Pesquisa revela mudança no perfil do corretor de imóveis e no mercado

5 outubro, 2009

Com mais mulheres atuando na corretagem de imóveis e o nível de escolaridade cada vez mais alto, o perfil do profissional da área mudou significativamente, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Cofeci (Conselho Federal de Corretores de Imóveis).

A mudança marca um novo momento para o mercado imobiliário, com a tendência ativa de relacionamento com os clientes.

Sobre a profissão

A profissão foi criada em 1962, com o reconhecimento do Congresso Nacional, que a regulamentou por intermédio da Lei nº 4.116/62. A partir daí, o diploma passou a ser exigido no mercado de trabalho.

Mais tarde, surgiram os cursos de nível superior nas áreas das Ciências e Gestão de Negócios Imobiliários. Além disso, o Cofeci passou a admitir a inscrição de formandos que se diplomarem nessa graduação nos CRECIs (Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis).

Conhecimento

Os profissionais que atuam nessa área ainda costumam ser formados em Publicidade, Marketing e Engenharia, possuem domínio de ao menos uma língua estrangeira e total conhecimento das redes sociais. A profissão tem mudado de forma contínua. Por exemplo, a internet tornou-se ferramenta fundamental nesse setor.

“Uma importante parte das vendas concretizadas inicia-se por intermédio da internet”, explica Alexandre Melaão, sócio-diretor da Five, empresa que atua com planejamento imobiliário. “Por esse contato virtual, o cliente esclarece suas dúvidas com o corretor e conhece as dependências do imóvel que é oferecido. Somente na hora de concretizar o negócio é que acontece a visita ao local”.

Ainda segundo ele, a prospecção pela internet alcança os clientes certos, com interesse justamente naquele padrão do imóvel à venda.

A internet é uma vantagem no que se refere ao tempo, uma vez que as pessoas têm cada vez menos tempo para visitar as propriedades e avaliá-las. Nesse caso, as redes sociais possibilitam o contato direto com o cliente, além de oferecer um canal eficiente de informações. Porém, é importante que o profissional tenha informações precisas sobre o produto que coloca no mercado. Estar atento às novas tendências do mercado também é fundamental, pois isso pode trazer grandes oportunidades de negócios para o mercado.

Fonte: Por Karin Sato – InfoMoney


Vendido por US$ 342 milhões, BuscaPé começou com R$ 100 ao mês

30 setembro, 2009

Grupo de busca de preços teve fatia de 91% vendida para gigante africana.
Empresa foi criada por estudantes que queriam comprar impressora.

Aos 31 anos, Romero Rodrigues, presidente do grupo BuscaPé, viu a empresa que fundou com outros três sócios há dez anos ser vendida por US$ 342 milhões à gigante africana Naspers. O negócio, que envolveu uma fatia de 91% do grupo de sites de comparação de preço, lembra histórias como as do Google ou do Facebook – em que estudantes empreendedores criaram negócios milionários – , e parece ainda mais grandioso quando o empresário conta que o investimento inicial do site era de “cerca de R$ 100 por mês”.

Questionado se acha que sua história é semelhante à do criador do Facebook, Mark Zuckerberg, de 25 anos, Rodrigues diz ver “muita semelhança”. “O termo genuíno é muito usado para empresas de internet. Uma empresa genuína de internet é aquela que a mesa, na verdade, é uma porta, porque não há dinheiro, que a galera come pizza à noite”, diz.

A declaração faz sentido quando se conhece a história do BuscaPé. Em 1999, graças à necessidade de comprar uma impressora, três amigos do curso de Engenharia Elétrica da USP perceberam que não havia um serviço de busca e comparação de preços na internet. “Encontrávamos tudo, menos preço e avaliações, se o produto era bom ou não.”

Após um ano de estudo para desenvolvimento, e algumas tentativas frustradas – lojas físicas não forneciam seus preços -, nasceu o BuscaPé, que realizava a busca e a comparação nas lojas online.

“Era uma época romântica porque o dinheiro que tínhamos, de estágio, de pesquisa, era pouco. Investíamos R$ 100, R$ 150, de junho de 1998 até novembro de 1999, quando o site estava no ar rodando”, conta.

Dez anos depois

Passados dez anos, a realidade do BuscaPé é bem diferente. Presente em 28 países, o grupo conta com site como o QueBarato!, Pagamento Digital, FControl, Bondfaro, e-bit e Wiki2Buy, todos baseados no comércio online.

Com o negócio fechado com a africana, Rodrigues diz não saber se a expansão pode acontecer para o continente. “Nosso foco é a América Latina”, diz, mas estima que o crescimento do e-commerce e a entrada de grandes varejistas na internet – como Casas Bahia e a expansão do Extra – podem ajudar o grupo BuscaPé. “Acho que o principal desafio é integrar melhor nossas marcas e expandir isso para a America Latina.”

Os sócios-fundadores, Rodrigues, Rodrigo Borges e Ronaldo Takahashi, e Rodrigo Guarino, que entrou depois, continuarão na empresa.

Fonte: Por Isabelle Moreira Lima, do G1 , em São Paulo


Sul-africana Naspers anuncia compra de 91% do site BuscaPé

30 setembro, 2009

Operação será realizada por US$ 342 milhões, informou.
Empresa é o maior grupo de mídia da África.

O maior grupo de mídia da África, Naspers, anunciou nesta terça-feira (29) que comprou 91% do site brasileiro de comparações de preços BuscaPé por US$ 342 milhões, como parte de estratégia para expandir-se em mercados emergentes.

O site brasileiro, cuja base de negócio é a comparação de preços de produtos em diversos segmentos, poderá manter sua equipe administrativa mesmo com a aquisição. A compra será feita com recursos próprios, segundo informou a Naspers em comunicado.

“Depois de investimentos na (editora) Abril e na Compera nTime, a Naspers desenvolveu um bom entendimento do mercado brasileiro que atravessa rápido crescimento. O BuscaPé é um dos poucos nomes estabelecidos na indústria e que pode crescer mais”, afirmou o presidente-executivo das operações latino-americanas da Naspers, Hein Brand.

A estratégia do grupo sul-africano é expandir sua atuação ao redor do mundo com foco na América Latina. Em sua expansão, recentemente a companhia passou a operar a europeia Allegro, plataforma de e-commerce, e comprou a Tradus, serviço de leilões europeu. No Brasil, a companhia tem uma parte da Editora Abril e da Compera nTime.

“Dada a extensa experiência da Nasper na internet, eles podem nos ajudar a crescer em outro nível. Uma futura colaboração entre a Allegro e o BuscaPé é possível”, adiantou o presidente da BuscaPé, Romero Rodrigues.

A Naspers, que detém participações em companhias na China, na Rússia e na Europa, além do Brasil, informou que a aquisição será realizada com recursos próprios disponíveis.

(Com informações da Reuters e do Valor Online).

Fonte: Do G1, em São Paulo.


Cresce importância da internet na venda de imóveis

19 agosto, 2009

Tecnisa informa que 27% das vendas no ano passado foram iniciadas pela rede de computadores. Na MRV, o percentual é de 20%.

A internet vem ganhando importância nas vendas de imóveis. Além de informações sobre as próprias empresas, está cada vez mais comum que os sites das incorporadoras e imobiliárias ofereçam serviços de corretores online que ajudam a esclarecer dúvidas de potenciais consumidores e, muitas vezes, agendam visitas aos plantões de vendas ou imóveis prontos. Embora os consumidores, na imensa maioria dos casos, não comprem a casa própria pela internet, o uso da rede para comparar os imóveis oferecidos por diferentes empresas, para buscar informações sobre as incorporadoras e imobiliárias tem sido recorrente. As companhias têm utilizado também redes sociais como Orkut para direcionar internautas para seus sites. Segundo representantes do setor imobiliário, a tendência é de um aumento das vendas de imóveis iniciada pela internet.

No ano passado, a Tecnisa registrou venda de 508 imóveis originadas pela internet em São Paulo, o correspondente a 27% do total comercializado no estado no período. As vendas da empresa iniciadas na internet aumentaram 43% em 2008, comparando-se com 2007. A companhia tem apostado nas chamadas redes sociais para direcionar visitas ao seu site. No primeiro semestre deste ano, 15% das visitas ao site da Tecnisa partiram do blog da empresa, de mensagens no Twitter e de conteúdos postados, por exemplo, no Orkut e Facebook. Os clientes que buscam informações online são atendidos por corretores por meio de chat, e-mail, videoconferência ou ainda pelo telefone. A Tecnisa espera que o formato de videoconferência responda por 10% do atendimento online no fim deste ano.

As vendas originadas pela internet respondem por 20% dos negócios da MRV Engenharia, e a expectativa é que esse porcentual aumente, conforme o gestor executivo de Marketing da companhia, Rodrigo Resende. A empresa deu início ao sistema de venda online em 1996, focando brasileiros que viviam no exterior e estavam interessados em comprar um imóvel no País. Nos últimos cinco anos, o foco das atenções das vendas da MRV pela internet passou a ser o consumidor que vive no Brasil. Atualmente, a MRV possui 140 corretores online, que acompanham os potenciais compradores nas visitas físicas ao imóvel ou, se necessário, direcionam os clientes para profissionais da empresa baseados em outras regiões. Segundo o executivo da MRV, mais de 70% dos clientes visitam o site para buscar informações sobre os produtos oferecidos. Assim como a Tecnisa, a MRV faz uso de redes sociais para atrair potenciais compradores para seu site.

Acesso é feito no horário comercial

A classe C responde pela maior fatia das 2.000 pessoas que a MRV atende online por dia, de acordo com Resende. O diretor de lançamentos e de marketing do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), Fabio Rossi, destaca que parte de quem busca imóveis pela internet não tem acesso em casa à rede mundial de computadores. No caso da Itaplan, imobiliária da qual Rossi é diretor de marketing, o site é mais acessado por potenciais compradores de imóveis entre 7h e 8h30, no horário de almoço e no final do expediente. Cerca de 38% das vendas da Itaplan são iniciadas pela internet.

Segundo a diretora de Marketing da Tenda, Dirce Amaral, 80% dos acessos ao site da companhia são feitos pelos potenciais consumidores durante o dia no trabalho. Parte das pré-vendas da Tenda é feita no site da empresa. Até abril, os corretores tradicionais também atendiam a demandas dos clientes pela internet, mas, desde então, passaram a oferecer atendimento online exclusivo. A oferta do serviço começou pelo Rio de Janeiro e é hoje nacional, com foco nos mercados fluminense, de São Paulo e de Porto Alegre. A empresa conta com 24 pontos de atendimento, sendo dez deles somente para o Rio. Os consumidores podem conversar com atendentes pelo chat, fazer agendamento para tirar dúvida pelo telefone ou marcar horário para serem recebidos em uma loja da Tenda.

No caso da Gafisa, os negócios iniciados na internet respondem por 25% do volume comercializado pela Gafisa Vendas, braço de vendas da companhia. A grande maioria dos consumidores apenas dá início ao processo de compra pela internet, mas há, por exemplo, investidores que vivem no exterior e já conhecem a companhia que concluem o processo de decisão pela rede, segundo o diretor de vendas e marketing da Gafisa, Luiz Carlos Siciliano. Conforme o executivo, praticamente toda a comercialização dos imóveis da companhia passa de alguma forma pelo site de vendas da Gafisa ou da imobiliária que está responsável pela negociação do empreendimento.

Fonte: Por Chiara Quintão – Essa reportagem foi originalmente publicada no AE Empresas e Setores, serviço de informações e análises sobre o setor corporativo da Agência Estado.


Cenário: Internet amplia importância nas vendas de imóveis

12 agosto, 2009

Está cada vez mais comum que os sites das incorporadoras e imobiliárias ofereçam serviços de corretores online que ajudam a esclarecer dúvidas de potenciais consumidores e, muitas vezes, agendam visitas aos plantões de vendas ou imóveis prontos. Segundo representantes do setor imobiliário, a tendência é de um aumento das vendas de imóveis iniciada pela internet.

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O volume de vendas e as estratégias de marketing das construtoras e imobiliárias, inclusive em redes sociais, são apresentados no cenário de Construção Civil, também disponível para assinantes de Telecom e TI. Tecnisa, MRV Engenharia, Itaplan, Tenda e Gafisa são algumas das empresas citadas.

Fonte: Yahoo Brasil Notícias – Por Chiara Quintão.


Todo mundo compra junto e todo mundo sai ganhando

12 novembro, 2008

tn_620_600_compra3-ddOs empresários André Monteiro e Bruno Medeiros mantêm uma pasta em seu computador com 20 projetos, já formatados em um plano de negócios, prontos para serem colocados em prática – isso fora as idéias que ainda nem chegaram às planilhas. Com 28 anos e hoje sócios de um site de compras, o Compra3, os dois já participaram de uma porção de empresas, e praticamente qualquer coisa, para eles, é motivo para um novo negócio – seja uma viagem de intercâmbio, que rendeu a Bruno a publicação de um livro; ou uma nova lei de trânsito, que fez com que André se tornasse vendedor de kits médicos para automóveis aos 16 anos. Os dois são exemplos de empreendedores para quem a inovação é lei, mas avisam que a idéia não é nada sem esforço e paixão pelo que se faz.

A empresa que hoje tocam juntos, a Compra3, é exemplo de uma boa idéia que estaria fadada ao fracasso sem as reinvenções dos dois sócios. O site de compras pela internet reúne pessoas que compram ou estão interessadas em comprar um mesmo produto, para que o seu preço seja o menor possível quanto maior for o número de compradores. É o tipo de situação em que todo mundo sai ganhando: quem compra consegue um preço menor, e quem vende fecha um negócio mais graúdo. Parece simples e brilhante, mas todas as pesquisas que André e Bruno fizeram de experiências semelhantes no mundo mostravam que a idéia não havia dado certo. “Não dá para mudar o padrão de compra do consumidor, que é por impulso. Muito pouca gente está disposta a esperar um mês pela formação de um grupo para comprar uma televisão com desconto. Quem tem o dinheiro vai comprar na hora, independentemente se há desconto ou não”, explica André.

Em dezembro de 2006, após alguns meses de pesquisas, os dois sócios lançaram o Compra3 com produtos de alto valor agregado, como eletrônicos e eletrodomésticos, esperando que os altos valores dos descontos compensassem o tempo de espera. Mesmo assim, a demanda ainda era pequena. O pouco dinheiro que entrava não era suficiente para manter o pequeno escritório dos dois jovens, que tiveram a luz, o telefone e até a internet cortada. “Por dois meses, nós tivemos de ir a cafés com internet livre para trabalhar”, lembram.

A virada

As dificuldades foram o pontapé inicial para pensar em como reinventar o negócio. Ainda confiantes na idéia que tinham, André e Bruno foram atrás de investidores que estivessem dispostos a apostar no negócio. Diante da negativa de grandes empresas, os dois procuraram pequenos investidores que comprassem cotas de baixo valor. A primeira cota, de R$ 5 mil, foi vendida ainda em um daqueles cafés com internet em que os jovens trabalhavam nos tempos de dureza. Aos poucos, a empresa foi tomando corpo e grandes investidores passaram a apostar no Compra3.

Com o dinheiro no bolso, André e Bruno aumentaram a equipe, investiram em tecnologia, montaram uma campanha publicitária e, naturalmente, mudaram o modelo do site, que até então havia praticamente fracassado. O trunfo do Compra3 hoje é o Bônus3: o desconto antes prometido com a espera pela formação do grupo de compras agora é fornecido no final do mês, depois de contabilizadas as vendas de um determinado produto. “Isso permite que a gente mantenha o padrão de compra por impulso”, explica André. O desconto aumenta de acordo com o número de produtos vendidos, e a diferença volta para o bolso do cliente ou revertida em crédito para novas compras.

O novo modelo fez sucesso. No ar desde dezembro do ano passado, o Compra3 já reúne 600 mil produtos de dez lojas diferentes e 10 mil usuários cadastrados em todo o país – o objetivo é chegar aos 150 mil até dezembro. A grande escala permite que os descontos atinjam de 10% a 35%, mas André e Bruno pretendem chegar ao patamar de 50%. Hoje, os maiores descontos estão em livros e produtos de perfumaria, mas o carro-chefe do Compra3 são tevês e geladeiras.

Aprendizado

Para André, a principal lição da experiência é que empreender é um processo de aprendizado, que envolve reinvenção e paixão. Parece mais um bordão daqueles, mas não na boca dos jovens empresários. “O Compra3 tem princípios e valores muito alinhados com o que acreditamos”, explica Bruno. “Um professor nosso da faculdade dizia que as formas que temos para melhorar a condição de vida das pessoas por meio da economia são elevar salários ou reduzir os preços. Escolhemos reduzir os preços.” André complementa: “Com o Compra3, nós exploramos ao máximo o potencial da coletividade.”

Com o dinheiro que conseguem com o Compra3, os dois jovens querem investir em outros tantos projetos que estão engavetados – entre eles, um projeto de extensão em que estudantes de economia visitam escolas públicas para ensinar economia básica a adolescentes. “Se tem algo que me incomoda, eu vou procurar fazer algo diferente, e não ficar sentado, reclamando”, diz Bruno. Uma postura que os empreendedores aplicam com rigor – seja nas empresas que mantêm, seja nos projetos que um dia sonham em fazer.

Fonte: RPC

Nota do editor: parabéns aos amigos do Compra3 que nos ensinaram muitas coisas, se dedicam muito e realmente merecerem esse suceso.


Fomos descobertos

30 julho, 2008

A jornalista Mirian Gasparin já nos descobriu…

Leia o que escreveu em seu blog.


Rossi investe R$ 4 milhões na internet para captar novos clientes

26 julho, 2008
Incorporadora aposta na mudança do perfil do internauta para aumentar vendas iniciadas pela internet

A Rossi (www.rossiresidencial.com.br) se posiciona no meio digital de uma forma mais agressiva. Com investimento estimado de R$ 4 milhões para este ano – dez vezes mais do que o valor investido em 2006 – a empresa amplia a verba destinada para publicidade online e reformula seu site para aumentar a captação de clientes pela internet. O objetivo da incorporadora é adequar-se a uma tendência que vem crescendo no segmento da construção civil: o uso da internet como meio de pesquisa para aquisição de imóveis.

A verba de publicidade online passou de cerca de 2% da verba total de marketing para 7% em alguns empreendimentos. “Em termos absolutos, multiplicamos nossos investimentos em publicidade online por mais de dez vezes nos últimos dois anos, pois constatamos a eficiência da captação de novos clientes neste meio. Além dos banners convencionais, hoje patrocinamos mais de 22.000 palavras no Google e no Yahoo”, afirma Rafael Rossi, gerente de marketing da Rossi. Com estes investimentos, a empresa pretende dobrar o percentual das vendas iniciadas pelo canal online, que representaram 10% do total no ano passado.

A reformulação do website começou há um ano com a contratação da Tesla, uma das principais agências de comunicação digital do Brasil. O novo portal nasce otimizado para buscadores, utilizando conceitos de SEO (Search Engine Optimization). Isto permite que os sites de busca, como Google e Yahoo, encontrem os conteúdos do site da Rossi com mais facilidade e o posicionem nas primeiras colocações dentro das páginas de resultados. “O site é uma espécie de plantão de vendas. Por isso, é fundamental que ele seja facilmente encontrado nos buscadores. Não ter isso é como ter um stand de vendas numa rua escura e sem saída”, ressalta Rossi.

O site também oferece a ferramenta de corretor online. Por meio de um bate-papo, o corretor responde a todas as dúvidas e ajuda na busca do imóvel certo para cada interessado. “O cliente que opta pelo canal web geralmente quer tirar suas dúvidas também pela internet, sem precisar estabelecer um contato telefônico. O objetivo deste contato é levar o cliente a algum stand de vendas futuramente”, argumenta.

Algumas ferramentas para melhorar a experiência de navegação no site incluem um simulador de financiamentos, integração com Google Maps e um comparador de empreendimentos. Os cronogramas de obras agora são apresentados para os clientes com a tecnologia Flex, que mostra as informações de forma muito mais completa.

Desenvolver um site que atenda todos os públicos, também é fundamental. O novo site possui áreas específicas para imprensa, corretores de vendas, imobiliárias, investidores, donos de terrenos, fornecedores e futuros colaboradores. “Ao segmentar as seções por público alvo, pretendemos otimizar a experiência do internauta com o site”, reforça Rafael.

Em relação a infra-estrutura tecnológica, melhores práticas de usabilidade e de arquitetura de informação foram implementadas e um banco de dados único facilitará a atualização e integridade das informações comuns.

Fonte: Segs