Magistrados investem no mercado Imobiliário

3 Julho, 2009

Juízes e desembargadores investem ainda em casas de festa e fazendas, e fazem a festa das imobiliárias alagoanas

Apesar de bons salários e cargos vitalícios, os juízes alagoanos estão preocupados com o futuro e investindo suas economias em vários ramos de negócios. O setor imobiliário é de longe, o mais procurado pelos homens da justiça, que poupam tudo o que podem para não perder os lançamentos do mercado e as chances de ampliar o patrimônio familiar. “Um bom lançamento é vendido em poucos meses”, disse um corretor de imóveis, que tem vários juízes e desembargadores em sua carteira de clientes preferenciais.

Mansões de luxo atraem os homens da toga
Até pouco tempo atrás, o setor imobiliário também era muito disputado pela classe política, que sempre confundiu o público com o privado. Depois da “Operação Taturana”, o mercado sofreu uma ligeira retração, mas nada que viesse a preocupar o setor, pois os homens da justiça descobriram tratar-se de um bom investimento e cuidaram de ir às compras. Até porque as áreas nobres da orla marítima de Maceió estão se esgotando e ninguém quer perder o último refúgio à beira-mar.

Mas não só mansões e apartamentos de luxo atraem os homens da toga. Eles também têm paixão por chácaras e fazendas no interior, talvez para fugir da vida agitada na cidade, e também da curiosidade dos que se preocupam com o sucesso alheio.

Fonte: Extralagoas


Brascan Residential Properties muda nome para Brookfield Incorporações

2 Julho, 2009

Nova marca faz referência à sua atual controladora, a Brookfield Asset Management, que detêm 51,1% dos papéis da empresa

A Brascan Residential Properties, dona das construtoras MB Engenharia e Company, anunciou que vai mudar o nome das três companhias para Brookfield Incorporações, consolidando a união das marcas. Atualmente, a companhia possui empreendimentos em São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Ceará.

A nova nomenclatura faz referência à controladora da Brascan, a canadense Brookfield Asset Management, que detêm 51,1% dos papéis da empresa. O segmento imobiliário da Brookfield possui US$ 35 bilhões em ativos distribuídos por nove países.

“Com nossa posição de mercado alinhada ao atual cenário do setor imobiliário brasileiro, forte estrutura operacional e sólida posição financeira, estamos preparados para atender aos nossos clientes, continuar desenvolvendo projetos inovadores e de alta qualidade, além de maximizar a lucratividade de nossos investimentos, visando ao crescimento sustentável e à preservação do nosso caixa”, disse Nicholas Reade, diretor-presidente da Brascan, em comunicado aos acionistas.

Fonte: Piniweb


Construtoras e incorporadoras se reposicionam no mercado imobiliário para atingir segmentos médio e popular

2 Julho, 2009

As condições favoráveis para a compra de imóveis no Brasil, como a melhoria de acesso ao crédito imobiliário e o crescimento da oferta das linhas de financiamento bancário, além de uma certa estabilidade econômica, têm causado nos últimos anos mudanças de posicionamento de grandes incorporadores e construtores. A intenção é atingir uma gama maior de clientes e, por isso, empresas com atuação já consolidada no segmento de empreendimentos de alto padrão e de imóveis de luxo criam marcas específicas para a execução de projetos voltados para a classe média e, sobretudo, para a população de baixa renda.

Algumas empresas, como a Patrimar Engenharia, perceberam as oportunidades desses segmentos bem antes da euforia que tomou conta do mercado imobiliário no período entre 2007 e 2008 e se reposicionaram para atender o público de baixa e média renda já no início da década. “Ainda como M. Martins, empresa que deu origem à Patrimar, fizemos alguns empreendimentos voltados para essas faixas de público, aproveitando incentivos pontuais dados pelos governos na década de 1980. Em 2000, já como Patrimar, resolvemos consolidar nossa atuação no segmento com a criação da Novolar”, diz o diretor da empresa, Marcelo Martins.

Já as incorporadoras Santa Bárbara Desenvolvimento Imobiliário, Metro Participações e Alicerce Empreendimentos, três empresas ligadas a grupos fortes e tradicionais do mercado mineiro, resolveram em 2007 unir forças com a criação da Masb Desenvolvimento Imobiliário. “O intuito era ficar mais forte para concorrer no mercado nacional, reunindo e reorganizando os negócios que as três empresas já tinham em Minas e outros estados brasileiros”, lembra o diretor presidente da Masb, Luiz Renato Paim Fernandes.

DEMANDA EM ALTA

O boom imobiliário do biênio 2007/2008 também trouxe ao mercado mineiro grandes incorporadores paulistas, principalmente aqueles que optaram por abrir o capital, negociando ações na bolsa de valores. Um deles, a Cyrela, se uniu no estado à tradicional Construtora Lider com a formação da joint-venture Lider Cyrela. Dessa união surgiu em 2008 mais uma marca, voltada para o segmento econômico, a Primóvel – Living. “No início do ano passado, percebemos que a demanda estava acelerada para todos os segmentos de mercado e identificamos uma lacuna de empreendimentos do segmento econômico que promovessem a qualidade de vida, e nosso objetivo é ocupar esse espaço”, informa o diretor de Incorporação da Lider Cyrela, Dennyson Porto.

O mais recente movimento foi feito pelo grupo Odebrecht, com a transformação de seu braço imobiliário, a Odebrecht Empreendimentos Imobiliários, responsável em Minas pelo lançamento do Vale dos Cristais, na Odebrecht Realizações Imobiliárias, que pretende se consolidar no mercado nacional com o desenvolvimento de empreendimentos residenciais para as mais diversas faixas de renda e também no segmento comercial.

Fonte: Lugarcerto


Even é destaque no top imobiliário

1 Julho, 2009

A Even Construtora e Incorporadora foi o grande destaque da 16ª edição do Prêmio Top Imobiliário, promovido pelo Estado em parceria com a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). É a primeira vez que a empresa chega ao primeiro lugar, e em duas categorias: Construção e Incorporação.
Na categoria Vendas, o primeiro lugar ficou, mais uma vez, para a imobiliária Lopes, invicta na liderança desde a criação do prêmio.

Os segundos lugares das categorias Construção e Incorporação ficaram para uma empresa, a Goldfarb. O terceiro lugar na categoria Incorporação ficou para a Cyrela Brazil Realty. E na categoria Construção, a terceira colocada foi a Gafisa.

Uma das surpresas na lista dos premiados este ano foi a ISO Construções e Incorporações, que ainda não havia aparecido no ranking das dez maiores do setor e aparece nesta edição em oitavo lugar na categoria Construção. A empresa destacou-se pelo lançamento de seis empreendimentos na região do Grande ABC, que está suprindo parte do mercado que a capital paulista vem perdendo em lançamentos, reflexo da crise econômica mundial.

O destaque da categoria Vendas é a terceira colocação da Habitcasa, marca da Lopes no segmento econômico criada em novembro de 2007. Em seu primeiro ano de atuação no mercado, a Habitcasa já figura entre as principais empresas do setor. O segundo lugar da categoria ficou com a DelForte & I.Price. O Top Imobiliário premiou ainda cinco empreendimentos que se destacaram em 2008, na categoria Performance em Vendas.

Fonte: Últimosegundo


Minha Casa, Minha Vida já tem 384 mil cadastrados

1 Julho, 2009

A um mês para o fim do prazo de cadastramento, o programa Minha Casa, Minha Vida registra 384 mil inscrições em toda a Bahia. Até esta terça-feira, 30, 366 mil pessoas haviam feito o cadastro no governo do Estado, enquanto 18 mil pessoas preencheram o cadastro da prefeitura de Salvador. Pelo menos outros 17 municípios também estão com o cadastro aberto até o dia 30 de julho.

As inscrições para o programa podem ser feitas por famílias com renda mensal de até três salários mínimos. “Estamos utilizando este cadastro como um cadastro único que definirá a demanda por habitação em todo o estado da Bahia“, explica a superintendente de habitação do Estado, Liana Viveiros.

O governo do Estado está levantando áreas na capital e interior para atenderem ao programa. São áreas remanescentes da Urbis em diversas regiões, como Cajazeiras, Pau da Lima e no Subúrbio ferroviário. Liana Viveiros diz que o Estado já encaminhou à Caixa um projeto de construção de unidades no bairro de Fazenda Grande. “Este projeto está em análise e outros devem ser encaminhados no decorrer do mês de julho”, afirmou.

A prefeitura de Salvador também selecionou 14 terrenos para a construção de unidades do programa. O diretor de Habitação da prefeitura, Carlos Felipe Leão, informa que algumas destas áreas estão em fase de elaboração de projetos. “Tudo isso deve ser submetido à aprovação do prefeito antes de ser encaminhado à Caixa”, informa.

A Caixa informa que, na Bahia, 48 imóveis já foram financiados através do programa Minha Casa, Minha Vida, outros 4,8 mil imóveis estão em fase de análise para a concessão de créditos para o programa. Têm direito ao crédito famílias de até dez salários mínimos que desejam comprar imóveis novos, terrenos e construção ou em construção no valor de até R$ 100 mil.

O superintendente regional de habitação da Caixa, Adelson Prata informa que a procura das construtoras interessadas em participar do Minha Casa, Minha Vida tem sido intensa desde o seu lançamento. São empresas que já participavam do Programa de Arrendamento Residencial (PAR) ou que não trabalhavam com este segmento.

“A demora está na concessão de licenças e no cumprimento da burocracia até a execução dos projetos. A nossa expectativa é de que se chegue a um número grande de contratações até o final do ano, mas o movimento deve ser intensificado no decorrer do segundo semestre, especialmente entre agosto e setembro”, diz.

Além de Salvador, são beneficiadas pelo programa os municípios de Aratuípe, Camaçari, Candeias, Dias D’Ávila, Itaparica, Jaguaripe, Lauro de Freitas, Madre de Deus, Mata de São João, Muniz Ferreira, Nazaré, Salinas da Margarida, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Simões Filho e Vera Cruz.

Fonte: ATarde Online


Setor imobiliário ensaia recuperação

30 Junho, 2009

Depois de puxar a desvalorização na Bovespa no final do ano passado, as empresas do setor imobiliário e de construção civil ensaiam uma recuperação. O Imob, índice que reúne as empresas mais representativas do setor na Bovespa, acumula alta de 86,5% desde o início do ano, contra 38,85% do Ibovespa.
O Imob fechou ontem em 572,5 pontos, ainda distante do pico de 996,9 pontos atingido em maio do ano passado, mas deixando para trás o fundo do poço, de 213 pontos, registrado em 21 de novembro do ano passado.

“As más notícias cessaram, mas a dúvida é saber quando virão as boas notícias”, afirma o analistas da Fator Corretora, Eduardo Silveira. Para os analistas, nem mesmo o programa do governo, Minha Casa Minha Vida, que promete uma injeção de R$ 34 bilhões no setor, fará com que as empresas exibam balanços espetaculares este ano. “Não vai ter volume de vendas suficiente para sustentar as megaempresas que as construtoras se transformaram depois das aberturas de capital”, avalia João Rocha Lima Junior, professor do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da USP.

Uma das estrelas da onda de abertura de capital, o setor levantou algo como R$ 20 bilhões apenas com as ofertas iniciais de ações (IPO). Para Lima Junior, as empresas foram precificadas por um padrão de eficiência muito difícil de alcançar. “Aquela eficiência prometida lá atrás nos prospectos dos IPOs admitia uma relação entre o valor do terreno, o custo das obras e o preço de venda que não vai acontecer”, diz Lima Junior. “Essa precificação do passado virou pó. Ela envolvia uma fantasia de crescimento perene a taxas espetaculares que não aconteceu.”
Para os analistas, porém, a fase mais aguda da crise foi superada com a onda de fusões e aquisições desde o final do ano passado, com operações como a compra da Tenda pela Gafisa e as aquisição da Klabin Segall e da Abyara pela Veremont Participações, em sociedade com a Agra. Com o caixa apertado para as obras e a queda na demanda, as empresas também diminuíram lançamentos e resolveram trabalhar a venda de estoques existentes. “A maior parte dos problemas financeiros foi resolvida”, avalia Silveira. “Agora, as empresa terão de entregar resultados.”
Na avaliação dos analistas, as ações das empresas do setor imobiliário estão hoje em trajetória de alta por duas grandes razões: a queda da taxa de juros e o programa Minha Casa Minha Vida. “Os juros estão caindo e a perspectiva macroeconômica é boa”, afirma Silveira, da Fator.

O pacote habitacional do governo federal, lançado no final de março, deu uma injeção de ânimo para o setor. Mas o mercado está bastante seletivo. Levantamento feito pela Economática mostra que foram as empresas com maior foco no segmento de baixa renda que tiveram maior valorização. Desde o início do ano, as ações da PDG, controladora da Goldfarb, subiram 95%. As da MRV Engenharia, 181%, e as da Tenda, 200%.

Tida como uma das estrelas do momento, a MRV conseguiu captar R$ 722 milhões na Bolsa na semana passada. A Gafisa também pretendia captar outros R$ 700 milhões, mas resolveu adiar a oferta para “quando as condições de mercado estiverem adequadas”. “A Gafisa está com necessidade de caixa no curto prazo, mas o mercado está pedindo um desconto, pois ela é vista como muito dependente do segmento de média e alta renda”, diz Cristiano Hess, analista da Brascan Corretora.

Para tentar aproveitar a demanda pela baixa renda, as empresas estão adequando seus portfólios. “Empresas que sempre tiveram o foco na alta renda, como Cyrela e Gafisa, estão fazendo esforços maiores para a baixa renda”, afirma Hees.

A Cyrela, por exemplo, resolveu dar mais autonomia à subsidiária Living, voltada para empreendimentos mais populares. A Rossi, que começou mais popular e depois se voltou para as rendas média e alta, lançou a marca Ideal, que deve representar até 70% de seus lançamentos este ano. A Gafisa, que adquiriu a Tenda, indicou que a empresa deve responder por mais de 50% das vendas consolidadas do grupo.

Fonte: Último Segundo


Banestes realiza leilão de imóveis no dia 9

30 Junho, 2009

O Banestes levará a leilão público, no próximo dia 9 de julho, um total de 16 imóveis, entre apartamentos, casas, lotes e terrenos urbanos e rurais, distribuídos por 14 municípios do Estado.

O leilão, que é aberto ao público, será realizado no auditório do Banestes (Ed. Palas Center – Bloco B – 10º andar – Centro de Vitória), a partir das 15 horas, e será conduzido pelo leiloeiro oficial Sérgio de Paula Pereira.

Os imóveis a serem leiloados foram recebidos pelo Banco estadual a título de pagamento de dívidas e, do total, seis estão localizados na Região Metropolitana da Grande Vitória – dois na Capital, três em Vila Velha e um em Cariacica.

Os demais ficam nos municípios de Água Doce do Norte, Baixo Guandu, Cachoeiro de Itapemirim, Ibatiba, Mucurici, Pinheiros, Santa Teresa, São Mateus, Vargem Alta e Venda Nova do Imigrante.

Lance mínimo

O conjunto de 16 imóveis soma, de acordo com o lance mínimo de cada um, R$ 9,68 milhões. Também com base no lance mínimo, os preços dos imóveis apresentam uma variação que vai de R$ 20 mil (casa residencial em Pinheiros) a R$ 4,77 milhões (imóvel rural em São Mateus).

Os interessados na aquisição dos imóveis pertencentes ao Banestes poderão utilizar recursos do FGTS, além de contar com a opção de compra financiada em até 60 meses ou 120 meses, dependendo do tipo de imóvel.

Na compra de qualquer um dos imóveis, o arrematante deverá dar um sinal de 20%. O comprador tem, ainda, a alternativa de pagamento à vista, a ser feito em um prazo máximo de 30 dias, contados a partir da arrematação.

A relação completa dos imóveis a serem leiloados está disponível nos sites do Banestes (www.banestes.com.br) e do leiloeiro oficial (www.sergiocascao.lel.br).

O diretor Jurídico e Administrativo do Banestes Bruno Curty Vivas comenta que, desde o final de 2004, o Banestes vem realizando, periodicamente, essa modalidade de venda de imóveis, que democratiza o acesso do público interessado.

Ele explica que, com a iniciativa, o Banco visa à redução do imobilizado, um ativo que não representa o negócio da instituição.

Os recursos apurados nos leilões de imóveis são incorporados ao caixa do Banco e investidos em atividades estratégicas, bem como na concessão de linhas de financiamentos diversos, que vão contribuir para mover a economia capixaba, com reflexos na geração de trabalho e renda.

Fonte: Gazetaonline


Imóveis do Banco Econômico são leiloados para pagamento de dívidas

30 Junho, 2009

Redação CORREIO | Foto: Divulgação

Imóveis que pertenciam ao extinto Banco Econômico serão leiloados a partir das 14h do dia 15 de julho para o pagamento de dívidas. Em 1995, o Econômico sofreu intervenção e, no ano seguinte, teve sua liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central do Brasil.

Fazem parte dos lotes deste leilão casas, apartamentos, propriedades rurais, agências bancárias, terrenos, lotes, prédios e galpões localizados em 56 cidades diferentes nos estados da Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Entre os bens que vão a leilão na Bahia está a Fazenda Monte Castelo, situada em Lajedo do Tabocal. O valor atual da propriedade é de R$ 1.425.000.

Fazenda Monte Castelo pertencia ao Banco Econômico

Em Morro do Chapéu, também na Bahia, vai a leilão uma outra fazenda avaliada em R$ 1.218.000. Na capital baiana será leiloado um apartamento de R$ 138.400. Veja a relação completa de bens na Bahia que vão a leilão.

Os interessados já podem participar do leilão dando lances por meio do site do leiloeiro. Para fazer os lances, é necessário se cadastrar exclusivamente via internet e pedir habilitação para o leilão. Os interessados em conferir os ativos antes da compra deverão entrar em contato com a empresa para agendar a visita no telefone: (11) 2163-7800.

Fonte: Correio24horas.globo


Cresce investimento de milionários de todo o mundo em imóveis

29 Junho, 2009

Parcela de investimentos dessa população mundial em propriedades subiu de 14% em 2007 para 18% em 2008.

InfoMoney
29 junho 2009

SÃO PAULO – Os milionários de todo o mundo destinaram uma maior parcela de seus investimentos para propriedades em 2008, na comparação com 2007, de acordo com pesquisa realizada pela Merrill Lynch.
Os dados mostraram que, dos investimentos dos milionários, 18% foram destinados para as propriedades em 2008, ante 14% um ano antes, quando a opção pelos imóveis havia caído 10 pontos percentuais frente a 2006.
A pesquisa concluiu que o retorno para as propriedades reflete a preferência dos milionários por ativos tangíveis, assim como uma tendência em direção a um comportamento de barganha, especialmente em propriedades para fins comerciais e novos prédios, bem como para propriedades residenciais, cujos preços sofreram uma grande queda no ano passado.
Destaques
Ao final de 2008, as propriedades residenciais respondiam por 45% dos investimentos dos milionários em imóveis. Com isso, as casas e apartamentos de luxo presenciaram uma queda de preços para níveis identificados em 2003 e 2004.
As regiões emergentes do Oriente Médio e da Ásia-Pacífico (excluindo o Japão) têm a maior alocação de investimentos para os imóveis, com 25% e 23%, respectivamente, e a melhor proporção para propriedades residenciais, com 54% e 58%, na ordem.
Já a América Latina é destaque quando analisadas as unidades comerciais, com alocação de 31% dos investimentos dos milionários da região para o segmento, a maior do mundo. Isso ocorre devido ao boom das propriedades comerciais desde 2006.

Fonte: Infomoney / dinheiro.br.msn.com


Feriados aquecem o setor imobiliário

29 Junho, 2009

O aluguel de temporada é uma boa alternativa para quem quer economizar e está em busca de comodidade para os dias de descanso.

Maria Salas
Da reportagem local

Que o ano de 2009 está bem-servido de feriados disso todos já sabem. Afinal, dos 11 feriados nacionais a população, até o momento, curtiu seis. Os mogianos, porém, terão dois feriados a mais, levando-se em conta as datas comemorativas municipais: 26 de julho (Nossa Senhora de SantAna, padroeira de Mogi das Cruzes) e 1º de setembro (aniversário de Mogi).
O calendário, com isso, está mais propício ao lazer, pois as chances de “emendar” a folga são bem maiores. Se para alguns setores essas datas são sinônimo de prejuízo – dados da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (FIRJAN) mostram que o Brasil vai perder R$ 155,6 bilhões com os feriados, o equivalente a 5% do PIB (Produto Interno Bruto) – para outros elas se tornam uma boa oportunidade de negócios, beneficiando os segmentos ligados, por exemplo, ao lazer, turismo e serviços.

No mercado imobiliário, um fenômeno crescente, segundo o coordenador do Núcleo Setorial de Imobiliárias da Associação Comercial de Mogi das Cruzes (ACMC), Fernando Sanchez, é o serviço de aluguel por temporada, uma alternativa mais econômica do que ficar em hotéis. “Essa prática vem crescendo cada vez mais. Em geral, esse tipo de aluguel é uma boa alternativa para pessoas que pretendem, com a família ou um grupo de amigos, passar um tempo um pouco maior em determinado local e não desejam gastar com hospedagem, por exemplo”, explica Sanchez, lembrando que há opções para todos os tipos de bolsos.
Ainda de acordo com Sanchez, na Riviera de São Lourenço (no litoral norte de São Paulo), a locação de casas e apartamentos chega a aumentar em até 90%. “O que leva tantas pessoas a preferir alugar um imóvel para temporada nos dias de descanso é a comodidade. Uma boa saída também para famílias com crianças. Neste caso, contudo, as pessoas terão de estar cientes de que terão de fazer os afazeres domésticos”, observa o coordenador.
Para facilitar a locação do imóvel para temporada é importante que o proprietário sempre dê referências de alguém que já tenha alugado o imóvel de temporada e se possível, ofereça ao locador a oportunidade de visitar a casa antes de fechar negócio. O Sindicato da Habitação (Secovi-SP) indica algumas providências para que locador e locatário não sejam surpreendidos nesses merecidos dias de descanso. “Antes de tudo, o proprietário e o inquilino devem procurar um corretor de confiança, de preferência que tenha registro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Crea). A visita ao imóvel é indispensável, pois permite saber qual é o estado real da casa ou apartamento e as características da vizinhança”, destaca o vice-presidente de Locação do sindicato, José Roberto Federighi.
Outra providência é fazer um contrato. Quanto ao pagamento, Federighi enfatiza que a prática usual é a de que 50% do valor total da locação sejam pagos no ato da contratação e os 50% restantes na data de entrega das chaves.

Fonte: Moginews