Crescem ofertas de imóveis para baixa renda

17 agosto, 2010

Os balanços corporativos das construtoras brasileiras referentes ao segundo trimestre deste ano evidenciam que o segmento de baixa renda tem ficado cada vez mais importante para os negócios no mercado imobiliário. Parte desse resultado pode ser atribuído a programas sociais como o Minha Casa, Minha Vida.

Segundo a Cyrela, por exemplo, as vendas da Living Construtora – braço da companhia voltado à baixa renda – responderam por 35,2% do valor geral de vendas, totalizando R$ 396,5 milhões – um crescimento de quase 70% em relação ao ano passado.

Até o dia 30 de junho, haviam sido submetidos pela Living quase 40 mil unidades ao programa. Metade desse total foi contratada para financiamento na CEF (Caixa Econômica Federal) e 4,4 mil já foram repassadas aos clientes.

Veja na Integra: http://www.diariodopara.com.br/N-106037-CRESCEM+OFERTAS+DE+IMOVEIS+PARA+BAIXA+RENDA.html

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Sindicato prevê crescimento de 200% no número de construções

11 agosto, 2010

Alta reflete na falta de mão-de-obra e aumento no preço da diária de profissionais

O aumento no lançamento de novos empreendimentos imobiliários tem influenciado diretamente na falta de mão-de-obra no ramo da construção civil. Segundo Elias Alves Teixeira, diretor-tesoureiro do Sindicato da Construção Civil, o número de construções esse ano deve ultrapassar em mais de 200% do volume realizado no ano passado.

O pedreiro Mauro Marcolino de Souza subiu o valor da diária de R$ 45 para R$ 60 - Foto: Paulo Cansini

“A estimativa para esse ano é que tenhamos de 2 mil a 2.500 casas no final do ano, entre construídas e em construção”, diz.

De acordo com ele, a falta de mão-de-obra subiu consideravelmente de 2009 pra cá. “Hoje pedreiros cobram em torno de R$ 100 a diária, no ano passado a média era de R$ 60”.

O aposentado Adelino Ferreira Franco, 68, acredita que teria economizado até R$ 6 mil se tivesse iniciado a construção de sua casa 8 meses atrás. “Está muito difícil de encontrar profissional hoje em dia e quando a gente acha eles exploram”, afirma.

Ainda que o pedreiro que ele contratou não é dos mais caros. Mauro Marcolino de Souza, 45, conta que desde janeiro está cobrando R$ 60 a diária. Antes, cobrava R$ 45. “A gente sobe pouco, porque se subir muito não arruma serviço”.

Mesmo assim, ele confirma que compensa mais pegar serviços particulares. O piso de um pedreiro hoje é de R$ 917, enquanto o de servente é de R$ 770.


Construtoras investem em imóveis para jovens

9 agosto, 2010
Com o casamento marcado para 2012, o casal de arquitetos Diego Gonzalez e Raquel Laki já havia quase desistido de comprar um apartamento. Depois de seis meses de procura, a escolha do primeiro imóvel virou um pesadelo. “Analisamos muitas plantas e nada se encaixava no que procurávamos para começar a vida juntos. Eram todos iguais.

Os arquitetos Diego Gonzalez e Raquel Laki mudam em 2012 para o apartamento financiado

Quando achávamos algo diferente, não cabia no bolso”, disse Raquel. A solução chegou quando encontraram na internet uma construtora que fazia exatamente o que eles idealizavam. Apartamentos de 70 m2 , sem paredes e com condomínio em conta.

Além disso, na região da Barra Funda. É exatamente neste público que as construtoras estão de olho. Entre os financiamentos da Caixa Econômica, por exemplo, 54% são feitos por pessoas até 35 anos. Destes, 16% optam por imóveis entre R$ 80 e R$ 130 mil.

“Nos últimos três anos, o mercado imobiliário percebeu o potencial do público entre 25 e 35 anos. A grande oferta de financiamentos e as taxas de juros atrativas facilitaram o acesso. O que para uma geração foi muito difícil, para essa é bem mais fácil”, explica Romeu Braga, diretor de incorporação da construtora Living. Especializada neste público, a empresa tem 80% dos seus clientes nesta faixa etária.

Em busca de atrativos para os jovens, eles até mudaram suas campanhas publicitárias e usam a internet como principal meio de comunicação com os possíveis compradores. “Eles são decididos e sabem exatamente o que querem”, disse Braga.

 Veja na Integra: http://www.band.com.br/jornalismo/economia/conteudo.asp?ID=100000332490

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Venda de imóveis cresce 5% no segundo trimestre de 2010

7 agosto, 2010

Há escassez de imóveis com valores intermediários, entre R$ 500 e R$ 600

A venda de imóveis cresceu cerca de 5% no segundo trimestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados da delegacia regional do Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) em Marília.

No entanto, o aumento no volume de vendas reduziu a oferta no mercado e consequentemente elevou os preços.

“Hoje há dificuldade em se encontrar um imóvel na faixa de até R$ 80 mil, devido muitas pessoas terem buscado financiamento”, diz Hederaldo Benetti, delegado do Creci.

Quanto à locação, Benetti conta que estão escassas as residências e apartamentos com valor intermediário de aluguel, entre R$ 500 e R$ 600.

A comerciante Eliane Alcântara, 34, sabe bem o que é isso. Há cerca de três meses ela percorre imobiliárias em busca de uma nova casa.

“Procuro um apartamento ou casa, em local seguro, dependendo do lugar é difícil encontrar”, afirmou.

Segundo o Creci, para locação é comum que a procura aumente nos meses de julho e agosto. Isso se deve em razão do período de férias, já que muitas famílias esperam as férias dos filhos para vir de fora, ou mesmo os estudantes universitários, que aproveitam o período para a mudança.

Veja na Integra: http://www.diariodemarilia.com.br/Noticias/86121/Venda-de-imveis-cresce-5-no-segundo-trimestre-de-2010

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Última casa na qual Michael Jackson morou está à venda

6 agosto, 2010

Preço da mansão onde o astro morreu aos 50 anos é US$ 28,9 milhões.
Imóvel tem 3 banheiros, 12 lareiras, teatro, adega, academia e elevadores.

A mansão em Los Angeles onde o pop star Michael Jackson sofreu sua fatal parada cardíaca foi colocada à venda por um preço inicial de US$ 28,9 milhões, informou nesta quarta-feira (4) o site RealEstalker.com, especializado no mercado imobiliário das celebridades.

Imagem da mansão de Michael Jackson em Los Angeles.

Jackson era inquilino na mansão de sete dormitórios, construída no estilo de um castelo francês, no elegante bairro de Holmy Hills, em Los Angeles. Ali, ensaiava para uma temporada de shows que faria em Londres.

Veja na Integra: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/08/ultima-casa-na-qual-michael-jackson-morou-esta-a-venda.html

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Agosto: mês de consórcio imobiliário no Paulínia Shopping

5 agosto, 2010

Abandonar o aluguel e conquistar a casa própria é o grande sonho de muitas famílias. Quem está buscando opções para conseguir financiar um imóvel, pronto ou a construir, deve aproveitar o mês de agosto no Paulínia Shopping.

 

Até o dia 20, profissionais do Consórcio Nacional Embracon estão de plantão na Bahamas Veículos, no primeiro piso do Paulínia Shopping, para fornecer informações sobre os planos de consórcio da empresa, que atua no segmento há mais de 20 anos. De acordo com Patrícia Asltolfo, consultora de vendas da Embracon, o mercado está bastante aquecido. “Dentre todas as modalidades de consórcios, que vão de automóveis a serviços, o consórcio imobiliário ainda tem sido o mais procurado aqui em Paulínia”, explica.

Em todo país, o mercado de consórcios em geral apresentou aumento de 38,5% nos primeiros quatro meses do ano, em relação ao mesmo período do ano anterior. Somente o consórcio imobiliário movimentou em 2010 R$ 6,6 bilhões.  Os dados são da Associação Brasileira de Consórcios, a Abac. 

No hall de entrada do Paulínia Shopping, é possível obter informações também sobre o consórcio imobiliário Ropebras, que comercializa cotas de consórcio da Caixa Econômica Federal e atua também como imobiliária. Um estande da Bulgarelli – Ambientes Planejados também no hall de entrada completa as novidades para o mês de agosto. 

Veja na integra: http://portaldepaulinia.com.br/201008057221/Paulinia/Noticias/agosto-mes-de-consorcio-imobiliario-no-paulinia-shopping.html

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Conheça a tecnologia que protege da umidade

4 agosto, 2010

Combater a infiltração nas edificações está mais fácil com as novas soluções

O problema aparece como uma sutil mancha no teto, outra vez forma uma linha completa, mostrando o caminho que a água faz enquanto penetra na edificação.

Em geral, as construções são resistentes e basta limpar a calha, trocar algumas telhas ou investigar para solucionar o caso de forma definitiva.

Entretanto, algumas vezes é preciso investir na reforma do telhado e em nova vedação, exatamente a preocupação para os construtores que se ocupam em garantir que as lajes estejam bem protegidas entre os andares de um edifício ou na cobertura de uma construção térrea.

Segundo o professor do curso de Engenharia Civil do Centro de Engenharia e Inovação Tecnológica, Marcos Fernando Schimdt, a manta asfáltica é um dos métodos mais conhecidos para garantir uma impermeabilização eficiente.

Além disso tem custo relativamente baixo, a massa em rolo é um produto conhecido pelos operários o que agiliza a sua aplicação.

“Hoje existem outras opções de impermeabilizaçã como tintas acrílicas e outras compostas por betume, como também impermeabilizante minerais que podem ser utilizados como aditivo no cimento para argamassa de revestimento.

Produtos derivam da manta asfáltica, que continua eficiente

A vantagem das tintas acrílicas, que são a base de água, e dos compostos minerais é que eles agridem menos o meio-ambiente em comparação com os derivados do petróleo, ensina.

O engenheiro civil Willys Coutinho, que atua em uma das mais importantes construtoras de Maringá, diz ainda que para obras em larga escala os novos materiais resolvem pequenos problemas que apareciam na aplicação da manta asfáltica.

“Os cantos arredondados, por exemplo, eram difíceis de isolar e, além disso, esta técnica demora mais que do que as outras mais modernas”, afirma.

As novas soluções são mais específicas, como um novo sistema desenvolvido especialmente para os ralos em apartamentos.

“Esse produto foi criado para acabar com a nossa maior fonte de dor de cabeça, agora antes de instalar o ralo, a área já está protegida”, comemora Coutinho.

A tendência é que os materiais se tornem mais práticos e leves, pelo reforço de novas composições de tintas, argamassas industriais e outros produtos, com elementos químicos isolantes.

Serviço para profissional

Toda a reforma ou serviço de manutenção em edificações deve ser coordenado por um profissional da área de Engenharia Civil ou Arquitetura. Para a impermeabilização o especialista vai estudar o projeto, determinar os produtos e a forma de execução do trabalho.

Os especialistas também ajudam o proprietário a ter um diagnóstico correto sem correr o risco de investir em quebra-quebra quando o problema é causado, por exemplo, por falta de ventilação.

Outra vantagem é que estes profissionais economizam dinheiro na obra porque sabem como somar benefícios de vários produtos.

Veja na integra: http://www.odiario.com/maringaimoveis/Noticias/Index/321589

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Uma verdadeira selva de pedra

3 agosto, 2010

Zona sul de Sorocaba tem boom imobiliário com mais de 110 prédios

Mais de 110 edifícios  em uma área aproximada de dez quarteirões. Essa é a selva de pedra e a consolidação de uma verticalizaçãoresidencial no bairro Campolim, zona sul de Sorocaba.

Segundo os profissionais do setor, o boom imobiliário e econômico fez com que a região se tornasse a mais nobre e valorizada da cidade.

Em um levantamento feito pela reportagem do BOM DIA, partindo do cruzamento entre as avenidas Washington Luiz e Barão de Tatuí, foram contabilizados 115 prédios.

Desse total, 88 prédios são residenciais, outros 19 estão em construção e 8 são voltados ao comércio. Uma média de 20 mil pessoas e 4,5 mil famílias.

A contagem não levou em consideração, ainda, a quantidade de condomínios residenciais horizontais e casas “tradicionais” que existem nos bairros da zona sul.

Big Bang dos anos 90
A consolidação do desenvolvimento da zona sul de Sorocaba teve início com a inauguração do complexo que engloba o Shopping Esplanada e o hipermercado Carrefour, em setembro de 1990.

Pouco tempo depois, a construção do viaduto que atravessa a rodovia Raposo Tavares fez com que a economia daquela região tivesse a estrutura necessária para o crescimento.

Hoje, o local conta com o Parque Campolim, dezenas de restaurantes, boates, três hipermercados, um supermercado, dois shoppings e agências bancárias que ditam e mantêm o mercado aquecido.

A verticalização de 2000
Com o crescimento comercial também veio o residencial, no início de 2000. Segundo o presidente regional do Secovi (Sindicato da Habitação), Flávio Amary, a região do Campolim tornou-se referência e marcada pela verticalização.

“É muito mais fácil e barato para a construtora erguer edifícios nas várias áreas livres que tinham no local.”

Com isso, a concentração de pessoas que já tinham por base o Campolim como o principal centro comercial de Sorocaba, aumentou ainda mais. “A zona sul é mais valorizada da cidade hoje em dia. Pelo seu desenvolvimento econômico, possibilidades e localização”, diz.

Amary lembra que a região é cortada pela rodovia Raposo Tavares que, por sua vez, faz ligação com a rodovia Castello Branco. Um motivo a mais para quem trabalha fora de Sorocaba ou vem para a cidade trabalhar.

Mesmo com as áreas livres já em fase de “extinção”, Flávio Amary acredita que a valorização da zona sul tenderá a crescer ainda mais. “Os imóveis construídos nessa região terão uma valorização muito alta nos próximos anos, baseada nos condomínios de alto padrão que já existem e que estão sendo construídos”, finaliza o presidente do Secovi.

Moradores aprovam a região
Os moradores da zona sul estão satisfeitos com o desenvolvimento da região e com a valorização de imóveis.

Para o vendedor Róbson Nucci, o Campolim, principalmente, ganhou status após a criação do Parque Campolim, ressaltando a pista de caminhada.

“O local tornou-se uma espécie de centro de lazer e, ao mesmo tempo, uma área de confraternização entre as pessoas que moram na região.”

Outras ainda exemplificaram a comodidade de morar próximas a hipermercados como o Walmart ou padarias, como a Real Conveniência. “A região tornou-se ponto de referência para quem chega de fora”, diz Nucci.

Veja na integra: http://www.redebomdia.com.br/Noticias/Economia/25949/Zona+sul+tem+boom+imobiliario+com+mais+de+110+predios

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Inscrições para a CASA PRÓPRIA continuam

2 agosto, 2010

A JI negócios imobiliários continua com as inscrições para 900 unidades habitacionais, com a facilidade de enquadramento da compra pelo Programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal e financiamento por meio da Caixa Econômica Federal.

O Fundo de Garantia (FGTS) pode ser utilizado como amortização de entrada ou do financiamento.
O lançamento, na última semana, foi um grande sucesso e a procura está sendo muito grande.

Garanta já sua unidade!!

As inscrições para as unidades, enquadradas no Programa “Minha Casa Minha Vida” estão sendo feitas diariamente (segunda a segunda) das 9h às 17 horas, na avenida Itália, 109 – Centro Itupeva SP. (Em frente a agência dos Correios).

Veja na integra: http://www.jornaldeitupeva.com.br/noticia.php?id=100725233608

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Meta habitacional vai ser superada este ano

1 agosto, 2010

Caixa estima em mais de 1,1 milhão de financiamentos liberados até o fim de 2010

Nelma Tavares: faixa de renda de um a três mínimos responde por 30% dos financiamentos (Foto: Nando Neves)

Durante o seminário Crescimento Econômico e Justiça Social, promovido no auditório do BNDES pela Fundação ARO com apoio do MONITOR MERCANTIL, a superintendente regional da Caixa Econômica Federal no Rio de Janeiro, Nelma Tavares, afirmou que até o início de julho já foram contratadas 542 mil operações de financiamento imobiliário no âmbito do programa “Minha Casa, Minha Vida”. E até o final do ano, a Caixa espera liberar mais 600 mil empréstimos para a compra da casa própria, superando a meta de 1 milhão de imóveis estipulada pelo Governo Federal ao criar o programa.

“O melhor é que a maior parte desse desempenho, que supera todas as expectativas, está concentrada nas faixas de renda de um a três salários mínimos, que responde por 30% desses financiamentos”, disse Nelma. O desempenho dos financiamentos para a base superou em 135% a média geral dos empréstimos concedidos.

Puxada pela construção civil, e também pela indústria naval, a engenharia nacional vive momento ímpar, conforme relatou o vice-presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ), Sérgio Niskier. Segundo o engenheiro, até 2022 o mercado demandará a contratação de mais 1,135 milhão de profissionais ligados aos conselhos estaduais. “Precisamos dobrar, em 10 anos, o número de profissionais em nossa área”, contabiliza o engenheiro.

Na mesma linha, o presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), Ariovaldo Rocha, afirmou que o setor naval deve gerar até 2012 79 mil empregos diretos. “O número supera, em muito, a previsão inicial de 60 mil empregos, patamar que atingiremos no final deste ano”, comemorou.

Veja na integra: http://www.monitormercantil.com.br/mostranoticia.php?id=82585

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