no mercado imobiliário. Nada menos que 12 das 27 grandes empresas que abriram seu capital e foram ao mercado de ações fazer captações entre 2006 e 2007 desembarcaram na cidade com grandes projetos.

A ida ao mercado resultou num volume de recursos estimado em R$ 18 bilhões – dinheiro suficiente para investir em novos empreendimentos e outros mercados. A estimativa é a de que, apenas entre o final de 2007 e 2008, sejam lançados projetos com potencial de vendas num valor aproximado de R$ 1,3 bilhão na capital e em municípios da região metropolitana de Curitiba. “O primeiro sinal deste aquecimento foi o aumento absurdo no preço dos terrenos com casos em que o valor está batendo em R$ 2 mil o metro quadrado, mais do dobro do que era pedido há alguns anos”, conta o presidente do Sinduscon-PR, Hamilton Pinheiro Franck. Segundo o Sinduscon-PR, o volume liberado pela Prefeitura de Curitiba para novas construções em 2008 – janeiro a junho – atingiu 1,46 milhão de metros quadrados, um aumento de 73% em relação ao mesmo período em 2007 – janeiro a junho – 846 mil m2.

Também o número de quase 10 mil unidades liberadas é superior em 78% quando comparado com o mesmo período de 2007 que atingiu 5.5 mil unidades. Do total de 10 mil unidades liberadas para novas construções, 9.07 mil unidades, ou 91% delas, serão destinadas ao uso residencial. De janeiro a junho de 2008 foram lançados 2.079 unidades/apartamentos em empreendimentos residenciais verticais (acima de quatro andares) – 80% a mais do que foi lançado no mesmo período de 2007 (1.155 unidades).

As empresas estão desembarcando com novos conceitos, ou mesmo para trabalhar em setores tradicionais para todas as faixas: desde empreedimentos econômicos até projetos milionários. “Como mercado ficou muito tempo parado e sem lançamentos, está ávido por novas ofertas de qualquer categoria”, resume o presidente do Sinduscon-PR. A última a anunciar seu desembarque na região de Curitiba, por exemplo, a Inpar, uma das maiores incorporadoras do país, veio com sua divisão ViVer Empreendimentos Imobiliários, com foco no segmento econômico, para desenvolver projetos com unidades entre R$ 60 mil e R$ 130 mil. Ela irá construir em Sao José dos Pinhais, o ViVer Bosque que, na primeira fase, terá 472 unidades ao preço médio de R$ 92 mil e potencial de vendas projetado em R$ 44 milhões direcionado a famílias com renda mensal a partir de R$ 2.500 (ou seis salarios mínimos).

Boa parte das empresa está escolhendo o caminho das parcerias, fusões e joint ventures com empresas locais – que conhecem o mercado curitibano mas não têm, nem de perto, seu poder de iniciativa, mas muitas estão vindo sozinhas. A Rossi associou-se à Thá, a PDG Realty à LN e a Goldsztein Cyrela ao Grupo Dória, a última anunciando uma previsão de investimentos de R$ 150 milhões em 2008. Já a Gafisa e a Abyara, de São Paulo, entraram sozinhas. Michel Wurman, vice-presidente da PDG Realty, que captou no ano passado R$ 1,5 bilhão com lançamento de ações e debêntures, planeja lançar com a LN entre dois e cinco empreendimentos por ano em Curitiba. “O mercado imobiliário está pronto para decolar, principalmente pelo financiamento de longo prazo”, explicou. Já a InCons S/A Incorporadora e Construtora, de São Paulo, anunciou dois empreendimentos imobiliários com lançamentos previstos em 2008 – o primeiro já foi o Condomínio Clube New Age, localizado próximo ao Shopping Palladium, no bairro Portão, com potencial de vendas de R$ 110 milhões.

Um exemplo do poder de fogo das novas empresas é o mega-empreendimento de 560 unidades no Cristo Rei, lançado pela Abyara no final de 2006 com investimentos superiores a R$ 200 milhões e que introduziu o conceito de “condomínio-clube”, em Curitiba e que fazem muito sucesso em São Paulo. Com preços médios entre R$ 400 mil e R$ 500 mil o empreendimento já está com 95% das unidades vendidas em apenas seis meses de comercialização, segundo Paola Alambert, diretora de marketing do setor de incorporações da Abyara. Com isso, a empresa lançou em julho mais um projeto com 392 unidades dentro do mesmo conceito e investimento semelhante com o nome de Reserva Ecoville. “Chegamos à cidade no momento certo e com possibilidades de obtenção de crédito mais fácil e de mais longo prazo, em até 30 anos para o comprador”, diz Paola.

Há um pouco mais de tempo na capital paranaense, a construtora mineira MRV Engenharia, líder no mercado de construção residencial para a classe média no Brasil, também detectou o “boom” e está promovendo uma grande expansão dos seus negócios locais. A empresa lançou seu primeiro empreendimento na cidade em 1999 e hoje possui 18 residenciais com 1.138 unidades lançadas. Nos últimos tempos a MRV estocou 144,5 mil metros quadrados em terrenos para lançar 1.090 unidades residenciais em seis novos empreendimentos que juntos possuem potencial de vendas de R$ 116,5 milhões. Todos deverão ser residenciais na linha de condomínios fechados verticais, que obtiveram grande aceitação pelos curitibanos.

A Gafisa, por sua vez, está no seu segundo empreendimento com padrão de comercialização acima de R$ 200 mil, mas segundo seu diretor de incorporação, Antônio Ferreira, “dentro de 30 dias estaremos fazendo lançamentos dentro da nossa linha FIT, mais popular, com imóveis entre R$ 80 mil a R$ 200 mil. Curitiba é um mercado bastante amplo e com muitas tendências”, diz. O primeiro lançamento Ville Soleil, tinha unidades entre R$ 500 mil a R$ 800 mil e o segundo, o Orbit, vendeu 144 unidades entre R$ 300 mil a R$ 420 mil. “A cidade tinha poucos lançamentos e havia uma certa inibição nas empresas locais em virtude das dificuldades que enfrentavam e do preço baixo dos imóveis”, acrescenta. Segundo ele, a única grande diferença do curitibano para os compradores de outros estados onde a empresa opera é a preferência por adquirir o imóvel quando está em construção e não no momento do lançamento como acontece em São Paulo e Rio de Janeiro.

Fonte: Gazeta Mercantil


Residencial Colinas do Sol: ideal para o casal jovem em busca do primeiro imóvel

30 julho, 2008

Da Redação

Com a economia estabilizada, os juros mais baixos e as facilidades para aquisição de crédito, o sonho da casa própria está cada vez mais próximo para muitas pessoas. E não só para quem já tem uma vida mais estabilizada, mas também para os jovens, que podem se organizar e comprar o primeiro imóvel. Até meados da década de 90, financiamentos imobiliários eram praticamente uma exclusividade para quem tinha mais de 30 anos. Mas essa realidade está mudando. Um estudo realizado pela Caixa Econômica Federal (CEF) mostra que jovens com menos de 30 anos foram responsáveis por 36% dos contratos de crédito imobiliário assinados em 2007.

Atentas a essas mudanças, muitas construtoras estão lançando empreendimentos destinados ao perfil do casal jovem em busca do primeiro imóvel. É o caso da construtora Conceito & Moradia, que apresenta o Residencial Colinas do Sol. “Trata-se de um edifício com 32 apartamentos, ideal para um casal que está iniciando uma vida juntos”, explica Eduardo Borges, gerente de marketing da construtora. São apartamentos de dois quartos em três opções de planta, variando entre 65m² e 89m² de área total.

A escolha do local também foi pensada antecipando uma tendência de mercado que busca na região Norte da cidade seu espaço de expansão. O Residencial Colinas do Sol fica na região de Santa Felicidade, próximo ao Parque Tinguí, um lugar com muita área de preservação natural, perto de escolas, mercados e farmácias. Essa combinação inteligente de localização e tamanho ideal possibilitou oferecer apartamentos a partir de R$ 72.900, com financiamento em até 30 anos. O sucesso foi imediato: já foram vendidas 70% das unidades e a previsão, segundo Eduardo Borges, é finalizar as vendas antes da entrega, prevista para o mês de dezembro deste ano.

Para mais informações, visite http://www.imobilien.com.br/imoveis/hotsites/colinasdosol/