O edifício Residencial Contemporâneo, assinado pela incorporadora Thá, aposta na utilização de vidros no desenvolvimento de partes diferenciadas do projeto como no muro em frente a entrada do edifício, na fachada e nas janelas fixas das amplas sacadas. Trata-se de um material que reúne características como apelo estético e funcionalidade que vem conquistando novas funções com o intuito de responder às exigências modernas de conforto térmico, acústico e, de segurança, por oferecer resistência e proteção contra intrusões, anti-choque e anti-bala, o que o torna um dos elementos com maior destaque em projetos de arquitetura contemporânea.
Localizado na Rua Gutemberg, 445, no Batel, o empreendimento apresenta 20 apartamentos com plantas flexíveis, sendo duas unidades por andar que destacam 240m² de área privativa e 440 m² de área total. Cada apartamento conta ainda com quatro vagas de garagem.
Para o gerente comercial do Grupo Thá, Márcio Souza, “a arquitetura clean, aliada a nobre localização e com o diferencial de ser totalmente voltado para a face norte, faz do Contemporâneo um sucesso de vendas”, afirma.
Projeto arquitetônico
A proposta arquitetônica desenvolvida pelos arquitetos Frederico Carstens e Antonio José Gonçalves Júnior, da Realiza Arquitetura, segue o conceito de arquitetura limpa e pessoal que mantêm características como a leveza e o aspecto agradável das linhas horizontais da arte contemporânea, utilizando o vidro como destaque do projeto. As amplas sacadas gourmet, por exemplo, são amplamente valorizadas com a utilização do material. “A utilização do vidro estrutural é uma tecnologia extremamente arrojada, atual e moderna, porém pouco utilizada em outros empreendimentos residenciais no Paraná”, revelam.
Para o arquiteto Frederico Carstens, o Contemporâneo é um projeto especial. “A localização em frente a uma praça, favorece a integração do morador com a natureza”, esclarece. Na entrada do edifício, um espelho d´água reforça o conceito de modernidade do empreendimento.
Já o arquiteto Ivan Wodzinsky, responsável pelo projeto de interiores, define o empreendimento em três palavras: simplicidade, elegância e nobreza de materiais. Ele destaca que antes de tudo, é preciso valorizar o endereço e, na seqüência, desenvolver uma ambientação com traços simples, porém arrojados, pensando em conceitos que permaneçam atuais com o passar do tempo. O arquiteto estuda a utilização de vidro também no hall de entrada. “O vidro é sinônimo de modernidade arquitetônica por ser considerado um material tecnologicamente avançado, funcional e refinado, podendo tirar partido das suas qualidades de transparência de forma discreta ou plena”, conclui.
Fonte: Thá