Apesar do auxílio, construção civil desacelera

15 Novembro, 2008

Apesar das medidas de auxílio do governo ao setor de construção civil, as incorporadoras continuam em ritmo de desaceleração e seguem revisando para baixo seus planos de lançamentos para este ano.

Após divulgar os resultados referentes ao terceiro trimestre, ontem, a Abyara afirmou que não lançará novos empreendimentos neste ano. Com isso, a empresa encerra o ano com R$ 1,1 bilhão em lançamentos. A expectativa inicial era de R$ 2,2 bilhões.

“A ordem agora é manter a cautela e a disciplina financeira”, diz a diretora financeira da empresa, Ana Granato.

A Abyara já começou a implementar um programa de contenção de gastos que inclui 40% de corte na folha de pagamentos, como medida para enfrentar os efeitos da crise financeira internacional no Brasil. O número de demissões não foi informado.

De acordo com Granato, as ações do governo para estimular o setor, embora bem-vindas, ainda não tiveram efeito. “Não que não sejam suficientes, mas ainda não ocorreram de fato.”

Entre as medidas anunciadas, está uma linha de financiamento de capital de giro oferecida pela Caixa Econômica Federal no valor de R$ 3 bilhões para os empreendimentos lançados antes do dia 1º de outubro. A ajuda, porém, ainda depende de regulamentação para entrar em operação. A Caixa também poderá comprar participações em construtoras com dificuldades de caixa.

A Cyrela e a Agra também anunciaram revisões significativas em seu “guidance” (projeções) de lançamentos. Em nota, a Cyrela afirmou que, “em virtude do atual cenário econômico internacional e das incertezas sobre o impacto na economia brasileira, a empresa optou por postergar parte dos lançamentos previstos para 2008″. A Cyrela previa lançar R$ 7 bilhões em projetos neste ano e rebaixou para algo entre R$ 5,25 bilhões e R$ 5,6 bilhões.

Já a Agra rebaixou de R$ 2,1 bilhões para R$ 1,4 bilhão sua projeção de lançamentos.

“Muitos consumidores estão receosos com o que vai acontecer com emprego e crédito. Precisamos nos ajustar à nova situação”, diz o diretor de relações com investidores da Agra, Fábio Tsubouchi.

Para o presidente do Secovi-SP (sindicato da habitação), João Crestana, as empresas agora adotam uma atitude de cautela e devem se tornar mais seletivas com os projetos. “É preciso priorizar a liquidez e garantir capital de giro. Se uma empresa tinha cinco ou seis lançamentos previstos, agora vai escolher dois ou três, aqueles que têm rentabilidade.”

Fonte: Midiamax


Gafisa ajuda consumidor a escolher o imóvel certo

14 Novembro, 2008

A Gafisa lançou o Guia Compra Segura com o objetivo de ajudar o consumidor a escolher o seu imóvel. Para divulgar o serviço, a agência Giovanni+DraftFCB desenvolveu peças para jornais, material para ponto-de-venda, displays e ainda distribuiu versões menores do guia para o público.

Porém, a novidade é o programa “Momento Gafisa da Compra Segura”, que terá duração de 1 minuto na rádio CBN em São Paulo, Curitiba, Goiás e Belém, de segunda a sexta. Para tirar as dúvidas dos consumidores sobre o Guia Compra Segura, a Gafisa criou ainda uma ação de Endomarketing para os corretores. Quem assina a ação é a agência Giovanni+DraftFCB. Para saber mais sobre o Guia clique aqui.

Fonte: Mundo do Marketing


Despesa com aluguel poderá ser deduzida do Imposto de Renda

14 Novembro, 2008

senado

As despesas com aluguel de imóvel residencial poderão ser deduzidas da declaração anual de ajuste do Imposto de Renda. Medida nesse sentido, que será restrita às pessoas físicas, está prevista em projeto do senador Expedito Júnior (PR-RO) que consta da pauta da reunião de quarta-feira (19) da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). O relator, senador César Borges (PR-BA), incluiu em seu voto favorável uma emenda estabelecendo o teto de R$ 15 mil para deduções com aluguel, restrito a um único imóvel residencial, ocupado pelo próprio contribuinte.

Ao propor a alteração, César Borges argumenta que a não-fixação de um limite de dedução de despesa com aluguel poderia beneficiar os contribuintes de renda mais alta, “possibilitando que menos imposto fosse pago quanto maior fosse a despesa com aluguel”. No mesmo sentido, o senador pela Bahia considera essencial que o benefício seja restrito a um único imóvel, utilizado como moradia da família, para evitar a inclusão de deduções com casas de veraneio.

Na justificação do projeto (PLS 317/08), Expedito Júnior destaca que a moradia é um direito social assegurado pela Constituição “sistematicamente negligenciado pelo poder público”. A dedução no Imposto de Renda de despesas com aluguel de imóvel residencial, argumenta ele, contribuiria para o cumprimento desse mandato constitucional, “já que o gasto com moradia é um dos itens mais significativos da despesa familiar”.

O parlamentar por Rondônia considera a regra vigente, que impede deduções referentes a despesas com aluguel dos rendimentos brutos no ajuste anual do Imposto de Renda, um caso de “evidente impropriedade”. Para Expedito Júnior, a norma atual gera uma situação em que “o Fisco acaba por receber dos dois lados: do locatário, que não pode deduzir a despesa, e do locador, que é tributado pelos valores recebidos”.

Fonte: Agência Senado


Regras de condomínio: cores externas e padrões de cortina

12 Novembro, 2008

Em alguns prédios é comum existir regras que impõem cores e padronagens para o lado de fora das cortinas. A medida, que normalmente faz parte do regimento interno do condomínio, é legal e prima pela uniformidade e harmonia da fachada do edifício. Antes de decorar um imóvel recém-comprado ou alugado vale verificar essas regras para não gastar dinheiro à toa.

A advogada do departamento jurídico do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR), Luana do Bomfim e Araujo, comenta que o regimento interno é um instrumento estabelecido pelos próprios condôminos com seus direitos e deveres, que tem como finalidade manter a ordem, a disciplina e a harmonia do prédio. “Estando previsto no regimento interno, a obrigatoriedade de cortinas em determinadas cores ou tonalidades deve ser rigorosamente observada pelos condôminos, sob pena de ser considerada alteração de fachada e, conseqüentemente, aplicada a penalidade prevista.”

Fonte: RPC


Todo mundo compra junto e todo mundo sai ganhando

12 Novembro, 2008

tn_620_600_compra3-ddOs empresários André Monteiro e Bruno Medeiros mantêm uma pasta em seu computador com 20 projetos, já formatados em um plano de negócios, prontos para serem colocados em prática – isso fora as idéias que ainda nem chegaram às planilhas. Com 28 anos e hoje sócios de um site de compras, o Compra3, os dois já participaram de uma porção de empresas, e praticamente qualquer coisa, para eles, é motivo para um novo negócio – seja uma viagem de intercâmbio, que rendeu a Bruno a publicação de um livro; ou uma nova lei de trânsito, que fez com que André se tornasse vendedor de kits médicos para automóveis aos 16 anos. Os dois são exemplos de empreendedores para quem a inovação é lei, mas avisam que a idéia não é nada sem esforço e paixão pelo que se faz.

A empresa que hoje tocam juntos, a Compra3, é exemplo de uma boa idéia que estaria fadada ao fracasso sem as reinvenções dos dois sócios. O site de compras pela internet reúne pessoas que compram ou estão interessadas em comprar um mesmo produto, para que o seu preço seja o menor possível quanto maior for o número de compradores. É o tipo de situação em que todo mundo sai ganhando: quem compra consegue um preço menor, e quem vende fecha um negócio mais graúdo. Parece simples e brilhante, mas todas as pesquisas que André e Bruno fizeram de experiências semelhantes no mundo mostravam que a idéia não havia dado certo. “Não dá para mudar o padrão de compra do consumidor, que é por impulso. Muito pouca gente está disposta a esperar um mês pela formação de um grupo para comprar uma televisão com desconto. Quem tem o dinheiro vai comprar na hora, independentemente se há desconto ou não”, explica André.

Em dezembro de 2006, após alguns meses de pesquisas, os dois sócios lançaram o Compra3 com produtos de alto valor agregado, como eletrônicos e eletrodomésticos, esperando que os altos valores dos descontos compensassem o tempo de espera. Mesmo assim, a demanda ainda era pequena. O pouco dinheiro que entrava não era suficiente para manter o pequeno escritório dos dois jovens, que tiveram a luz, o telefone e até a internet cortada. “Por dois meses, nós tivemos de ir a cafés com internet livre para trabalhar”, lembram.

A virada

As dificuldades foram o pontapé inicial para pensar em como reinventar o negócio. Ainda confiantes na idéia que tinham, André e Bruno foram atrás de investidores que estivessem dispostos a apostar no negócio. Diante da negativa de grandes empresas, os dois procuraram pequenos investidores que comprassem cotas de baixo valor. A primeira cota, de R$ 5 mil, foi vendida ainda em um daqueles cafés com internet em que os jovens trabalhavam nos tempos de dureza. Aos poucos, a empresa foi tomando corpo e grandes investidores passaram a apostar no Compra3.

Com o dinheiro no bolso, André e Bruno aumentaram a equipe, investiram em tecnologia, montaram uma campanha publicitária e, naturalmente, mudaram o modelo do site, que até então havia praticamente fracassado. O trunfo do Compra3 hoje é o Bônus3: o desconto antes prometido com a espera pela formação do grupo de compras agora é fornecido no final do mês, depois de contabilizadas as vendas de um determinado produto. “Isso permite que a gente mantenha o padrão de compra por impulso”, explica André. O desconto aumenta de acordo com o número de produtos vendidos, e a diferença volta para o bolso do cliente ou revertida em crédito para novas compras.

O novo modelo fez sucesso. No ar desde dezembro do ano passado, o Compra3 já reúne 600 mil produtos de dez lojas diferentes e 10 mil usuários cadastrados em todo o país – o objetivo é chegar aos 150 mil até dezembro. A grande escala permite que os descontos atinjam de 10% a 35%, mas André e Bruno pretendem chegar ao patamar de 50%. Hoje, os maiores descontos estão em livros e produtos de perfumaria, mas o carro-chefe do Compra3 são tevês e geladeiras.

Aprendizado

Para André, a principal lição da experiência é que empreender é um processo de aprendizado, que envolve reinvenção e paixão. Parece mais um bordão daqueles, mas não na boca dos jovens empresários. “O Compra3 tem princípios e valores muito alinhados com o que acreditamos”, explica Bruno. “Um professor nosso da faculdade dizia que as formas que temos para melhorar a condição de vida das pessoas por meio da economia são elevar salários ou reduzir os preços. Escolhemos reduzir os preços.” André complementa: “Com o Compra3, nós exploramos ao máximo o potencial da coletividade.”

Com o dinheiro que conseguem com o Compra3, os dois jovens querem investir em outros tantos projetos que estão engavetados – entre eles, um projeto de extensão em que estudantes de economia visitam escolas públicas para ensinar economia básica a adolescentes. “Se tem algo que me incomoda, eu vou procurar fazer algo diferente, e não ficar sentado, reclamando”, diz Bruno. Uma postura que os empreendedores aplicam com rigor – seja nas empresas que mantêm, seja nos projetos que um dia sonham em fazer.

Fonte: RPC

Nota do editor: parabéns aos amigos do Compra3 que nos ensinaram muitas coisas, se dedicam muito e realmente merecerem esse suceso.


Santa Catarina apóia criação de entidade turístico-imobiliária para região sul

12 Novembro, 2008

scturismoOs três estados do sul do país - Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná - terão uma associação voltada aos interesses do segmento de turismo imobiliário. O lançamento do projeto foi realizado no último dia 05/11 e contou com a presença do vice-governador de Santa Catarina, Leonel Pavan. A proposta, segundo Ricardo Valls, da Valls Soluções Imobiliárias e coordenador da Associação Sul do Brasil, é direcionar os caminhos para novas oportunidades de negócios na área imobiliária e turística.

“Hoje cerca de 36% dos visitantes estrangeiros que vêm a Santa Catarina durante o verão tem casas de segunda residência. Nossa idéia é mostrar que há variedades por toda a região sul e que podem gerar ações concretas”, explicou Valls. A estruturação, inclusive estatutária da associação, teve como referência a bem-sucedida experiência da Adit-Nordeste e também conta com o apoio da ABIH-SC e das construtoras. “Agora queremos firmar parcerias com agências de viagens e outros segmentos atrelados ao turismo como as locadoras”, destacou.

A associação também vislumbra já para 2009 a realização de seu primeiro evento, a exemplo do Nordeste Invest. Ele aconteceria em Florianópolis. De acordo com o vice-governador do estado, Leonel Pavan, Santa Catarina receberá nos próximos três anos cerca de R$ 16 bilhões em investimentos turístico imobiliários. A rede Txai é uma delas. O grupo terá unidades residenciais na região de Governador Celso Ramos.

Fonte: Mercado & Eventos


Estabilização do mercado imobiliário depende do governo

12 Novembro, 2008

O secretário do Tesouro Henry Paulson não parece o tipo de homem feliz ao ser enganado. Ainda assim ele tolera uma Casa Branca que permanece oposta a uma ação direta do governo para evitar as desapropriações - um programa que é essencial para manter milhões de americanos em suas casas e evitar uma crise financeira ainda pior.

Há cerca de três semanas, Sheila Bair, presidente do Federal Deposit Insurance Corp. (ou FDIC), disse ao Congresso que estava trabalhando em conjunto com o departamento de Paulson para desenvolver um robusto plano contra as desapropriações. Desde então, o Departamento do Tesouro o recusou e evitou enquanto a Casa Branca argumenta que já faz algo para ajudar os donos de imóveis.

Bush Obama
Obama e Bush conversam na Casa Branca / AP

Depois de um ano fazendo pouco para evitar uma onda de desapropriações, o problema está piorando. A inadimplência leva à desapropriação que abaixa os preços dos imóveis. Esta queda nos preços (juntamente com o aumento no desemprego, na renda e outra esperada onda de inadimplência) certamente levará a mais inadimplência e uma queda ainda maior nos preços, ameaçando os bancos responsáveis por empréstimos e prolongando a crise financeira.

Claramente, o sistema não irá se estabilizar até que os preços dos imóveis se estabilizem, e os bancos não irão emprestar livremente até que as perdas sobre hipotecas inadimplentes sejam abatidas.

A crise poderia não ter saído tanto de controle caso o governo tivesse iniciado um esforço rigoroso no ano passado para impedir a inadimplência. Ao invés disso, ele aquiesceu à indústria da hipoteca, defendendo as renegociações voluntárias caso a caso que não resolveram o problema.

Caso o pacote de resgate de US$700 bilhões desta gestão tenha qualquer esperança de funcionar, ele terá que lidar com o problema da desapropriação agora, e não depois.

O FDIC desenvolveu um plano razoável que está em uso, com resultados promissores, para renegociar as hipotecas inadimplentes do banco californiano IndyMac. De acordo com o plano, os bancos reestruturam as hipotecas em dificuldades (baixando os juros, prorrogando os termos do empréstimo ou adiando o pagamento de uma parcela do valor) para torná-las mais baratas. O objetivo é reduzir o pagamento mensal para cerca um terço da renda do beneficiado depois dos impostos.

O acordo também beneficia as financiadoras e os investidores, porque, com o tempo, os novos empréstimos irão gerar mais dinheiro do que a desapropriação dos imóveis. Além disso, caso a hipoteca se torne inadimplente, o governo irá ajudar nas perdas.

Não é preciso muito (quando comparado com US$700 bilhões) para levar este plano a todo o país. E isso poderia ser feito sem uma nova lei, uma vez que o dinheiro pode vir do fundo de resgate do banco.

Os críticos alertam que o plano irá encorajar os donos de imóveis a não pagar suas mensalidades deliberadamente na esperança de um acordo melhor. Isso assume que os donos de imóveis em boa situação iriam arruinar seu crédito para levar vantagem. O plano também se aplica apenas às pessoas cujas hipotecas são caras demais em relação a sua renda. Algumas pessoas irão levar vantagem com isso? Sim. Existe motivo para não seguirmos adiante? Não.

Nesta gestão houve debates sobre um possível novo plano contra as desapropriações que pode reduzir os pagamentos mensais temporariamente, digamos, por cinco anos, ou que exigiria que o governo fizesse pagamentos diretos a financiadora para compensar a perda no fluxo de dinheiro. Isso um uso inapropriado do dinheiro dos contribuintes uma vez que modificações temporárias não estabilizariam o sistema a longo prazo.

Todos os caminhos, para dentro e fora desta crise, passam pelo mercado imobiliário. Paulson deveria pressionar por um plano que inclua modificações permanentes a empréstimos problemáticos. Esta é a única forma de manter os americanos em suas casas, salvar os bancos e a economia.

Fonte: Ultimo Segundo


Crédito imobiliario não está mais caro, afirma economista

11 Novembro, 2008

Os brasileiros comprarão menos imóveis em 2009, mas o motivo não é um possível encarecimento do crédito imobiliário, e sim a falta de confiança na economia do País. A afirmação foi feita pela economista da Tendências Consultoria, Amaryllis Romano.

“Temos ouvido falar bastante em encarecimento de crédito, mas o crédito para financiamento de imóveis não está mais caro. Ele não sofreu alterações, porque esse tipo de crédito não é atrelado à taxa Selic, ele é TR (taxa referencial) mais 12% ao ano”, explica a economista.

Porém, mesmo garantindo que não está mais caro financiar imóveis, Amaryllis admite que as vendas do setor devem diminuir no próximo ano. “O preço não é o único fator a ser considerado quando se avaliam as vendas de um determinado setor e o comportamento dos consumidores. Vivemos um momento em que a incerteza aumentou. E na compra de um imóvel, o comprador se compromete com dívidas para daqui 30 anos. Então, se ele olhar para o futuro e não ver um céu de brigadeiro, ele não compra”.

Financiamentos e preços

Outro fator, que segundo a economista, pode impactar nas vendas é a redução nos prazos de financiamento. “Eles devem ser menores, sim, mas ainda não estão menores. Porém não dá para negar que, se as pessoas tiverem menos tempo para pagar, elas comprarão menos. Principalmente em meio a tantas incertezas”.

Amaryllis conta ainda que uma mudança significativa no setor para o próximo ano será a redução no número de lançamentos. “Essa é uma mudança que a crise traz. Porque as incorporadoras estão tendo dificuldade em conseguir crédito, principalmente barato, e o capital de giro está mais escasso. Então, teremos menos lançamentos em 2009″.

Porém, menor oferta não significará preços mais baratos. “Não dá para afirmar que, com um número menor de imóveis à venda, teremos preços menores por causa da concorrência. E a menor oferta também não fará com que os imóveis fiquem mais caros. Para 2009, a previsão é de preço muito semelhantes aos praticados em 2008″, garante a economista.

Fonte: InfoMoney


Salão WImóveis em Brasilia, DF

11 Novembro, 2008

Começa, na sexta-feira, o 3º Salão WImóveis, no Centro de Convenções. Evento oferecerá aos visitantes cerca de 10 mil oportunidades de negócios

Em sua 3ª edição, o Salão WImóveis, maior evento do setor imobiliário na Região Centro-Oeste e o segundo maior do País, reunirá mais de 100 empresas, entre construtoras, incorporadoras e imobiliárias, que mostrarão cerca de 10 mil imóveis para todos os gostos e bolsos em diversas regiões do Distrito Federal e do Entorno.

Na entrada do salão, os visitantes encontrarão terminais do Cyber WImóveis, que concentram todos os imóveis ofertados, suas características para uma pré-seleção e as indicações dos estandes onde encontrá-los.

Três grandes bancos – BRB, Real e Caixa – já confirmaram presença e prometem taxas e condições especiais de financiamento. “O evento não é somente uma grande vitrine imobiliária. É o salão do imóvel e do crédito imobiliário em um só lugar e que terá como grande beneficiário o cliente”, antecipa Marcelo Ramos, diretor comercial do Portal WImóveis, realizador do evento.

A megainfra-estrutura, 30% maior em relação à área de exposição de 2007, conta com ampla praça de alimentação comandada pelo Buffet de Márcia Pimentel e brinquedoteca para que os pais possam negociar com tranqüilidade. Os investimentos ultrapassam R$ 1 milhão. Marcelo Ramos conta que a mudança de local veio da necessidade de ampliação da infra-estrutura, devido ao crescimento natural do evento, que a cada ano reescreve sua importância no calendário imobiliário do DF.

A expectativa, segundo Ramos, é gerar entre R$ 60 milhões e R$ 100 milhões em negócios durante os três dias de evento, numa espécie de “efeito panela de pressão”. Apesar da pouca idade, o Salão WImóveis se aprimora a cada edição e mostra que veio para ficar e fazer parte do calendário de bons negócios do mercado. Tanto que as expectativas para 2009, em que o salão chegará à 4ª edição, são otimistas.

Fonte: JornalColetivo


Salão do Imóvel de Vitória, no Espírito Santo

10 Novembro, 2008

salaoimovelvitoriaA crise mundial parece realmente não ter afetado o mercado imobiliário do Espírito Santo. O primeiro balanço do Salão do Imóvel, divulgado nesta sexta-feira (07) pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) do Estado, mostra que já foram R$ 22 milhões em negócios fechados e R$ 35 milhões em negócios encaminhados e que devem ser fechados ainda durante o evento. Mais de 8,8 mil pessoas já passaram pelo Pavilhão de Carapina.

Para o presidente da Ademi, Rodrigo Almeida, os números são muito bons. “Com uma visão otimista podemos até pensar em superar o salão do ano passado, quando foram movimentados R$ 95 milhões entre negócios fechados e encaminhados. Se pensarmos que o ano passado foi muito bom e que estamos passando por um momento de crise, esses números são realmente muito bons. Temos que lembrar que os melhores dias, tradicionalmente são sábado e domingo”, ressaltou.

O balanço preliminar do salão também mostra a força dos imóveis econômicos. Até agora foram fechados 510 negócios, os imóveis com dois quartos lideram com 331 vendas (65%), os de três quartos ficam com 153 (30%) e os de quatro quartos ficam com a última colocação com 26 negócios fechados (5%).

“Essa é a nova tendência. Antigamente os de três quartos lideravam, mas agora é a vez do econômicos de dois quartos. Esse movimento mostra a nova classe média que agora pode comprar um imóvel, primeiro porque tem juro e prazo que atendem, depois porque o mercado entendeu esse movimento e está oferecendo um produto que se adequa ao que esses novos compradores querem”, destacou Almeida.

O outro número apresentado pela Ademi neste terceiro dia do Salão do Imóvel confirma a Serra como a nova vedete do mercado imobiliário capixaba. Ao lado de Vitória, com 30%, o município serrano é o mais procurado pelos compradores. Vila Velha vem em segundo, com 25%, e as demais regiões respondem por 15% da procura.

Fonte: GazetaOnline