Caixa já financiou mais de R$ 15 milhões neste ano
Cidade registrou aumento de 62% no volume de financiamentos para imobiliários no primeiro semestre em comparação ao mesmo período do ano passado.
Dados foram divulgados ontem pela Caixa Econômica Federal (CEF). Sozinho, banco federal é responsável por 75% por este tipo de negócio no País.
De janeiro a junho deste ano foram 332 contratos fechados, totalizando R$ 15 milhões em investimentos no setor imobiliário. No mesmo período de 2008, Caixa contabilizou 283 contratos – diferença de 17% -, o que resultou em mais de R$ 9 milhões em financiamentos.
Expectativa do banco é dobrar o volume de empréstimos até o final do ano, segundo o gerente Márcio Haraki. Até agora, em todo o Brasil, já foram quase R$ 20 bilhões em créditos imobiliários.
Haraki ressalta que o aumento reflete bom momento do setor imobiliário. Outros fatores para alta são a queda na taxa de juros que caiu de 6% ao mês, para 4,5%. Prazo para pagamentos passou de 25 para 30 anos e a cota financiada subiu de 80% do valor do imóvel para 90% do valor total.
NOVIDADES
A partir de segunda-feira, 27, as taxas de juros de 13 das principais linhas de crédito da Caixa também devem ser reduzidas. Corte beneficiará pessoas físicas e empresas. A medida não vale para as operações rotativas com vigência a partir do dia 01 de agosto.
Redução é parte da estratégia da Caixa para manter as menores taxas de mercado. Só neste ano, já é a sétima vez que os juros baixam.
Fonte: Jornal Diário de Marília
Escrito por Editor
Conforme Magesty, estão previstos R$ 22 bilhões em financiamentos em 2008, dos quais R$ 17 bilhões já foram aplicados. A Caixa participa com 52% do mercado de crédito em número de operações e 29% do volume financiado, já que tem foco em contratos de menor valor, explicou ele.
Apesar da crise financeira internacional, que deve provocar desaceleração do crescimento econômico no Brasil nos próximos trimestres, o Bradesco prevê que o crédito imobiliário no País continuará aquecido. “O mercado imobiliário continuará aquecido, mesmo com a desaceleração da economia. Não haverá falta de recursos, porque há a exigibilidade a ser cumprida”, afirmou hoje o diretor de Relações com Investidores do Bradesco, Milton Vargas, durante teleconferência de resultados financeiros com analistas.