Financiamento para imóveis cresce 62% no semestre

23 julho, 2009

Caixa já financiou mais de R$ 15 milhões neste ano

Cidade registrou aumento de 62% no volume de financiamentos para imobiliários no primeiro semestre em comparação ao mesmo período do ano passado.

Dados foram divulgados ontem pela Caixa Econômica Federal (CEF). Sozinho, banco federal é responsável por 75% por este tipo de negócio no País.

De janeiro a junho deste ano foram 332 contratos fechados, totalizando R$ 15 milhões em investimentos no setor imobiliário. No mesmo período de 2008, Caixa contabilizou 283 contratos – diferença de 17% -, o que resultou em mais de R$ 9 milhões em financiamentos.

Expectativa do banco é dobrar o volume de empréstimos até o final do ano, segundo o gerente Márcio Haraki. Até agora, em todo o Brasil, já foram quase R$ 20 bilhões em créditos imobiliários.

Haraki ressalta que o aumento reflete bom momento do setor imobiliário. Outros fatores para alta são a queda na taxa de juros que caiu de 6% ao mês, para 4,5%. Prazo para pagamentos passou de 25 para 30 anos e a cota financiada subiu de 80% do valor do imóvel para 90% do valor total.

NOVIDADES

A partir de segunda-feira, 27, as taxas de juros de 13 das principais linhas de crédito da Caixa também devem ser reduzidas. Corte beneficiará pessoas físicas e empresas. A medida não vale para as operações rotativas com vigência a partir do dia 01 de agosto.

Redução é parte da estratégia da Caixa para manter as menores taxas de mercado. Só neste ano, já é a sétima vez que os juros baixam.

Fonte: Jornal Diário de Marília


Crédito imobiliário cresceu 17,45% em janeiro, diz Abecip

15 março, 2009

O crédito para financiamento imobiliário com recursos da poupança alcançou R$ 1,9 bilhão em janeiro, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Empresas de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). O valor representa uma alta de 17,45% em comparação com o mesmo mês de 2008.

O volume de recursos financiou a construção e aquisição de 18 mil imóveis – uma alta de 3,85% frente a janeiro do ano anterior. Em 12 meses, o número de unidades financiadas superou os 300 mil, segundo a entidade, e o volume de recursos avançou de R$ 30 bilhões para mais de R$ 30,3 bilhões.

Também no primeiro mês do ano, foram retirados R$ 900 milhões da poupança, segundo dados do Banco Central mencionados pela Abecip. “Este resultado não constitui surpresa, pois o primeiro mês do ano é caracterizado como um período em que os saques costumam superar os depósitos, devido aos gastos com festas de final de ano, pagamento de tributos, férias e despesas escolares”, afirma a entidade.

Fonte: RPC


Crédito imobiliário com recursos da poupança bate recorde em 2008

4 fevereiro, 2009

Número de unidades financiadas cresceu 53%, para 299.746.
Valor financiado somou R$ 30,048 bilhões no ano passado.

O financiamento imobiliário com recursos das cadernetas de poupança atingiu, em 2008, o número recorde de 299.746 unidades, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Em relação a 2007, o número de imóveis financiado teve expansão de 53% no ano passado.

O número financiado superou o recorde anterior, de 267 mil unidades, registrado em 1981.

O valor financiado somou R$ 30,048 bilhões em 2008. Na comparação com o crédito imobiliário concedido pelos bancos que operaram esses recursos em 2007, houve crescimento de 64,4%.

Em dezembro do ano passado, o crédito imobiliário com recursos de poupança foi de R$ 2,547 bilhões, 37% a mais que no mesmo mês do ano anterior. O número de unidades financiadas em dezembro, de 25.494, foi 38% maior que o do último mês de 2007.

No ano passado, a captação líquida (depósitos menos retiradas) dos recursos da poupança destinados ao Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE) aumentou 7,38%, para R$ 13,854 bilhões. Em dezembro, a captação líquida cresceu 2,06%, para R$ 4,318 bilhões.

Fonte: G1


Caixa lança linha de crédito imobiliário para emigrantes

26 novembro, 2008

Brasileiros que moram no exterior terão a partir de agora acesso a uma linha de crédito da para comprar imóvel no Brasil

Os brasileiros que moram no exterior terão a partir de agora acesso a uma linha de crédito da Caixa Econômica Federal (CEF) para a compra da casa própria no Brasil. Os emigrantes brasileiros poderão financiar até 60% do valor de avaliação do imóvel residencial, novo ou usado. O prazo de amortização é de até 180 meses. Segundo a Caixa, as demais condições do financiamento serão as mesmas estabelecidas pelos programas habitacionais do banco, dependendo da existência de recursos financeiros no momento da concessão do crédito imobiliário

A nova linha recebeu o nome de Crédito Imobiliário para Emigrantes e permitirá empréstimos até para os brasileiros que não têm comprovante de renda. O emigrante que não possui comprovante de rendimento poderá, por meio da abertura de uma Conta Poupança Emigrante, efetuar depósitos durante um prazo mínimo de 12 meses ininterruptos. Ao fim deste prazo, poderá solicitar uma avaliação para obter um financiamento imobiliário.

A conta poderá ser aberta em qualquer agência da Caixa, pessoalmente ou por procuração. Para abrir a conta, é necessário ter no mínimo 18 anos completos, CPF ativo e regular, ser emigrante brasileiro nato ou naturalizado. Para realizar os depósitos no exterior, o emigrante poderá efetuar ordem de pagamento por meio dos bancos correspondentes ou dos bancos parceiros da Caixa.

O emigrante que já possui comprovante de renda proveniente de trabalho realizado no exterior pode, imediatamente, seguir as regras existentes na Caixa e solicitar o financiamento. O cliente pode optar, ainda, pela comprovação da capacidade financeira por meio de depósitos na Conta Poupança Emigrante.

De acordo com a Caixa, o lançamento da nova linha atende a demanda dos brasileiros que migram para o exterior e desejam poupar recursos financeiros para aquisição de casa própria.

Fonte: Agência Estado


Crédito imobiliario não está mais caro, afirma economista

11 novembro, 2008

Os brasileiros comprarão menos imóveis em 2009, mas o motivo não é um possível encarecimento do crédito imobiliário, e sim a falta de confiança na economia do País. A afirmação foi feita pela economista da Tendências Consultoria, Amaryllis Romano.

“Temos ouvido falar bastante em encarecimento de crédito, mas o crédito para financiamento de imóveis não está mais caro. Ele não sofreu alterações, porque esse tipo de crédito não é atrelado à taxa Selic, ele é TR (taxa referencial) mais 12% ao ano”, explica a economista.

Porém, mesmo garantindo que não está mais caro financiar imóveis, Amaryllis admite que as vendas do setor devem diminuir no próximo ano. “O preço não é o único fator a ser considerado quando se avaliam as vendas de um determinado setor e o comportamento dos consumidores. Vivemos um momento em que a incerteza aumentou. E na compra de um imóvel, o comprador se compromete com dívidas para daqui 30 anos. Então, se ele olhar para o futuro e não ver um céu de brigadeiro, ele não compra”.

Financiamentos e preços

Outro fator, que segundo a economista, pode impactar nas vendas é a redução nos prazos de financiamento. “Eles devem ser menores, sim, mas ainda não estão menores. Porém não dá para negar que, se as pessoas tiverem menos tempo para pagar, elas comprarão menos. Principalmente em meio a tantas incertezas”.

Amaryllis conta ainda que uma mudança significativa no setor para o próximo ano será a redução no número de lançamentos. “Essa é uma mudança que a crise traz. Porque as incorporadoras estão tendo dificuldade em conseguir crédito, principalmente barato, e o capital de giro está mais escasso. Então, teremos menos lançamentos em 2009″.

Porém, menor oferta não significará preços mais baratos. “Não dá para afirmar que, com um número menor de imóveis à venda, teremos preços menores por causa da concorrência. E a menor oferta também não fará com que os imóveis fiquem mais caros. Para 2009, a previsão é de preço muito semelhantes aos praticados em 2008″, garante a economista.

Fonte: InfoMoney


Caixa vai elevar crédito imobiliário em até 25% em 2009

3 novembro, 2008

O gerente nacional de Administração de Carteira Imobiliária da Caixa Econômica Federal, Fernando Magesty, informou hoje que o volume de recursos para financiamento imobiliário da instituição deve aumentar entre 20% e 25% em 2009. “A Caixa não recuará em financiamento”, afirmou. “Não haverá contingenciamento de recursos”, reforçou, ao participar do comitê de Construbusiness da Câmara Americana de Comércio (Amcham) em Porto Alegre.

Conforme Magesty, estão previstos R$ 22 bilhões em financiamentos em 2008, dos quais R$ 17 bilhões já foram aplicados. A Caixa participa com 52% do mercado de crédito em número de operações e 29% do volume financiado, já que tem foco em contratos de menor valor, explicou ele.

Magesty disse também que a Caixa estuda a possibilidade de comprar mais carteiras de bancos privados de pequeno e médio porte, que têm procurado a instituição. “São bancos pequenos e médios que querem vender parte das carteiras como forma de implementar um ‘colchão de liquidez’ e preferem fazê-lo com a Caixa”, comentou, dizendo que o processo depende de uma “detalhada análise”. As informações foram divulgadas pela Amcham-Porto Alegre.

Fonte: G1


Bradesco: crédito imobiliário continuará aquecido

28 outubro, 2008

Apesar da crise financeira internacional, que deve provocar desaceleração do crescimento econômico no Brasil nos próximos trimestres, o Bradesco prevê que o crédito imobiliário no País continuará aquecido. “O mercado imobiliário continuará aquecido, mesmo com a desaceleração da economia. Não haverá falta de recursos, porque há a exigibilidade a ser cumprida”, afirmou hoje o diretor de Relações com Investidores do Bradesco, Milton Vargas, durante teleconferência de resultados financeiros com analistas.

O Bradesco separou, para este ano, R$ 5,7 bilhões para financiamento de imóveis. Até o encerramento do terceiro trimestre de 2008, R$ 4,812 bilhões já estavam comprometidos para essa finalidade. “Falta pouco para cumprirmos a meta estipulada para este ano. E acredito que não teremos dificuldade, tendo em vista os negócios que já estão em andamento”, disse.

Já em relação ao crédito concedido para compra de automóveis, a instituição admite um arrefecimento. Segundo o presidente do banco, Marcio Cypriano, as operações de empréstimo estão sendo feitas normalmente pelo Bradesco, com exceção dos financiamentos de veículos.

“Já verificamos uma queda razoável nessa modalidade. O mercado se ressentiu mais com a crise e decidimos adotar algumas medidas que consideramos adequadas para o momento, como a exigência de uma entrada maior para os financiamentos e redução de prazos, que estavam muito alongados”, afirmou o executivo, também durante a teleconferência.

Em setembro de 2008, a posição do Bradesco em financiamento ao consumo, que inclui crédito para compra de veículos, crédito pessoal, consignado e financiamento de bens, entre outros, era de R$ 56,190 bilhões. Esse valor representa uma alta de 5,5% em relação ao fim do segundo trimestre de 2008 e de 28,3% nos últimos 12 meses.

Fonte: Agência Estado


Ademilar lança dois novos grupos de consórcio de imóveis

23 setembro, 2008

Visando atingir pessoas de todas as classes sociais, a Ademilar Consórcio de Imóveis está lançando dois novos grupos. O primeiro oferece créditos de R$ 50 mil a R$ 200 mil, que podem ser combinados, chegando a R$ 500 mil. Com forma de pagamento flexível, o grupo permite que o cliente escolha como quer pagar: em parcelas fixas indexadas apenas pelo Índice Nacional da Construção Civil (INCC) ou com parcelas menores até a contemplação. O prazo é de 125 meses, com parcelas a partir de R$ 312. Já o segundo grupo terá um prazo de 200 meses, e parcelas a partir de R$ 175,00 para créditos de R$ 40 mil a R$ 60 mil. As primeiras assembléias dos grupos estão marcadas para outubro.

O consórcio de imóveis tem como principal vantagem não possuir juros, permitindo ao cliente comprar imóveis residenciais ou comerciais, novos ou usados, e inclusive construir e reformar. A Ademilar é especializada nesse segmento, com 17 anos de atuação. Hoje a empresa tem sede em Curitiba e filial em Joinville, além de representações em Santos (SP), Blumenau (SC) e Balneário Camboriú.

Depois de tramitar no Congresso por quase cinco anos, o Senado Federal aprovou em 10 de setembro, em sessão ordinária, a lei que regulará o Sistema de Consórcios no país. Ao comentar a aprovação, Rodolfo Montosa, presidente nacional da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), destacou que a legislação fortalecerá os diversos setores do Sistema, possibilitando uma evolução nos consórcios, atualmente, um dos principais mecanismos para aquisição parcelada, sem juros, de um bem ou de um serviço. Para Tatiana Reichamnn, da Ademilar, a Lei também vai tranqüilizar os consorciados, trazendo mais segurança e, conseqüentemente, mais vendas.

Um aspecto importante na futura lei é a possibilidade de utilização da carta de crédito para a quitação de financiamento, uma situação até então não prevista nas normas do Banco Central. Isto beneficiará, principalmente, os mutuários que desejem transferir o financiamento de seu imóvel para o consórcio. A contemplação da cota poderá ser utilizada para liquidar o débito, deixando o consumidor de pagar juros, que aumentam os custos, principalmente por que no Sistema de Consórcios eles inexistem. O projeto de lei, aprovado no Senado, confirma ainda a utilização do FGTS para oferta de lance ou complemento do valor do crédito para pagar o preço do imóvel e a amplia possibilitando o pagamento de parte das prestações decorrentes do contrato de participação de grupo de consórcio para aquisição de imóvel residencial.

Fonte: Jornale