Expoimóvel 2009, em Caxias, deve ter mais mil imóveis para comercialização

6 outubro, 2009

Feira abre oficialmente nesta quinta-feira, 18.

Promovida pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil de Caxias do Sul (Sinduscon Caxias) a Expoimóvel 2009 abre oficialmente nesta quinta-feira. Até o dia 18, na Praça de Eventos do Shopping Iguatemi Caxias, a feira apresentará imóveis residenciais (apartamentos, casas e terrenos) e comerciais (salas e boxes de garagem). A Expoimóvel ficará aberta à visitação do público com acesso livre, a partir de sexta-feira, no mesmo horário de funcionamento do shopping.

As construtoras e incorporadoras, junto com imobiliárias parceiras, atenderão ao público, num único local, colocando à disposição mais de 1 mil imóveis. Além do financiamento em compra direta com as construtoras, o interessado em adquirir um imóvel poderá contar, também, com as linhas de financiamento da Caixa Econômica Federal, que montará uma estrutura de atendimento na feira.

Quem participa:

Construarte Construções e Incorporações
Construesse Empreendimentos Imobiliários
Construforte Empreendimentos Imobiliários
Incorporações Pérola
Viezzer Engenharia e Negócios Imobiliários
B.A.S Incorporadora
BWB Construtora e Incorporadora
Fisa Incorporadora
Eccel Engenharia
Atena Incorporações
Foco Empreendimentos Imobiliários
Mallmann e Tusset Engenharia e Incorporações

Fonte: Click RBS / Pioneiro


Mudanças no FGTS beneficiam construtoras de imóveis populares

2 outubro, 2009

O aumento do limite para o financiamento do programa Minha Casa, Minha Vida deve beneficiar empresas como Rossi e Cyrela.

O aumento do limite para o financiamento do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida aprovado pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) deve beneficiar as construtoras voltadas para atender as classes sociais mais baixas do país, segundo avaliação do banco britânico Barclays. Para os analistas, entre as companhias que mais serão beneficiadas estão a Rossi, Cyrela e Brookfield.

O conselho do FGTS, que é a principal fonte de financiamento do pacote governamental, elevou o valor dos imóveis que podem se enquadrar no programa em cidades com mais de 250 mil habitantes de 80 mil reais para 100 mil reais. Para as cidades com mais de um milhão de habitantes, o limite de financiamento passou de 80 mil reais para 130 mil reais. Antes, apenas moradores do Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro poderiam ter acesso a um financiamento, no âmbito do programa, de 130 mil reais.

A partir desse aumento, de acordo com o Barcalys, é esperado uma valorização dos terrenos, uma vez que as construtoras vão poder vender com preços mais elevados sem abrir mão dos subsídios do governo.

Os analistas do banco apontam, ainda, que o programa deve beneficiar, além das empresas, os próprios moradores de baixa renda, principalmente, das regiões distantes dos grandes centros, como São Paulo e Rio de Janeiro.

A mudança será implementada pela Caixa Econômica Federal, mas ainda não se sabe quando.

Fonte: Exame/Negócios


Valor do imóvel financiado sobe

2 outubro, 2009

Em reunião extraordinária do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o governo conseguiu ampliar o teto do valor do imóvel financiado com dinheiro do trabalhador no programa “Minha Casa, Minha Vida”. Agora, o valor do imóvel que poderá ser financiado em cidades com mais de 250 mil habitantes passou de R$ 80 mil para R$ 100 mil.

Já nos locais com mais de 1 milhão de pessoas, saltou de R$ 100 mil para R$ 130 mil.

Antes, apenas nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal os trabalhadores poderiam financiar imóveis de até R$ 130 mil. O conselho autorizou ainda o aumento de 30% para 100% da participação do Fundo de Investimento do FGTS (FI-FGTS) em empreendimentos de infraestrutura geridos pela Caixa Econômica Federal.

Com as mudanças, o governo poderá acelerar o programa “Minha Casa, Minha Vida” e as obras de infraestrutura, principalmente no próximo ano, de eleição presidencial. O “Minha Casa, Minha Vida” é uma das apostas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para angariar votos para a sua favorita à sucessão em 2010, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.

O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, tentou desvincular o aumento dos financiamentos habitacionais com a disputa eleitoral de 2010. Ele disse que a medida foi necessária porque, com os valores estipulados anteriormente, estava praticamente impossível encontrar imóveis que se enquadrassem no programa. “Não podemos nos pautar com o fato de ter ou não eleições. Essa é uma demanda da sociedade, porque há um grande déficit habitacional no País. Vamos fazer independentemente das eleições”

O Conselho Curador do FGTS aprovou ainda que o valor do imóvel financiado em todas as capitais brasileiras passe para R$ 130 mil a partir de janeiro de 2010. “A ideia é que todas as capitais passem a ter o mesmo tratamento de cidades com mais de 1 milhão de habitantes”, ressaltou Lupi. Com a medida, um número maior de famílias poderá se enquadrar nas regras do programa.

O governo Lula pretende construir 1 milhão de moradias nos próximos anos e reduzir em 14% o déficit habitacional, que atualmente é de 7,2 milhões de moradias. Mais de 90% do déficit habitacional está concentrado em famílias com renda de até 10 salários mínimos.

Fonte: Agência Estado


Caixa analisa 1.836 propostas de construtoras para o Minha Casa, Minha Vida

2 outubro, 2009

O Ministro das Cidades, Márcio Fortes, foi o entrevistado do programa Bom Dia Ministro, transmitido nesta quinta-feira (1) dos estúdios da EBC Serviços. Ele respondeu, ao vivo, a perguntas de radialistas de todo o país. O tema principal foi a oportunidade para moradores de municípios com menos de 50 mil habitantes participarem do programa Minha Casa, Minha Vida. O Ministro detalhou a novidade do programa, abordou a importância de apoio dos governos locais, o investimento em infraestrutura para a Copa do Mundo e novas campanhas relacionadas ao trânsito e ao uso de ciclovias. Informações adicionais sobre os temas da entrevista podem ser obtidas em www.cidades.gov.br. O programa Bom Dia Ministro é transmitido ao vivo pela NBR TV todas as quintas-feiras, das 8 às 9 horas. Abaixo, a síntese dos principais trechos.

Propostas envolvem 352.689 unidades
O Minha Casa, Minha Vida é um programa para a construção de um milhão de unidades habitacionais. Quando foi aprovada a legislação, um item específico foi colocado no Congresso e sancionado pelo presidente Lula, para a reserva de R$ 1 bilhão para cidades com menos de 50 mil habitantes. Há um leilão dos agentes financeiros. Os municípios com população de até 20 mil habitantes podem apresentar três projetos de, no máximo, 30 unidades habitacionais cada. Entre 20 mil e 50 mil habitantes, o máximo é de 60 unidades habitacionais por projeto. O estado, caso apresente, também contrapartida, pode apresentar proposta para município. Haverá especial atenção para as situações de populações em áreas de risco, situações de calamidade reconhecida ou lugares que tenham sofrido migrações intensas em função de grandes investimentos na região.

A Caixa Econômica Federal criou uma estrutura específica para atender o Minha Casa, Minha Vida. Estão sendo analisadas 1.836 propostas das construtoras. Isso envolve 352.689 unidades em estudo, cerca de um terço do total. Temos 76.201 unidades contratadas. As construtoras, a maioria habituada a atuar numa faixa de renda mais alta, tiveram que reprogramar ações e logística de insumos.
Muitas delas estavam acostumadas a trabalhar apenas em capitais ou em centros de maior população. A Caixa está ampliando, por meio da abertura de habilitações, o total das empresas credenciadas para trabalhar em construção civil e em projetos habitacionais. Hoje, há cerca de 2,4 mil empresas aprovadas e analisamos de nove mil a dez mil empresas novas. Com isso, será suprida a questão de ter construtora disponível em cidades de média ou baixa população.
A preocupação, agora, é com o volume de projetos. A Caixa vai ter que analisar rapidamente – porque tem que dar resposta em 30 dias, ou, no máximo, 45 dias. Os projetos estão sendo analisados com velocidade impressionante.

Prefeituras e
governos estaduais
devem participar
O recurso não vai para o governo ou para a prefeitura. A Caixa contrata diretamente. É importante para agilizar, mas não tira ou diminui a importância da participação do prefeito e do governador. Ao contrário, o prefeito e o governador participam intensamente com a doação de terrenos e redução de impostos, organizam o cadastro, atraem as construtoras num ambiente empresarial para que a Caixa selecione os projetos e construa as unidades.
O prazo para o envio de propostas para os municípios de menos de 50 mil habitantes no Minha Casa Minha Vida vai até 28 de outubro. Neste período liberaremos os normativos relativos ao leilão dos agentes financeiros. Assim que terminar este prazo, teremos a seleção dos agentes e, com isso, vamos fazer o cruzamento entre agente e proposta selecionada, para que, o mais rápido possível, comece a implementação.

Obras do PAC
Muitas pessoas já tinham se esquecido dos sonhos de ter casa, água encanada, esgoto tratado na sua rua, que o programa está propiciando e que passou a ser possível com o PAC. Eu distribuo o meu telefone celular e ninguém liga reclamando por estar ruim, atrasada a obra. Todo mundo quer pedir o seguinte: ministro, por que minha rua não tem PAC? Por quê não tem um PAC no meu bairro? Todo mundo quer PAC, água, esgoto… e vamos entrar mais profundamente na questão de transporte urbano.
Para financiamento, existe a necessidade de análise do risco da operação e da capacidade de endividamento do município ou do estado. É a ação do agente, que, no caso, pode ser o BNDES ou a Caixa. Também temos a Secretaria do Tesouro Nacional para definir a capacidade de endividamento.

R$ 5 bilhões para as
cidades-sede da Copa
Nós estamos em uma seqüência muito boa de eventos. Fizemos o Panamericano, depois o Para-Pan. Estamos, agora, com os jogos militares e, em 2014, teremos a Copa do Mundo, com investimentos já definidos. Os investimentos estão em curso e o aprendizado passa pelos três níveis: município, estado e União. Recebemos governadores, prefeitos e secretários, que trouxeram projetos atualizados na área de mobilidade urbana, para que analisássemos e víssemos a possibilidade de destinar financiamento para a Copa do Mundo. Temos R$ 5 bilhões a serem destinados a cidades-sede. E os projetos estão sendo recebidos. Mas não adianta ter um projeto muito bonito, se não ficar pronto até a Copa. Tem que ser sustentável pós Copa. Trazer a Olimpíada de 2016 seria um marco para todo o país.

Campanhas de trânsito
Tivemos a Semana Nacional do Trânsito, de 18 a 25 de setembro, e marcamos a retomada da nossa atividade de conscientização nos meios de comunicação. Já temos as agências de publicidade atuando e recursos liberados do Funset e do Dpvat que muita gente pensa que é apenas uma taxa para pagar. Uma das campanhas programadas vai esclarecer que qualquer pessoa que esteja na rua e venha a sofrer um acidente de trânsito faz um boletim de ocorrência, entra com a documentação e recebe o que tem direito, sem intermediário. Atualmente, as mortes de trânsito estão na faixa de 35 mil por ano e temos que diminuir com campanhas, mudança de comportamento e também da legislação, como foi com a chamada Lei Seca. O mote da campanha que está no ar agora é: ‘Eu sou legal no trânsito’: legal porque obedeço a lei, mas também porque sou educado, tolerante, respeitoso, solidário e carinhoso. Os filmes estão na televisão, cinemas e internet, além do mobiliário urbano, ou seja, banners, outdoors. Vai estar também em folhetos, revistas, jornais, rádios. Outra campanha é a relacionada a ciclovias. Temos programas para aumentar os quilômetros de ciclovias, uma alternativa muito boa para a saúde humana e para o meio ambiente. Quanto menos veículos nas ruas, menos poluição. E quanto mais bicicleta, mais saúde. É importante que haja investimento em ciclovias e bicicletários.

FGTS amplia valor de financiamento de imóveis

O Conselho Curador do FGTS ampliou ontem o valor de financiamento dos imóveis de cidades com mais de um milhão de habitantes para R$ 130 mil. Esse teto abrangia apenas os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e o Distrito Federal. Cidades com mais de 250 mil habitantes passam a ter teto financiável com recurso do FGTS de até R$ 100 mil reais. Atualmente esse valor é de R$ 100 mil para todas as capitais, regiões metropolitanas e cidades com mais de 500 mil habitantes. Para as restantes esse teto máximo é de R$ 80 mil. A partir de janeiro de 2010 o teto de R$ 130 mil vai valer para todas as capitais brasileiras.

Fonte: Por Redação Pantanal News/Governo Federal


Venda de imóveis em SP dá sinais de retomada, diz Fecomercio

29 setembro, 2009

No terceiro trimestre do ano, a média de imóveis vendidos em São Paulo deve saltar de 2,3 mil unidades para 3 mil unidades mensais, segundo projeção da Fecomercio-SP divulgada nesta terça-feira. O estoque de unidades prontas atualmente é de 12,5 mil unidades. Se as vendas continuarem nesse ritmo esse estoque vai ser liquidado em até seis meses, o que vai estimular as empresas do setor para novos lançamentos no curto prazo.

“No final de 2009, as empresas já estarão preparadas para lançamentos mais ousados, voltando a padrões semelhantes a 2007 e 2008″, afirma Fabio Pina, economista da Fecomercio. Segundo ele, a retomada do mercado imobiliário vai alavancar a economia, já que o setor de construção civil privado representa mais de 60% da construção do País.

“O segmento movimenta toda uma cadeia produtiva (serviços de arquitetura, engenharia, materiais de construção, serviços de advocacia, móveis e decoração, entre outros) e é intensivo em mão-de-obra”, explica Pina.

O crescimento da atividade também movimenta um volume grande de financiamento de longo prazo, que modifica toda a atuação do sistema financeiro. Além disso, o aumento de lançamentos e de vendas mostra que os consumidores parecem dispostos a voltar a se endividar no longo prazo com bens de maior valor.

De acordo com a federação, no início do ano, o estoque de imóveis estava acima do desejado, acumulando mais de 21 mil unidades, devido à crise e a redução nas vendas. Na época, foi feito ajuste, o que elevou à redução do estoque.

Daqui para frente, a tendência é que esse estoque volte a aumentar, com os sinais de crescimento das vendas e com lançamentos de novas unidades em uma velocidade um pouco maior. Para o economista da Fecomercio, a partir do final deste ano, a economia deve crescer a um ritmo mais rápido e em grande parte disso se deverá ao setor imobiliário.

Com informações da Investimentos e Notícias.

Fonte: Redação Terra


Bancos oferecem juro menor em feirão para compra de imóveis

25 setembro, 2009

Foi aberto nesta quinta-feira a 4ª edição do Salão Imobiliário São Paulo, que este ano traz cerca de 100 mil imóveis na capital, região metropolitana e algumas cidades do interior, por preços a partir de R$ 52 mil. O evento acontece até o próximo domingo, no Palácio de Exposições do Anhembi, em Santana, na zona norte da cidade.

Confira as condições especiais que os bancos presentes ao salão prepararam para o financiamento de imóveis:

Banco do Brasil/Nossa Caixa:

O maior banco em ativos do País reduziu em até 1,6 ponto percentual, para 8,4% ao ano, a taxa pós-fixada (com correção pela TR) para a compra de imóveis avaliados em até R$ 500 mil. A maior redução é na taxa para compra de unidades com valor entre R$ 150 mil e R$ 500 mil, que era anteriormente de 10% ao ano + TR.

O BB/Nossa Caixa também vai ter desconto nas tarifas de contratação do financiamento imobiliário. Quem optar pelo banco federal terá isenção da cobrança da tarifa de avaliação jurídica (R$ 400). Já quem optar pelo estadual vai pagar R$ 300, ao invés de R$ 750, na tarifa de avaliação de garantia.

Quem fizer proposta pelo BB/Nossa Caixa no salão terá prazo de quatro meses para fechar o contrato aproveitando os benefícios.

HSBC:

Reduziu em um ponto percentual os seus juros para financiamento imobiliário. Dessa forma, imóveis avaliados de R$ 50 mil a R$ 150 mil terão taxa de 9% ao ano (mais TR); de R$ 150 mil a R$ 500 mil de 10% ao ano (mais TR), e de imóveis acima de R$ 500 mil de 11% ao ano (mais TR).

Segundo o HSBC, as propostas feitas no salão têm que ser fechadas em até um mês para terem o benefício da redução do juro.

Bradesco

O banco anunciou que vai oferecer um plano com juro misto para imóveis com valor de avaliação de até R$ 120 mil. Nesta faixa, as taxas serão de 7,80% ao ano (mais TR), nos primeiros 36 meses, e de 9,5% (mais TR), no restante do prazo do contrato.

Para a faixa de R$ 120 mil a R$ 500 mil, os juros vão passar de 10,9% para 10,5% ao ano (mais TR). Já para imóveis a partir de R$ 500 mil, haverá redução na taxa de 11,9% para 11,5% ao ano (mais TR).

Segundo o banco, não há prazo máximo para que a proposta seja contratada pois as condições oferecidas vão ser estendidas à rede de agência a partir da próxima segunda-feira.

Serviço:
Salão Imobiliário São Paulo
Quando: de 24 a 27 de setembro
Horário: Quinta e sexta: das 12h às 21h; Sábado e Domingo: das 10h às 21h
Local: Palácio de Exposições do Anhembi. Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana, São Paulo
Quanto: ingresso familiar (casal e filhos de qualquer idade) a R$ 15; individual também a R$ 15
Transporte:: a organização disponibiliza um ônibus circular saindo da estação Tietê do Metrô até o Anhembi, que funciona de uma hora antes da abertura do evento até uma hora após o fechamento.
Estacionamento: R$ 25 automóveis e R$ 15 motocicletas.

Fonte: Redação Terra / Por Vagner Magalhães


Financiamento de imóvel requer planejamento

21 setembro, 2009

Especialistas recomendam que o comprador não gaste mais de 30% de sua renda com despesas de moradia.

Nunca foi tão fácil comprar um imóvel. O volume de financiamentos imobiliários bateu recorde em 2009. De janeiro a agosto deste ano, a Caixa Econômica Federal financiou mais de 500 mil imóveis no Brasil. São R$ 26 bilhões em crédito concedido ao consumidor. Mas quando é a melhor hora para comprar? O aluguel pode ser uma boa alternativa para quem não tem uma grande entrada? Especialistas têm opiniões divergentes. Seja qual for a escolha, para não perder dinheiro, a melhor saída ainda é o planejamento financeiro.

A recomendação dos especialistas é não comprometer mais de 30% de sua renda com despesas de moradia. Seja ela a mensalidade do aluguel ou a prestação de um financiamento. Como as prestações de financiamento no início costumam ser maiores que os aluguéis, podem custar até o dobro, se considerado o mesmo padrão de imóvel, em alguns casos, é melhor optar pelo aluguel para a manutenção da saúde financeira.

Esta foi a avaliação do vice-presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis da Bahia (Creci-BA), José Alberto Vasconcelos. “Nada substitui a segurança de pagar pelo seu próprio imóvel, mas é preciso avaliar se o comprador tem capital disponível para isso”, alerta.

O consultor em finanças pessoais e professor da Universidade Santo Amaro (Unisa) Osvaldo da Silva é defensor do investimento na casa própria. “O melhor a fazer é tentar fugir do aluguel, mesmo que seja para um imóvel de padrão menor”. Ele aconselha, porém, que seja feita a poupança para a entrada na hora da compra. “De quanto será esta poupança, depende de quanto o comprador pretende financiar”, disse.

Opções diferentes – Amigas de infância, a veterinária Rebeca Lima e a administradora Nívea Garcia fizeram opções diferentes. Enquanto a primeira vendeu o carro, usou o Fundo de Garantia e deu como entrada 20% do valor do apartamento de um quarto no Itaigara, a outra decidiu pelo aluguel para poupar um valor maior.

“Financiei 80% do valor do imóvel em 72 meses e troquei o aluguel pela prestação”, conta Rebeca. Ela conta que passou a pagar a mais por mês porque decidiu quitar a dívida antes do prazo previsto. Para isso, passou a pagar duas prestações mensais , reduzindo o tempo de financiamento pela metade.

A administradora, porém, disse que em dois anos conseguiu fazer uma boa poupança. “Mesmo pagando aluguel consegui juntar um bom dinheiro. Pretendo usá-lo na entrada de um imóvel no ano que vem”, disse.

Para o professor de finanças pessoais da Invest Educar Márcio Rodrigues, agora é a hora de entrar em um financiamento imobiliário. Isso porque, apesar da tendência ser a manutenção dos juros baixos, os imóveis tendem a continuar valorizando nos próximos anos. “Fazer uma poupança agora pode significar pagar mais pelo imóvel no futuro devido à valorização natural com o aquecimento do setor”, avalia.

Segundo o professor, a estabilidade econômica e os juros baixos são um fenômeno recente no Brasil, daí a corrida pela compra dos imóveis e consequente aquecimento do mercado imobiliário. “Tudo indica que esta situação não é passageira; investimentos, principalmente os de renda fixa, não rendem mais tão bem como antes. Daí a necessidade de investir em um bem que lhe trará outra forma de rendimento”, disse. Mesmo que o compromisso seja por 30 anos, como a tendência da economia é manter a estabilidade, o professor diz que vale a pena. “Se o financiamento a longo prazo for o meio de garantir a casa própria, é válido que seja assim”, disse.

O professor e consultor de finanças pessoais Angelo Guerreiro Costa defende que o aluguel se constituiu em um bom negócio. “Mesmo com a baixa dos juros, os financiamentos ainda têm muito altos e os prazos, no Brasil, muito longos. O imóvel deixa de ser da construtora para ser do banco, já que os financiamentos são de até 30 anos”. Para ele, a compra do imóvel só é recomendada se houver uma entrada em torno de 50% e o prazo de financiamento não for muito longo. “O brasileiro precisa amadurecer financeiramente antes de assumir compromissos como estes”.

Fonte: A Tarde Online


Atraso na entrega do imóvel pode gerar multa para construtoras

15 setembro, 2009

A construção civil tomou grandes projeções atualmente. Pessoas que antes sofriam para pagar o aluguel de sua moradia, hoje realizam o sonho da casa própria, graças as facilidades de se realizar um financiamento, condições de pagamentos, entre outros.

Mas os consumidores devem ficar atentos para que tudo isso não se transforme em um pesadelo. Quem optar em comprar um imóvel na planta, deve ficar atento à data de entrega definida no contrato.

É através dela que o comprador planeja o seu futuro, mas também pode se tornar a vilã da história caso a construtora não cumpra esse prazo.

Nos contratos de compra de imóvel na planta, são indicados o mês e o ano em que o empreendimento será entregue ao seu dono, mas preveem um período de tolerância geralmente de seis meses.

Muitas construtoras deixaram seus clientes “a ver navios” devido ao atraso dos imóveis. Motivos como falta de material, chuvas, greve de mão-de-obra e até mesmo intervenções governamentais são os principais fatores para retardar uma construção e mudar todos os planos dos compradores.

É preciso que a construtora tenha como provar que essas ocorrências causaram o atraso, caso contrário, o comprador precisa ser indenizado por danos morais e materiais.

Segundo o Ibedec (Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo), o prazo para que o comprador propor a ação indenizatória pelo atraso na entrega da obra é de até cinco anos. Isso permite que aqueles consumidores cujos imóveis já foram entregues, mas fora do prazo, também possam entrar na Justiça.

Brigar na Justiça por uma indenização, de acordo com o Ibedec, nos casos de atraso, é um direito dos futuros proprietários. O valor da indenização é calculado de acordo com o valor do imóvel, disposição econômica da construtora e prejuízo do comprador.

Uma outra opção para quem passar por esse tipo de constrangimento, é buscar a rescisão do contrato pela inadimplência da construtora, em que teria o direito de receber de volta 100% dos valores pagos, além de indenização pela quebra do contrato.

Para aqueles que pretendem investir nesse tipo de negócio, conforme o Ibedec, é aconselhado que procure uma construtora de qualidade, que seja reconhecida no mercado e recomendada pelos profissionais da área.

Além disso, deve-se ficar atento às condições financeiras da mesma, porque o atraso da entrega pode estar relacionado a uma possível falência da empresa.

Fonte: Ribeirão Preto Online


Consórcio de imóveis ultrapassa 531 mil participantes em julho

10 setembro, 2009

Dados mostram que resultado de julho deste ano é 7,3% superior ao do mesmo período de 2008, quando existiam 495 mil pessoas.

SÃO PAULO – De acordo com os resultados registrados pelo Sistema de Consórcios, em julho deste ano, o consórcio de imóveis superou o número de 531 mil participantes ativos. O percentual é 7,3% maior do que o registrado no mesmo mês de 2008 (495 mil).
De acordo com o presidente executivo da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), Paulo Roberto Rossi, o sonho da casa própria tem sido cada vez mais procurado por quem planeja e deseja economizar.
“O consórcio tornou-se um mecanismo de poupança, cuja disciplina propicia economia para quem planeja a aquisição da casa própria, objetivo número um do brasileiro”, revela.

Comercializações e contemplações

O acumulado de vendas entre janeiro e julho deste ano apresentou 117,3 mil novas cotas, número 2,3% maior que o registrado no mesmo período do ano anterior, quando foram vendidas 114,6 mil cotas.
No mesmo período de análise, as contemplações (momento em que os consorciados têm a possibilidade de adquirir seus imóveis) cresceram 12,1%, passando de 34,4 mil passados sete meses de 2008 para 38,5 mil em igual período deste ano.

Hoje, no Sistema de Consórcios, há mais de 3,71 milhões de participantes, que entraram no sistema para adquirir todos os tipos de bens, como veículos, imóveis e serviços.

Consórcio ou financiamento?

Na hora de escolher entre o financiamento e o consórcio para adquirir o imóvel, é importante ficar atento para as vantagens e desvantagens de cada opção e também ao seu perfil de comprador.
Enquanto é possível ter as chaves do imóvel assim que o financiamento é liberado, pelo consórcio, é preciso aguardar ser sorteado para ter acesso ao crédito.

Por outro lado, pelos consórcios, não são cobrados juros, apenas taxas de administração. Ainda não é preciso dar qualquer tipo de entrada para ingressar no sistema, ao passo que, nos financiamentos, um bom valor inicial ajuda na diminuição do prazo e, consequentemente, na queda dos juros.

Fonte: MSN / Seu Dinheiro


Mostra reúne imóveis e opções de financiamento para servidores estaduais

28 agosto, 2009

Seis construtoras farão a apresentação de nove empreendimentos na Região Metropolitana do Recife; Caixa Econômica Federal vai esclarecer passo a passo o financiamento.

Os servidores estaduais têm até as 17h desta sexta-feira (28) para conferir a 1º Exposição de Empreendimentos do PHSPE, o Programa Habitacional do Servidor Público Estadual. O evento reúne seis construtoras, que farão a apresentação de nove empreendimentos na Região Metropolitana do Recife, além da Caixa Econômica Federal, que vai esclarecer passo a passo o financiamento habitacional.

O objetivo da exposição é apresentar aos servidores estaduais os imóveis oferecidos pelo programa, as vantagens e os benefícios proporcionados pela parceria. Servidores inscritos no PHSPE que residem nos municípios do Recife, Olinda, Paulista, Camaragibe e Igarassu e estejam habilitados para a concessão do financiamento habitacional podem participar. Eles não possuir restrição de crédito, nem cadastral. Além disso, quem comparecer ao evento poderá tirar dúvidas sobre o funcionamento do programa.

São quatro empreendimentos localizados no município de Igarassu, dois em Paulista, um em Camaragibe, um em Olinda e um no Recife das construtoras Arcon, Saint Enton, Cinkel, Exata, CA3 e Itacon. Os imóveis, entre casas e apartamentos, variam de R$ 41 mil a R$ 75 mil, com áreas em torno de 47 metros quadrados. O evento é promovido pela Companhia Estadual de Habitação e Obras (CEHAB)

SERVIÇO

1º Exposição de Empreendimentos do PHSPE
Quando: sexta-feira (28), até as 17h
Onde: auditório da CEHAB – Rua Odorico Mendes, 700, Campo Grande – Recife

Fonte: Globo.com